terça-feira, 12 de março de 2013

Tuna vai firme contra o Santa Cruz, amanhã

A partida que a Tuna fará conta o Santa Cruz de Cuiarana amanhã, no Estádio do Souza, às 15,30h, será decisiva em termos de pretensões dos cruzmaltinos à classificação e, possivelmente, à continuidade da equipe lusa entre os clubes que comporão a elite do Parazão em 2014.
Com três pontos no Segundo Turno e quatro no geral, a Tuna tem que vencer a equipe do senador Mário Couto, para manter acesa a chama da classificação.
O Santa Cruz está mais forte neste Segundo Turno. Reforçou sua equipe com alguns atletas e com um técnico de competência, Sinomar Naves, o atual campeão pelo Cametá. Tem uma defesa de qualidade, um meio de campo que se dá ao luxo de ter um jogador do nível de Ratinho na reserva e no ataque possui jogadores como Valdir Papel, Fininho e Reis, nomes conhecidos no futebol e de qualidade. 
A Tuna poderá ter a volta do lateral Sinésio, que fez falta no jogo contra o Remo. Se Sinésio bate aquele pênalti com certeza o resultado do jogo seria diferente.  Porém, lamentavelmente terá o desfalque do meia Fabrício, que foi expulso e  vai cumprir um jogo de suspensão.
Apesar da situação complicada, a torcida cruzmaltina tem esperanças de que a equipe não caia. Mas é inegável que em todas as partidas o fantasma do rebaixamento está presente. Essa preocupação, de repente  pode ser uma força a mais, tipo um aditivo, para que a equipe jogue bem todas as partidas e vença. Mas não deixa de ser triste e preocupante, pois é certo que daqui para a frente só as vitórias interessarão à Tuna, que tem que pontuar e lutar para chegar entre os quatro semifinalistas. 
A Tuna sabe da grande responsabilidade que tem pela frente. É não baixar a cabeça e transformar cada jogo em verdadeira batalha, vencer e conseguir sair da guerra, que é a classificação, como um grande vencedor.
Avante Tuna. Todos amanhã no Souza para ajudar a equipe a vencer o Santa Cruz!

segunda-feira, 11 de março de 2013

Casarão tumultua trânsito na 28

O casarão secular situado à rua 28 de Setembro com a Avenida Assis de Vasconcelos, que no mês de Janeiro ensaiou cair, já há tempos é um problema para moradores das imediações e para quem necessita transitar pela área. Local onde mendigos, moradores de rua e viciados se escondem, o casarão está há pelo menos duas décadas  abandonado pelos proprietários, que com certeza devem milhares de reais aos cofres municipais, por isso não se manifestam nem quando o imóvel ameça desabar e passa a ser um perigo até para quem reside na vizinhança.
O casarão, de bela arquitetura, é um perigo na 28
Quando a chuva é mais forte, muitos pedestres e moradores da vizinhança temem que o casarão caia de vez, pois em seu interior e em suas paredes rachadas, encharcadas e com muito lodo, nasceram  árvores de grandes proporções, aumentando o perigo de desabamento.
A Prefeitura tomou as devidas providências quando o casarão, depois de uma chuva forte, cedeu uma parte de sua lateral. Porém, embora a ação dos bombeiros e da Secretaria de Urbanismo tenham sido rápidas, isolando a área para evitar um acidente de maiores proporções, os trabalhos de recuperação do prédio para evitar uma tragédia, demorou mais de um mês para começar.
Por causa da demora, a área que compreende a Rua 28 de Setembro entre a Travessa Piedade e a Assis de Vasconcelos desde o dia do incidente está totalmente isolada, impedindo a passagem de carros, de motos e até a locomoção de pedestres que necessitam chegar ao centro da cidade.
O serviço de escoramento para evitar a queda foi iniciado já quase no final do mês de fevereiro, e mesmo com todo o período de espera para começar  a obra, a Sedurb não se preocupou em por um aviso aos que vêm de carro na 28 de Setembro da Doca para o Centro, que assim,  quando chegam na Piedade são surpreendidos com uma mureta de cimento que impede a passagem para a Assis de Vasconcelos.
A mureta já ganhou até pixação contra o prefeito Zenaldo, mas uma pintura de cal cobriu. Mas é importante que se a obra for demorar muito, seja feito um aviso na Benjamim com 28, mais ou menos nas imediações do posto de gasolina, para que os desavisados motoristas não tenham que dar uma volta gigante por culpa de uma ação mais eficaz, que já deveria ter sido feita, pelos poderes públicos.

Empate foge e Tuna faz as contas

Depois da derrota de ontem para o Remo, sinceramente como vejo bem mais difícil para a Tuna conseguir os pontos desejados para livrar-se da degola. 
Nos cálculos deste escriba, a Tuna necessitaria fazer pelo menos 15 pontos, além de torcer para Águia e Cametá pontuarem  mínimo neste Segundo Turno. Para chegar aos 15 pontos, teria que ganhar cinco partidas ou, na pior das hipóteses, ganhar quatro e empatar duas, que somando com o único ponto conseguido no Primeiro turno, chegaria aos 15. 
Ontem, contra o Remo, até que a Tuna fez uma boa partida. Tocou bem a bola e, principalmente logo nos primeiros 20 minutos,  teve algumas chances que poderiam lhe proporcionar um melhor resultado no jogo.  Teve uma boa oportunidade na falta cobrada por Preto Barcarena aos 15 do primeiro tempo, mas foi  o próprio Preto quem também claudicou numa bola e a Águia sofreu o gol que definiu a partida aos 33 minutos.
No segundo tempo, o jogo começou mais equilibrado. O Remo, que havia começado a primeira etapa meio tímido, ganhou mais organização e passou a dominar o time luso. Perdeu algumas chances, principalmente pela boa atuação da zaga cruzmaltina e do goleiro Dida.
Mesmo com um homem a menos, pois sofreu uma expulsão duvidosa do meia atacante Fabrício, a Tuna não se entregou.  A chance do empate surgiu aos 30 minutos, numa penalidade legitima feita pelo zagueiro Luis Antonio em Maninho. A torcida da Águia pensou logo no cobrador oficial da equipe, o lateral Sinésio. Como o jogador não estava em campo, Pedrino Mossoró cobrou mas "cantou" o lugar em que iria chutar.  O goleiro Fabiano foi na bola e frustrou o grito de gol dos cruzmaltinos.
A Tuna ainda tem chances de chegar pelo menos aos 15 pontos ou então figurar entre os quatro semifinalistas, o que lhe dará a chance de permanecer na elite.
Mas depois da chance de pelo menos empatar ontem,  inegavelmente ficou bem mais difícil vencer quatro dos cinco jogos restantes. Mesmo porque, dentre os adversários, figura o Santa Cruz de Cuiarana, já na quarta-feira, no Souza, uma partida das mais difíceis, já que o time do senador tucano Mário Couto está em plena ascensão. O restatnte dos jogos também é complicado, pois terá que  viajar para jogar com o Cametá; depois pega o São Francisco no Souza, o Paysandu no Mangueirão e no último jogo enfrenta o Paragominas na Arena Verde.
Todos compromissos muito difíceis e que a Águia no momento delicado em que está, não pode perder, mas que no geral poderia ser bem menos complicado se o time tivesse pontuado no Primeiro Turno.
É torcer para que o pior não aconteça, mas temos que estar, infelizmente, preparados para o que vier.
Não vamos jogar a toalha, mas que e difícil, isso é.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Tuna vai entrar para vencer no domingo

Torcida cruzmaltina é que pode ser chamada de fiel. No jogo de terça-feira, no Souza,  tunantes de todas as gerações estavam lá, com suas camisas, com suas bandeiras, com seus gritos de incentivo.
Como dá gosto de ver, mesmo com o peso da idade e com alguns problemas de saúde, craques do passado como Maneco e outros assistindo aos jogos da nossa Águia. Para este escriba é um presente conviver com craques que fizeram bonito no passado honrando a camisa da Tuna!
Vamos lá, Águia.  É vencer e vencer!
É verdade que não somos muitos. Por sinal, somos ate poucos. Mas somos fortes, somos vibrantes. Temos pela Tuna um amor quase perfeito, um carinho especial. Não somos "doentes", mas somos apaixonados.
No domingo, certamente a torcida luso brasileira será bem maior. A vitória contra o Águia de Marabá serviu para dar mais gás ao time e à própria galera.
A parada não será nada fácil, todos sabemos; será até difícil, melhor dizendo. Mas não será impossível vencer ou no mínimo empatar. O Remo, o adversário de domingo,  ultimamente, não vem levando muita vantagem, não.
Quem não lembra do ano passado, quando fomos vencedores? E em 2011, quando também levamos vantagem sobre o time azulino.
Tuna Luso Brasileira sempre foi uma equipe forte. Cruzmaltinos ou tunantes, como queiram, mais fortes ainda.
Domingo, vamos todos ao Baenão; na paz, na boa, sem brigas. Não vamos aceitar deboche nem provocações. Se por acaso alguns enxeridos tentarem, vamos deixar por menos e levar na esportiva. 
O nosso time não é o dos sonhos, mas está bem melhor do que no Primeiro Turno. Já se vê atacante com vontade de fazer gol, sem temer zagueiro. E o melhor, conseguimos fazer quatro em um só jogo!
Cacaio está otimista. Eu, confesso que ainda não. Só vou ficar bemdepois que vencer pelo menos três partidas. Quero ter a felicidade de estar entre os quatro semifinalistas e garantir a permanência da Águia Valente do Souza na elite do futebol.
E, podem crer. É possível. Difícil, mas é possível.

Araújo: competente, mas também sortudo

Sortudo como é, o técnico do Remo, Flávio Araújo, deve ser também um homem muito religioso e por que não dizer, promesseiro. Se for "filho de Santo", o Santo é forte. E bote forte nisso!
Digo isso porque depois do que vi ontem, um Remo jogando um "arroz com feijão" e de repente o técnico faz algumas substituições, tirando dois jogadores tidos como fundamentais na equipe - Leandro Cearense e Paulista-  e consegue virar o placar,  garantindo a vitoria no jogo complicado, só da para pensar que além de muito competente, Araújo é muito religioso e um sujeito de muita sorte.
Ontem o Remo começou bem melhor que o Santa Cruz. Dominou parte do jogo no primeiro tempo e conseguiu fazer um gol e se tivesse aproveitado todas as chances que surgiram no primeiro tempo, poderia tranquilamente ter ampliado o marcador.
O Santa Cruz, apesar da formação do meio de campo e do ataque, com Mael e Flamel juntos, com Fumagali como terceiro homem do meio de campo e primeiro atacante, e o ataque com Wescley e Valdir Papel, não foi nada do que se esperava. Na verdade, o time não mostrou e não disse nada. Flamel estava irreconhecivel,  ciscando muito, lembrando Zinho em começo de carreira no Flamengo. Valdir Papel uma decepção. Foi contratado parece que pelo "nome", pois como já esteve no Vasco, isso queira ou não queira, influi, pesa. Não mostrou nada, pelo menos ontem. O meia Fumagali não é mais aquele rápido jogador de anos passados. Beirando os 36 anos, é um jogador cansado, não conseguindo ser nem de longe aquele jogador que brilhou no Santos em 1997 ou no Corinthians há 10 anos.Galhardo não estava bem, Paulista, pior. Berg só fazia reclamar até ser expulso. Como vem fazendo sempre, Flávio Araújo tirou Leandro Cearense, que era o atacante que mais se movimentava e que quase marca na hora de sair, e pôs em seu lugar o sortudo Val Barreto. O atacante pouco fez, mas -sortudo igual a Araújo-  o "talismã" deu chutinho bobo, e o goleiro Marcelo Bonagueli um "peru" do  tamanho de um bonde.
O senador tucano com certeza vai chiar da falha do goleiro e da bobeira do time de Sinomar, que praticamente entregou o jogo ao Remo. Cabeças poderão rolar novamente em Salinas.
Enquanto isso, Flávio Araújo já se prepara para visitar Canindé, cidade do interior do Ceará,  e já pensa em uma vaguinha na Guarda da Santa, para acompanhar o Círio bem de perto.
Afinal, promessas têm que ser pagas.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Paysandu joga mal, mas vence S. Francisco

Vi boa parte do jogo de ontem entre São Francisco e Paysandu e estranhei o comportamento dos bicolores em campo: totalmente dominados por um time bem entrosado e muito veloz que foi o São Francisco.
No final do primeiro tempo, parte que comecei a ver a partida, o Paysandu era um time bem apático, nada lembrando aquela garra de domingo frente o Remo. No segundo tempo, o São Francisco continuou atacando e quase surpreende o Paysandu em alguns momentos. 
Não sei o que acontece com algumas equipes. Jogam bem, fazem boas jogadas, são concatenados em todos os setores, é visível o entendimento do meio de campo com o ataque,  mas na hora H não conseguem fazer gol.
Com um Paysandu ontem irreconhecivel, e o São Francisco jogando bem, Lecheva mexeu na equipe e as substituições deram mais ou menos certo. O time melhorou com a entrada do veloz Lineker e do hábil e talentoso Héliton. Com as modificações a equipe bicolor até chegou a equilibrar mais o jogo e passou a levar um certo perigo à meta defendida por Diego Pitanga.
No final da partida, aos 40 minutos e logo depois aos 46, Héliton e João Neto marcaram para o time bicolor. 
Não gosto muito quando se diz que o time ganhou sem merecer. Futebol são chances  aproveitadas ou então desperdiçadas.
Não jogou bem, não teve as melhores chances. Mas as que teve, felizmente para os torcedores bicolores, o time aproveitou.
Ao São Francisco resta o consolo de que jogou bem, até melhor que o adversário. Mas, mais uma vez a luta foi inglória...
Coisas do futebol.

Grêmio de "Luxa" é destque na Libertadores

Pará: da reserva do Santos à titularidade no Grêmio
Com os vexames de Corínthians, Fluminense e Palmeiras, tudo indica que o grande representante do Brasil no torneio que envolve as grandes equipes do futebol sul americano será o Grêmio de Porto Alegre.
Na goleada de 4 a 1 aplicada na terça-feira sobre o Caracas da Venezuela, o time dirigido pelo mais competente técnico do país, Vanderley Luxemburgo, mostrou que não está para brincadeira. Zé Roberto, que no primeiro tempo não teve uma boa atuação, no segundo, para compensar, fez dois belos gols, enquanto o atacante Barcos, ex-palmeirense, fez o primeiro gol da partida e foi um dos mais importantes do ataque do tricolor gaúcho.
Nesse time de Luxemburgo, gosto de vários jogadores, mas tiro o chapéu principalmente para dois atletas que estavam paticamente desacreditados em suas equipes e foram resgatados para o futebol por Luxa. São o lateral Pará e o meia atacante Elano. Os dois estavam no Santos vivendo um péssimo momento. Elano entrava vez por outra na equipe. Era o que se pode chamar de "um reserva de luxo". Já Pará, que se destacou ano passado, estava esquecido, na reserva, sem nenhuma chance de voltar a jogar.
Contratados a pedido de Luxemburgo, os dois hoje são peças fundamentais no time do Grêmio. Pará, por sinal foi decisivo em dois gols: o primeiro de Barcos, em uma bola que centrou da direita; e em um dos gols de Zé Roberto.
Na visão deste escriba, um dos maiores méritos de Luxemburgo é na questão da motivação e do moral que ele dá ao atleta que ele sabe que tem potencial, mas por algum problema está desmotivado. No time do Grêmio existem alguns casos assim que Luxa, com talento e muita competência, consegue fazer voltar a jogar bola.
Bom para o Grêmio e para o nosso futebol que j´[a tem um potencial candidato a campeão da Libertadores.