segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Diretor diz que Tuna já perdeu quase todos jogadores que se destacaram na Primeira fase

Conversa entre o diretor de futebol da Tuna Luso Brasileira, Arnaldo,  o candidato da Chapa Resgate Luso Brasileiro, Salatiel Campos, e este escriba, garante que restarão poucos jogadores da vitoriosa campanha da Tuna Luso Brasileira na Primeira Fase, para a principal do Parazão, que se inicia em janeiro. Segundo Arnaldo, que é um dos desprestigiados pela atual diretoria, embora seja um dos bons auxiliares de Bastos, a demora da diretoria em conversar com os jogadores tem prejudicado muito à futura equipe cruzmaltina. "Infelizmente o presidente deixou tudo para depois das eleições. Então quem tem pressa para decidir sua vida e arruma clube, vai saindo", disse um Arnaldo até entristecido por não poder fazer muita coisa.
"Resgate Luso Brasileiro" garante Samuel
Um dos problemas que este escriba vislumbra com um certo temor,  é a questão da permanência do técnico Samuel Cândido, que já está esperando há alguns dias uma definição para sua situação. Bastos, se por acaso vencer, é quase certo terá que optar pelo que preferem alguns membros da Comunidade Luso Brasileira, que é o técnico Zé Carlos, que ano passado já demonstrou que para a Tuna, lamentavelmente, não é o ideal.
Embora já tenha a garantia do candidato da Chapa Resgate Luso Brasileiro, Salatiel Campos, que reuniu com os seus companheiros e já está decidido: se vencer o Samuel fica, Cândido, vem sendo assediado quase que diariamente por Artur, ex-técnico do Remo, que está no Rio Branco e quer o vitorioso treinador cruzmaltino em sua equipe.
Samuel, em suas últimas declarações, tem dito que quer ficar na Tuna. Mas sabe, também, que sua permanência só é certa se vencer a Chapa Resgate Luso Brasileiro, pois, segundo Eduardo Gonçalves, candidato a vice na chapa de Bastos, "o nome preferido pela Comunidade é o de Zé Carlos".
Resta-nos trabalhar para que a chapa de Salatiel e Rui Pinheiro vença. Pelo bem de toda a Tuna. Inclusive do futebol profissional que, mesmo com a perda de jogadores -tal qual aconteceu no ano passado- a permanência de Samuel Cândido como "Coach" é a certeza  da formação de uma equipe competitiva para a Segunda Fase do Paraense.

Imagem da Tuna manchada mais uma vez!

O que faz com que a Tuna Luso Brasileira ganhe manchetes desagradáveis e negativas  na Grande Imprensa escrita, e nas emissoras de Rádio e Televisão, como aconteceu no final de semana é simplesmente o descaso e a irresponsabilidade de uma gestão descomprometida com a história do Clube e, perdida -sem diretores, já que um a um foram deixando a atual gestão por não concordarem com as atitudes autoritárias e arrogantes de Fabiano Bastos-, que permite que não associados e pessoas sem a menor qualificação, inclusive perigosas, como o tarado preso dentro do clube, entrem na base do "jeitinho"ou com convite nas dependências da Tuna.
O problema cabo da Polícia Militar Alcides Cavalcante da Silva,  preso no sábado, pela Polícia Federal dentro da Tuna, depois de ter sido reconhecido por uma de suas vitimas de aliciar crianças na piscina do  Clube, é mais um caso dentre os muitos de violência e desrespeito acontecidos nessa gestão que, é bom que se explique, desde seu início não teve um norte de trabalho, de planejamento, de respeitabilidade ao associado ou até mesmo ao convidado, que nessa gestão, entra no Clube "a bangu", sem nenhum critério, pois o arrendatário de Bares e Restaurantes do Clube é um dos maiores distribuidores de convites para as sabatinas e domingueiras da Tuna.
Membros da Chapa "Resgate Luso Brasileiro" estão indignados, decepconados e até preocupados com a luta que travarão para limpar a imagem abalada que a atual gestão descomprometida  deixa na Tuna.
Durante parte da noite de Sábado e por todo dia de ontem este escriba e muitos cruzmaltinos tiveram que se explicar do acontecido no Clube, pois a principal Rede de Televisão do estado noticiou o fato ainda na noite de Sábado, gerando tristeza em quem tem carinho e respeito pela centenária história da Águia do Souza.
A prisão do tarado deu-se justamente numa das muitas festas populares que a gestão de Bastos promoveu ou alugou a festeiros. Pelo menos  duas mi pessoas tomaram o Clube neste Sábado fatídico, sem nenhum controle,  já que o Clube foi alugado para um Sindicato e na portaria só tinha uma pessoa. Mendigos, camelôs, desocupados e até tarado se fizeram presentes na Tuna, numa completas desorganização, sem nenhum planejamento. O portão de entrada do Clube, pra que o caro navegante tenha uma idéia,  foi derrubado, porque pessoas que pagavam a quantia de 5 reais para entrar (meu Deus, que tristeza!) queriam entrar na mara, mais de 50 de uma só vez.
Associados que estavam na Tuna e que enfrentaram a maior dificuldade para entrar nas dependências do Clube, lamentaram a situação vivida hoje pela nossa centenária Tuna Luso Brasileira, tanto o episódio do tarado como a desproporcional festa com o Treme Terra Sábado.
Membros da Chapa 2 - Resgate Luso Brasileiro se solidarizam com todos os associados e cruzmaltinos e conclama a todos que não compactuam com as irregularidades que vêm acontecendo no Clube, que a hora de mudar é essa. 
Você, associado cruzmaltino, Sócio Proprietário em dia com a sua mensalidade e Sócio Remido, tem a grande chance de acabar com essa irresponsabilidade, com esse desrespeito pela Tuna. O Clube não pode ser administrado por quem não tem compromisso, por quem só faz perseguir os verdadeiros cruzmaltinos, os verdadeiros donos do Clube, que são os seus associados.

Dia 14, quarta-feira, vote pra vencer.
Vote Chapa 2  - Resgate Luso Brasileiro.
Salatiel Campos -Presidente  e Rui Pinheiro -Vice.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Domingo, vote 55 e diga não e não à divisão.

Sim, como muito bem o poeta falou,  "eu sou de um País que se chama Pará".
Sou Rio Guamá, sou Tocantins. Sou Guajárá, Guajára mirim. 
Sou aquele que perdeu o Ita propositalmente, para ficar de bubuia num igarapé.
Sou Dalcídio nos Campos de Cachoeira, 
Sou Paranatinga nas ruas de mururé.
Sou o palmito extraído à força de um açaizeiro,
Sou caboclo brejeiro, guerreiro de fé.
Sou ribeirinho, sou pescador romântico
Sou contador de  histórias,  comedor de peixe pedra assado no fogareiro.
Sou plantador de macaxeira, de mandioca e fazedor de farinha.
Sou moço sem pavulagem, acostumado com um xibé.
Sou  criado com charque  e farinha, que dá sustança pra homem e mulher.
Sou boto, sou abaeteuara, tomador de pinga na quenga do coco
Sou homem de Deus, temedor até de mau olhado.
Sou amante de minha terra, todinha, grandona.
Não divido não, não vou ferir meu coração.
Vou dizer não e não, cheio de orgulho, cheio de amor, cheio de paixão!
Quero meu Pará como ele é.
Sai pra lá, bicho ruim! Vai cobiçar as coisas de outro. Deixa nós em paz! 

DOMINGO, NÃO ESQUEÇA. VOTE  55.

É pau, é pedra. É o fim do caminho...

Com churrasco e a fina flor de amigos do presidente....
Governos em final de mandato costumam fazer inaugurações. Tipo  passar um pixe nas ruas que estão esburacadas há anos, passar uma cal nas paredes de uma escola. As vezes vão mais longe: recuperam banheiros e até chegam a consertar uma ponte que caiu há vários anos. Coisas de políticos, ou melhor: politicagens normais às vésperas de eleições. Fatos comuns neste Brasil varonil. Coisas da vida, como diria o poeta Paulinho da Viola.
...a Tuna está inaugurando "obras" neste sábado...
E eis que de repente, não mais que de repente, o presidente da Tuna, que durante seu mandato não fez funcionar a piscina Olímpica, a piscina infanil e seu parque Aquático, os banheiros e a cozinha, que foram inclusive interditados pela Saúde pública, bárbara e heroicamente,  arregaça as mangas de seu paletó suado e vai inaugurar amahã, com toda pompa -e ainda com direito a churrasco-,  algumas obras que durante os três anos de seu mandato nunca, nunquinha,  funcionaram.
Em tempo: aviso aos navegantes: o churrasco, das inaugurações que serão feitas pelo presidente da Tuna, dizem as boas línguas, está sendo patrocinado pelo Alírio Gonçalves.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

O brilho mágico do futebol brasileiro!

Não é novidade para os navegantes e seguidores deste "pobrecito" Blog que sou amante do bom futebol do Santos e do Fluminense, embora não torça por nenhum deles. Admiro o futebol do Fluminense porque enquanto a maioria dos clubes brasileiros (eu disse a maioria!) não tem centro avante qualificado, o Flu tem dois ou três que tenho certeza podem brilhar em qualquer equipe. Quem não quer o Fred, o Rafael Sobis ou o Rafael  Moura na sua equipe? Pois é, o Fluminense tem os três e tem que deixar sempre um de fora todos os jogos. Coisa de louco!
O Fluminense ainda tem o maravilhoso meio campista luso brasileiro Deco. A primeira vez que ouvi falar de Deco foi em 2003 ou foi 2004, quando a deputada portuguesa Manuela veio ao Brasil, a Belém e fez uma visita especial à Tuna. Na época, o Sr. Álvaro Rodrigues, então presidente da nossa Águia,  convidou-me para ser um dos cruzmaltinos a bater um papo com a deputada. Depois de vestir a camisa da Tuna a deputada Manuela passou a conversar sobre futebol e falou da beleza de craque que era Deco. "Acho que Deco é, sem dúvida, o maior jogador de futebol do mundo hoje", disse uma grande conhecedora e entendedora de futebol, brasileiro, português e mundial. Dali em diante passei a acompanhar o futebol mágico de Deco, no Porto, na Seleção Portuguesa, Barcelona e Chelsea e hoje ele dá "aula" de talento no Fluminense.
Sobre o Santos o que dizer de um time jovem que tem craques como Neymar, Paulo Henrique Ganso, Arouca, Ibsen e um goleiro jovem como Rafael, que consegue fazer coisas que até os veteranos duvidam? De um time que tira um atacante e coloca um jovem recém-saído da base e dá um show?
Para esssa dupla não precisa nem legenda...
Espero que o Santos mostre todo o seu talento, toda a sua potência nesse Campeonato Mundial de Clubes. Que pegue o Barcelona e ganhe, jogando bonito,  porque futebol para isso o time de Muricy tem. Que Neymar, que encanta a todos nós com suas jogadas inventadas ao que parece na hora em que está jogando uma nova partida, mostre todo seu talento lá fora, sem timidez e sem medo de ser feliz. Que Paulo Henrique, o nosso Ganso, encante aos europeus, orientais e a todos que amam o "association" com suas jogadas geniais: toques mágicos e passes longos e milimetrados. 
Se isso acontecer podem anotar (e se quiserem, passar adiante!) o Santos vai sair do Japão e chegar aqui com o título de Melhor do Mundo. Pela terceira vez!

Salatiel garante: "se vencermos, Samuel fica!"

A permanência de Samuel Cândido na Tuna, pelo menos até as eleições é consenso das duas chapas. Aliás, vírgula. A chapa de oposição, capitaneada por Salatiel Campos, já fechou questão sobre a continuação de Cândido como técnico da equipe de futebol profissional, para isso fez duas reuniões com  os membros da chapa  e os apoiadores que exigiram a continuação do "Coach". 
Samuel é o preferido dos cruzmaltinos
Com relação à chapa situacionista, tanto pode ficar com Cândido como não ficar. Explico: Samuel Cândido foi o técnico da Tuna na Primeira Fase do paraense  graças ao empenho de um grupo de cruzmaltinos que teve a coragem de praticamente peitar o presidente do clube e assumir mais de 50 por cento do pagamento de seus salários.  Seu Diretor  Admiistrativo (hoje seu candidato a vice presidente) Eduardo Gonçalves -homem de poucas palavras, calmo e pelo menos em todos os contatos que tive com ele sempre demonstrou muita franqueza- confirmou que o técnico que eles queriam para a equipe era o Zé Carlos, nome rechaçado por todos os cruzmaltinos.  Zé Carlos, segundo as palavras de Gonçalves, era o preferido por ser mais barato e uma pessoa que tinha a simpatia do diretor de futebol Arnaldo e de vários membros da diretoria. 
Então, com o time classificado, não ficará difícil se a chapa da situação ganhar insistir na volta de Zé Carlos.
Para evitar isso, existe uma grande mobilização de verdadeiros cruzmaltinos para que a chapa de Salatiel Campos vença, e com isso a Tuna volte aos seus áureos dias, sem a tradicionais festas com "treme terras",  e passe a valorizar o associado. E que  dispute o Paraense com uma equipe de futebol competitiva, com um técnico realmente que seja do agrado dos seus torcedores: Samuel Cândido.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Festival luso-brasileiro abre com filme sobre Antonio Carlos Jobim

Gravações raras, como a de Judy Garland cantando "Insensatez" ("How Insensitive", em inglês) e a do trompetista Dizzy Gillespie tocando "Chega de Saudade", emocionaram neste domingo (4) à noite a plateia do 15º Festival de Cinema Luso-Brasileiro, em Santa Maria da Feira, norte de Portugal.

Jobim foi um dos criadores da Bossa No
O evento foi inaugurado com uma sessão hors concours de "A Música Segundo Antônio Carlos Jobim", de Nelson Pereira dos Santos e Dora Jobim (neta do compositor), ainda inédito no Brasil. O "filme de música", como o diretor gosta de defini-lo, desembarca nos cinemas brasileiros em 20 de janeiro, com distribuição da Sony.
"A Música Segundo Antônio Carlos Jobim" não é um documentário tradicional. A partir de algumas tomadas do Rio de Janeiro, na década de 50, o filme propõe uma viagem pela música do grande compositor brasileiro em imagens de arquivo. Não há depoimentos, legendas, narrações ou mesmo palavras. São apenas momentos que registram a genialidade do artista e sua obra _com o próprio interpretando algumas canções ou estrelas da música brasileira e internacional, como Frank Sinatra, Sammy Davis Jr., Ella Fitzgerald, Elis Regina, Elizeth Cardoso, Gal Costa, Chico Buarque, Nara Leão e Dianna Krall, entre outros.
"Este era um desejo do próprio Tom, que queria ver um filme de música. Ele achava que as palavras muitas vezes só atrapalhavam e enganavam. Para ele, só a música já bastava para tocar profundamente o espectador", disse Santos, no palco do auditório da cidade, a cerca de 30 quilômetros do Porto. O cineasta revelou que esse é o primeiro de dois filmes que fará sobre Jobim (1927 - 1994). "Também estou preparando um longa sobre as três mulheres que foram fundamentais na vida de Tom: a irmã Helena, a primeira esposa, Thereza, e a segunda mulher, Ana."
Até domingo, o festival português exibe, além de curtas-metragens, três longas brasileiros: "Trabalhar Cansa", de Juliana Rojas e Marco Dutra, "Histórias que Só Existem Quando Lembradas", de Júlia Murat, e "O Abismo Prateado", de Karim Aïnouz. Também concorrem aos prémios os longas portugueses "Estrada de Palha", de Rodrigo Areias, "Yama no Anata/ Para Além das Montanhas", de Aya Koretzky, e o filme coletivo "O que Há de Novo no Amor?". "Este ano nossa intenção foi trazer, além de cineastas emergentes, nomes aclamados do Brasil", disse o diretor do festival, Américo Santos, lembrando que o evento será encerrado com "As Canções", de Eduardo Coutinho, fora de competição. (Fonte: Vermelho)