terça-feira, 2 de agosto de 2011

Refugo foi quem atrapalhou o Águia!

Impressionante! O Mendes ajudou a levar o Paysandú para o poço profundo que o Clube luta agora para sair. E o Águia ainda teve coragem de contratá-lo! É o fim da picada!, com diziam os mais antigos. Ontem, o centro avante que foge da área, que tem medo da cara dos zagueiros, ajudou o Águia a não pontuar. Perdeu uma penalidade, que se o técnico Galvão tivesse optado por Flamel ou Peri, teria sido convertido em gol e uma horas dessas o Azulão estaria em primeiríssimo lugar, com seis pontos.
Espero que o Águia não caia na tolice de contratar refugos como Remo e Paysandú insistem em contratar. Que nos ´próximos jogos, o Galvão ponha o refugo do refugo (hoje Mendes é refugo do Paysandú) na reserva.para anão atrapalhar a equipe!

"Somos todos iguais esta noite". E sempre!

Acho que Ivans Lins ainda não teve seu devido reconhecimento como grande nome de nossa música. Cantor, compositor, instrumentista (toca violão e divinamente piano), Ivan vem de uma geração de artistas que praticamente modificaram com muito trabalho e talento toda a história da MPB.  Ivan, mesmo com uma produção grande e perfeitamente bela, talvez um dos primeiros artistas engajados e perfeitamente inseridos no novo som surgido no Brasil a partir dos anos 60, é pouco tocado pelas emissoras, inclusive aquelas que respeitam a MPB.
Na década de 70, foi Ivan foi  o primeiro artista de vanguarda do Brasil a ter um programa exclusivo na televisão. Foi o "Som livre exportação",  um programa bem diferente, onde o artista mostrava os novos talentos que iam surgindo na nossa música. E como surgiram nomes importantes, que até hoje, como Ivan, estão aí, já papais ou vovôs, mas aí, cheios de vida e sempre mostrando a novidade que sempre esperamos aconteça na cultura musical. Seu trabalho musical, ou seja seu som e arranjos,  têm um pouco de Bossa Nova, do jazz e do blue, com uma leve tendência para a música de algumas regiões da Espanha.
Essa música, "Somos todos iguais esta noite", é de uma harmonia perfeita, muito bem acasalada com a letra, forte e vibrante. Perfeitamente enquadrada para o momento em que foi lançada,  é um um som misto de música americana com européia, fruto do aprendizado de Ivan, que viveu parte de sua infância nos Estados Unidos, onde com certeza ouviu muito jazz, blue e a música espanhola presente em alguns recantos da terra de Tio Sam. Mesmo tendo sido gravada há mais de 30 anos, não envelheceu. Engraçado, o tempo foi passando e ela ficou eternamente moderna e cada vez mais atual.
Autor de belos clássicos de nossa música como "Começar de novo", Depende de nós", "O amor é o meu país", Dinorá" e outras mais, Ivan é meticuloso para escrever músicas e letras, tanto sozinho como com seu principal parceiro, o letrista Vitor Martins.
Amigos navegantes e seguidores. Curtam. Mas curtam mesmo este presente do Blog, que é o som belamente lindo da música de Ivan Lins. Atenção para a rica e emotiva interpretação do grande Ivan.

Luverdense, calo na vida de Paysandú e Águia

Cabeça de Fernandes já começou a doer...
O Paysandú é hoje um dos clubes que disputam a Série C mais credenciados para subir à Série B. Só que mesmo tendo uma folha de pagamento das maiores do certame, um treinador bom de papo, Roberto Fernandes, até o presente o Paysandú  não conseguiu deslanchar nas duas partidas que disputou, uma em casa e outra fora. 
A chave do Paysandú nesta Série C é uma das mais fracas. Para o enorme investimento que a diretoria fez, em torno de 600 mil reais, acho que tem mais do que obrigação de subir. Só quem pode ser competitivo com o Paysandú em sua chave é o Águia de Marabá, que tem uma equipe mais ou menos estruturada, e o Luverdense, que a cada ano melhora. As outras duas equipes, Rio Branco e Araguaína, desde o primeiro jogo já deu para sentir que só zebra mesmo para ficarem entre as duas melhores da chave.
O Águia, depois do empate com o Araguaína por 1 a 1, ontem, na cidade de Araguáina, no Tocantins,  está na terceira colocação com 4 pontos, ao lado do Paysandú. O Luverdense, mesmo com um jogo a mais, está com seis pontos, com duas vitórias. Não deixa de ser um sinal de alerta para as equipes paraenses, porque no próximo domingo Águia e Paysandú duelam e quem perder poderá ficar em maus lençóis. Um empate será fatal para os dois. Quer dizer,  como o investimento do Paysandú é bem maior que o das outras equipes, é importante que o técnico Roberto Fernandes -que diga-se de passagem até o presente não conseguiu formatar uma equipe competitiva- use todo o seu talento para não ser surpreendido pelo Águia. E Galvão, por seu turno,  se segure com o Papão ou com seus compromissos  futuros, porque o Luverdense está, por hora, tranquilo e, ao que parece, nesta Série C, vai ser o calo dos paraenses.

Bocudo Felipão poderá pegar um "bom gancho". Ele merece!

A possível punição que o treinador do Palmeiras, Felipe Scolari, poderá sofrer por agressões verbais ao quarto árbitro do jogo entre sua equipe e o Atlético Mineiro, além do insuflamento de seu atletas contra os companheiros adversários, é muito mais que justa. É justíssima. Há tempos que o "casca grossa" e nem tão competente técnico gaúcho vem provocando a árbitros, dirigentes, Imprensa e até desafiando torcedores com palavras, gestos, declarações ofensivas,  reportagens em tons arrogantes, tudo, ao que parece,  para mostrar uma auto firmação. Esses fatos negativos criados por Felipão (ele gosta de ser chamado assim), que ao quenão conhece parece a palavra educação, vêm aumentando principalmente depois que o  "Coach"  retornou da Europa.
Felipão: o orgulho de ser grosso.
Luis Felipe  Scolari pode ser considerado até  uma zebra do futebol. Nunca foi,na verdade, um estudioso  do futebol, tampouco m grande estrategista. Com um estilo bem sargentão, típico de elementos conservadores, preconceituosos  e reacionários, Scolari teve a felicidade de ser campeão do mundo com a Seleção Brasileira. Pronto. Se achou o bam-bam-bam,  a Imprensa que hoje ele provoca,  se encarregou de levantar ainda mais sua bola,  e o cara se fez. Foi para Portugal treinar a seleção do país irmão, conseguiu formar uma equipe que tinha bons jogadores, e embora não tenha ganho nada na terra de Camões, ampliou seu prestígio e ganhou nome internacionalmente. Só que ele foi para o Chelsea e lá o bicho pegou. Elemento  grosso, extremamente vaidoso e arrogante, mesmo sendo semi-alfabetizado, Felipão não conseguiu sucesso na Inglaterra e tampouco uma boa comunicação com os ingleses. 
De volta ao Brasil e ao Palmeiras, o polêmico e deselegante treinador agora que está conseguindo formatar um time regular, e embora tenha roído uma pupunha no Paulistão e na Copa do Brasil, sua equipe está bem neste Brasileiro. Mas aumentou o número de inimigos e antepatizantes, graças às suas atitudes com dirigentes, árbitros, colegas de trabalho, jogadores, torcedores e até com a Imprensa, que lhe ajudou muito no início da carreira de técnico.
Se a súmula que o arbitro Sandro Meira Ricci tiver o efeito que o juiz e seus auxiliares  esperam (e boa parte de brasileiros, com certeza), o sargentão Felipão poderá pegar um bom gancho que, com certeza, vai ajudar a baixar seu fogo. Assim, pelo menos por um tempo ele não vai desafiar juízes, dirigentes, Imprensa e torcedores inclusive no muque, como fez recentemente. Será um balde de água bem gelada no bocudo sargentão.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Depois das boas contratações, Bahia consegue vencer a primeira em casa

Paraense Jobson brilha no Bahia

Com uma boa apresentação e, principalmente, indo para cima do adversário, o Bahia venceu o Figueirense por 3 a 1, ontem, em Pituaçu, e estabeleceu seu primeiro triunfo em casa na Série A e afastou a terrível ameaça da degola. Os gols do time baiano foram marcados por Reinaldo, Ávine e Jones, este último um golaço nos acréscimos do segundo tempo. O Figueirense diminuiu com Wellington.
Com a vitória, o técnico René Simões, que estva pendurado, pode respirar aliviado. Ele garantiu sua permanência no comando técnico do Tricolor. Pressionado pela torcida e pela diretoria tricolor, ele perderia o emprego se o seus comandados sequer empatassem em casa. O histórico do Bahia em Pituaçu é de quatro empates, uma derrota e agora uma vitória.
O Tricolor melhora sua posição na tabela e pula para a 13ª colocação, com 15 pontos. Os catarinenses ocupam a 12ª posição, com 16 pontos. Na próxima quinta-feira (4), o Bahia vai até o Morumbi enfrentar o São Paulo.
Com Carlos Alberto e Ricardinho juntos no meio, a torcida do Bahia tinha certeza da pressão tricolor e e das boas assistências para a dupla de ataque formada por Reinaldo e o paraense Jóbson. O Tricolor começou bem a partida, mas ainda errava passes na entrada da área. A zaga do Figueirense também não dava espaços e marcava duro.
A primeira chance real de gol aconteceu aos 12 minutos. Depois de boa trama no ataque, a bola chegou até Reinaldo, que emendou de primeira. O chute resvalou na defesa e quase enganou o goleiro Wilson. Diante da ineficácia tricolor, o Figueirense começou a gostar do jogo e foi para cima do adversário.
Aos 34, Lomba trabalhou em desvio de Wellington na pequena área. Um minuto depois, a torcida do Bahia não gostou quando Carlos Alberto limpou a jogada na entrada da área, mas preferiu o toque para Jóbson ao invés do chute. Mas, aos 42, houve festa nas arquibancadas. Na sobra, Ávine chutou para o gol.
Com o gol no final do primeiro tempo, o Bahia voltou mais tranquilo para a segunda etapa, sem a pressão da torcida. O Figueirense, por outro lado, buscou o empate a todo momento. Mas foi o Bahia que quase marcou aos nove minutos. Após falha da zaga catarinense, Reinaldo avançou pela direita e chutou por cima do travessão de Wilson.
O Figueirense tinha mais posse de bola e fazia o Bahia recuar para jogar nos contragolpes. Aos 21, Lomba atuou bem para defender chute de Wellington da entrada da área. Como resposta, Ricardinho alçou bola na área adversária e Fahel, por muito pouco, não marca de carrinho. Aos 26, no entanto, Ricardinho acertou o pé. Ele deixou Ávine livre na pequena área e o lateral só desviou do goleiro para ampliar.
Apesar do segundo gol, os catarinenses não desistiram. E de tanto pressionar, diminuíram aos 39 minutos. Após chute de fora da área, Marcelo Lomba deu rebote e Wellington sem marcação, empurrou para as redes. O empate quase sai aos 42, quando Héber arriscou da entrada da área e assustou Lomba.
A essa altura, o Bahia era só defesa e chutão para frente. Aos 46, no entanto, o time saiu do sufoco. Jones, que havia entrado no lugar de Reinaldo, arrancou sozinho, viu Jóbson impedido e disparou rumo à área adversária. Depois de passar por quatro marcadores, ele tocou na saída de Wilson. Festa nas arquibancadas e primeira vitória do Bahia em Pituaçu na Série A 2011.

Italiano racista que xingou brasileiro é expulso da prova de ciclismo

Não bastasse o racismo que vivem os jogadores de futebol, principalmente os brasileiros que jogam na Europa, agora esse tipo de preconceito chegou também a outros esportes. Ontem, por ocasião da prova Tour do Rio, , entre Teresópolis e Rio das Ostras, o atleta de ciclismo brasileiro Renato Santos, conhecido como Centenário, foi tachado de "negro sujo" pelo ciclista italiano Marco Coledan. O ciclista italiano, que já é conhecido como criador de casos  em seu país e por onde se apresente, foi punido com a exclusão da prova e das próximas que acontecerão no Brasil.
A organizadora da prova, Luiza Jiucá, que é integrante da Comissão de Direitos Humanos da Presidência da república, ficou revoltada com a atitude de Marco Coledan, e foi quem propôs a expulsão do italiano da prova. Ela lembrou que alguns países da Europa estão vivendo uma onda de racismo e preconceito, principalmente com africanos, latinos e orientais. "Como organizadora desse vento, de nível internacional, não poderia aceitar esse tipo de preconceito. Principalmente por ser a vítima um brasileiro e dentro de seu país". disse Luisa Jucá. Coledan foi expulso da competição por unanimidade e segundo o diretor geral da prova, Adrian Levesque, que também é representante da UCI (Uniã Ciclística Internacional), todos os comissários ficaram revoltados e decidiram pela expulsão do racista italiano.

Grande Imprensa insiste em dar mídia para o ex-goleiro Bruno e "Macarrão"

A Grande Imprensa dá muito espaço para as coisas negativas. Vira e mexe, usando um termo bem tupiniquim, estão dando mídia às falácias do ex-goleiro Bruno e do elemento alcunhado Macarrão, amigo pessoal e sei lá mais o que do ex-jogador de futebol, que defendeu o Flamengo e que são os principais acusados do assassinato de Eliza Samúdio, uma das ex-namoradas do goleiro.
O mais ridículo e talvez até hilariante é que toda vez que ganham espaço na mídia, tanto Bruno como Macarrão dão uma versão diferente dos fatos, tentando com isso, sempre despistar a polícia e a justiça no crime (aliás, não se sabe na verdade se houve crime, pressupõe-se, pois até o presente não foi encontrado cadáver).
Eliza desapareceu, mas mídia só quer Bruno
Ontem, mais uma vez Macarrão prestou "entrevista exclusiva", onde não disse nada de novo, apenas desdisse o que já foi dito por ele, Bruno, o menor e outras testemunhas, como a ex-mulher do goleiro. Assim, o caso vai passando,  e  mesmo com a cobrança da família da vítima, vai entrando no esquecimento da justiça. Agora já apareceu  uma nova personagem ligada à justiça que se disse disposta a ajudar a atual namorada de Bruno a tirar o ex-goleiro do Flamengo da cadeia, pela simbólica soma de um milhão e meio. No caso, a júiza (ou promotora)  aparece através de ligação telefônica e por um porta voz não identificado que liga para a noiva de Bruno.
Dar espaço para possíveis bandidos na mídia, é algo reprovável e que deveria ser impedido pela justiça. Por que em vez de sensacionalizar Macarrão e Bruno, não ouvem os familiares de Eliza, para saber como anda o caso, como a criança está vivendo? Mas a Imprensa só quer ouvir "os famosos".
O sentimento das famílias das vítimas, pelo menos nessa hora, deveria ser respeitado.  Principalmente num caso como o de Eliza Samúdio, onde a vitima desapareceu, a polícia garante que ela está morta, mas o corpo não apareceu. Mas mesmo sem o corpo, o sentimento e o clamor por justiça dos familiares, que quer resposta par o acontecido, existe. E com certeza é muito grande.