sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Remo e Tuna: por que no Baenão?

Quando conversei no domingo com o técnico da Tuna Zé Carlos e com o executivo de futebol Fred Carvalho, ambos em nem um momento não passaram que iriam jogar com o Remo. Nada estava definido, segundo Fred e Zé Carlos achava que não era interessante.  De repente, a notícia de que a Tuna enfrentaria o Remo no domingo, às 16 horas, no Baenão.
Sinceramente, ninguém entende mais nada.
Depois da partida anterior entre Remo e Tuna, no Baenão, ficou certo que teria um jogo de volta entre as duas equipes. Só que seria no Souza, com um percentual da renda maior para a Tuna (tipo 70 por cento) e 30 para o Remo, que é para compensar a partida anterior que foi quase toda para o clube azulino.
Acho que a Tuna deveria insistir em jogar em casa, como havia sido acordado anteriormente. O jogo no Baenão, que eu confesso não sei como será a questão da divisão de renda, para a Tuna não será nada viável, pois, a meu ver, como o Remo vem jogando e a Tuna só treinando visando a Segundinha, a Lusa poderá servir de "sparring" para o time azulino e isso não é bom para o time nem para o torcedor.
Também teria sido interessante uma divulgação bem antecipada por parte da diretoria de futebol, até para uma preparação psicológica maior da equipe pelo técnico Zé Carlos. Afinal, Tuna e Remo é um clássico e o time luso brasileiro não pode dar vexame. 
Mas, como já acertaram, vamos prestigiar e fazer valer a honra cruzmaltina.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Orestes e o "Chão de estrelas"

Orestes Barbosa foi um menino pobre, que só aprendeu a ler  depois dos 12 nos e, adivinhem pelas mãos de quem? resposta: do pai de Vinícius de Moraes. Também seu primeiro mestre de violão.
Poeta, escritor, jornalista, Orestes deixou uma vasta produção cultural, inclusive livros que tratavam justamente do que mais apreciava fazer: música. Na vida música, que começou em meado dos anos 20, teve grandes parceiros, dentre os quais Francisco Alves, Noel Rosa e Sílvio Caldas, que foi seu parceiro em um de seus maiores sucessos, "Chão de estrelas". Nessa música, que meu pai gostava de cantar e tocar ao violão, segundo o poeta Manuel Bandeira, estão os mais belos versos de nossa música popular. Concordo plenamente com o poeta, mas acho que não somente os escolhidos por ele, mas toda a letra, pois Bandeira amava o verso "tu pisavas os astros, distraída", enquanto este pobre e modesto escriba é apaixonado por vários, repito, principalmente "a porta do barraco era sem trinco/mas a lua furando o nosso zinco/salpicava de estrelas nosso chão", é simplesmente maravilhoso, porque retrata (ou retratava) a realidade do morador do morro, que vivia realmente num barracão de zinco.
Acho que a mais bela versão de "Chão de estrelas é a que eu conheci e apresento para vocês, com a grande Maria Betânia, embora já tenha ouvido com o Sílvio Caldas. Mas talvez por não gostar de cantor que treme a voz, prefiro com a diva Maria Betânia. Ouça e acompanhe a belíssima letra.
Ah. Atenção para o poema que Betãnia declama no início da canção, do português Fernando pessoa. Tudo simplesmente belo!


Chão de estrelas
Orestes Barbosa

Minha vida era um palco iluminado 
Eu vivia vestido de dourado 
Palhaço das perdidas ilusões 
Cheio dos guizos falsos da alegria 
Andei cantando a minha fantasia 
Entre as palmas febris dos corações 
Meu barracão no morro do Salgueiro 
Tinha o cantar alegre de um viveiro 
Foste a sonoridade que acabou 
E hoje, quando do sol, a claridade 
Forra o meu barracão, sinto saudade 
Da mulher pomba-rola que voou 
Nossas roupas comuns dependuradas 
Na corda, qual bandeiras agitadas 
Pareciam estranho festival! 
Festa dos nossos trapos coloridos 
A mostrar que nos morros mal vestidos 
É sempre feriado nacional 
A porta do barraco era sem trinco 
Mas a lua, furando o nosso zinco 
Salpicava de estrelas nosso chão 
Tu pisavas os astros, distraída, 
Sem saber que a ventura desta vida 
É a cabrocha, o luar e o violão

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Depois da vitória da Tuna, papo com diretores

Depois do amistoso de ontem entre Tuna Luso Brasileira e Tiradentes, quando a Águia do Souza venceu por 2 a 0, tentos marcados no segundo tempo, conversei com os três principais dirigentes do futebol luso brasileiro: Fred Carvalho, Executivo de futebol; Joaquim Almeida, diretor de futebol e o técnico Zé Carlos.
Na conversa com  Fred ele mostrou-se otimista com a equipe, falou da partida ue será realizada no final do mês com a Seleção de Muaná, e do amistoso com o Reno, o jogo da volta, que segundo ele, talvez não aconteça mais, pois "o Zé Carlos não quer".
Pelo tom da voz de Fred, parece que as coisas entre ele e o Zé Carlos ainda não estão 100% resolvidas. Cobrei dele a presença do Fabrício no amistoso e ele respondeu: "o técnico não quis botar ele pra jogar. Coisas de técnico".
Na verdade, a situação segundo o Zé Carlos, com quem conversei logo depois, não são bem assim. "O grupo é esse, Moraes", disse o técnico cruzmaltino. "Meninos quase todos bem jovens mas empenhados, comprometidos com o nosso trabalho", completou.
Perguntei pelo Fabrício. Zé Carlos foi taxativo:  "um bom jogador. Mas não treina há 15 dias. E se não treina, não pode jogar. Ele e o Preto, não sei porque motivo, não estavam treinando, mas apareceram ontem e eu não poderia colocá-los, pois quem está todos os dias trabalhando é quem merece jogar", disse Zé Carlos.
O técnico lembrou que conversou na noite anterior com Fabrício, quando o jogador mostrou que doravante vai se empenhar para ganhar a posição. Também Preto Barcarena, que só entrou ontem porque o zagueiro titular apresentou uma bolha no pé
Joaquim Almeida, diretor de futebol, disse que agora as coisas tendem a caminhar da melhor maneira. "É só resolver essa história do Fabrício e do Preto que o time fica completo. Aí é só treinar e esperar pela estréia na Segundinha, que tudo indica, será no dia 21 de Setembro".
Na partida de ontem, Zé Carlos utilizou dois times. No primeiro tempo a Tuna apresentou um domínio do jogo, mas não conseguiu fazer o esperado gol. Na segunda etapa,  a equipe rendeu mais, fez dois gols e poderia até ter feito mais.
Segunda Fred Carvalho, não se sabe certamente quantas equipes disputarão a Segunda Divisão. "É um entra e sai, com equipes anunciando que não vão disputar, depois voltam atrás. Acho que mais à frente a gente vai ter realmente a definição.
Este escriba viu a partida de ontem e gostou da equipe. Não é o time dos sonhos, mas dá para fazer bonito e se classificar na Segundinha.

Quiosque "Péricles Oliveira"

Momento em que o presidente Charles discursava
Na manhã de ontem, a diretoria da Tuna Luso Brasileira inaugurou mais uma obra na sede social. Desta feita foi um quiosque, que ganhou o nome de "Professor Péricles da Motta Oliveira", uma homenagem ao GB  Péricles Oliveira, que faleceu no primeiro semestre deste ano.
O quiosque, todo de alvenaria, com bancos nas laterais e uma churrasqueira, foi feito em tempo recorde, e segundo o presidente do clube, Charles Tuma, estará à disposição dos associados para uso nos finais de semana, por um preço de aluguel bem acessível.
A homenagem ao GB Péricles, segundo palavras do presidente Charles, "é um pouco de reconhecimento a um cruzmaltino que dedicou parte de sua vida à Tuna". 
Quem conviveu com o GB Professor Péricles Oliveira sabe o quanto ele foi importante para a Tuna. Grande orador, de uma educação e fineza ímpar, teve várias funções no Conselho, na Assembléia Geral e em várias diretorias. Péricles era sempre a voz da conciliação, um homem realmente apaixonado pelo clube.
Se fizeram presentes à inauguração a maioria dos diretores do clube, o presidente do Conselho Deliberativo, Alírio Gonçalves, os beneméritos Jacintho Campina, Valdomiro, o diretor do Sindclubes Salatiel Campos, além de um bom número de associados que foram prestigiar o evento. 
Foi servida uma feijoada com churrasco aos presentes.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

25 anos sem o roqueiro Raul Seixas

Raul se eternizou como maior roqueiro do país
Num dia de hoje, há exatos 25 anos, morria Raul Seixas. O maior roqueiro da história de nossa música foi encontrado morto em seu apartamento  às 7 da manhã do dia 22 de Agosto, por sua empregada, de nome Dalva.
Raul estava gordo, seu corpo lembrava pouco daquele artista magro que se movimentava rápido no palco. Fazia poucos shows, cantava com uma certa dificuldade devido a problemas de saúde, provenientes  do excesso de álcool.
A empregada Dalva descreveu como encontrou Raul: "Entrei no quarto como de costume para abrir a janela, observei-o, e vi que o lençol o cobria até a altura do peito. Então, sai dali para iniciar as tarefas do dia. Mas como Raul não acordava e isso era incomum, pois geralmente, bastava um só ruído e ele se punha de pé, fiquei preocupada e decidi vê-lo de novo. Como o encontrei do mesmo jeito, sem reação, julguei que havia morrido. Passei a mão no telefone e liguei para os amigos Marcelo Nova e Jerry Adriani. Não consegui encontrá-los. Tentei então o número do parceiro José Roberto Romeira Abrahão. Ele então pediu que eu colocasse um espelho próximo às narinas de Raul, para ver se ainda respirava. Fiz e vi que não saía vapor do nariz e que ele não dava sinal de vida", contou a empregada de Raul. 
O médico que foi na casa de Raul junto a Marcelo Nova e Roberto Abrahão, constatou que Raul já havia morrido há algumas horas, portanto no dia 21 de Agosto de 1989.
Marcelo Nova, da banda Camisa de Vênus, foi o último grande parceiro de Raul.Juntos fizeram canções e apresentações, embora Raul cantasse com dificuldades devido a pancreatite que foi determinante para sua morte.
Até hoje não apareceu no Brasil um cantor de rock com a postura de Raul Seixas. O "Maluco Beleza", como era também chamado, começou a carreira em Salvador, com o grupo "Raulzito e seu panteras", onde cantava canções de Elvis Presley, Litle Richard e outros nomes do rock americano. Raul, na época, anos 60, já cantava em inglês e fazia suas vezes na guitarra. 
Polêmico, usava sempre óculos escuros, roupas extravagantes e pregava uma Sociedade Alternativa como uma maneira de viver livre. Na música, brincava com canções onde conversava com alienígenas ou em gozações como o "Rock das Aranhas", onde ele dizia que era em homenagem às suas amigas e conterrâneas Gal Costa e Maria Betânia. 
Mas tinha um trabalho de nível, voltado aos jovens de todas as idades.A maioria de suas canções marcaram os jovens da épocas e se tornaram inesquecíveis e cantadas hoje pela nova geração. Algumas são sempre pedidas em shows de rock e em barzinhos. Um mote já foi até inventado pelos fãs de Raul Seixas, o "Canta Raul", em que em todos os shows pedem que alguém interprete algo do roqueiro baiano.
Artistas que foram ligados a Raul Seixas, como Marcelo Nova, Belchior e Jerry Adriani, já fizeram shows em homenagem ao artista brasileiro que mais se identificou com a juventude rebelde dos anos 70.
Raul Seixas, que foi também compositor e produtor de discos, é até hoje o artista brasileiro que mais tem coover. No Pará, Sérgio Leite, um dos grandes fãs e intérpretes de Raul Seixas,  apresentará neste Sábado no Margarida Schiwazzapa um show em homenagem a Raul Seixas. 
Raul teve como um de seus maiores parceiros o hoje famosos escritor Paulo Coelho. Foi descoberto para a música pelo cantor de Jovem Guarda Jerry Adriani, que foi também quem o levou para a gravadora CBS, foi seu primeiro produtor e seu amigo por toda a vida.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Sobre o sorriso e os acenos de dona Marina

Marina sorri perante o caixão de Eduardo Campos. O que seria?
Acenando para o povo. Campanha ou não?
Não. Jamais serei eu a usar o argumento das fotos (foram várias) em que a possível candidata do PSB aparece sorrindo ou acenando para os presentes no velório de Eduardo Campos.
Mas também não posso aceitar o que a Imprensa apodrecida tenta, ardilosa e oportunísticamente, usar contra Dilma até em um velório.
Que sejam os fariseus da Grande Imprensa contra  o Bolsa Família, o Minha Casa Minha Vida, o Mais Médicos, o Prouni e outros programas que o governo federal conseguiu ao longo de 12 anos de PT para os menos aquinhoados.
É natural, pois a direita usa todos os argumentos possíveis para persuadir alguns incautos e, principalmente, os que dizem que não gostam do PT  "porque não gosto e não tenho por que explicar".
Mas querer "fazer" forçadamente da Marina a "salvadora da Pátria", como tentaram fazer do Aécio, escondendo os podres do tucano e da ex-seringueira (que foi do PT, depois pulou para o PV, lutou acirradamente para criar a Rede de Sustentabilidade, não conseguiu, se filiou ao PSB ), é sacanagem pura. Marina mostra, mais uma vez, que é escancaradamente oportunista, pois embora, quando assinou a ficha de filiação do PSB,  tenha dito que "estava passando só uma chuva no partido", com a morte de Eduardo Campos,  passou uma borracha em tudo que disse, esqueceu seus questionamentos com o programa de Campos e do PSB, e agarra com unhas e dentes a possível chance de ser a candidata do partido, inclusive no velório, antes do "negócio fechado", acenou e sorriu  para os presentes, não respeitando nem o sofrimento dos parentes e amigos. É justo isso. Acho que é pilantragem demais!
Quem é essa mulher?, quem é essa santinha?, quem é essa reacionária, que pousa de moralista e como FHC, que negou tudo que escreveu como sociólogo, depois que passou para pior direita,  esquece, em poucas horas, tudo que prometeu aos seus correligionários, os chamados "marineros"?
O que muitos estão fazendo hoje, publicando a foto da verdadeira Marina Silva, a oportunista, a insensível, que se diz evangélica mas age ardilosamente querendo ser a herdeira do espólio político de Eduardo Campos, e ter a chance no PSB que não teve na sua Rede,  é a possibilidade de mostrar a verdade, já que a Globo, interessada em eleger Aécio ou Marina, não tem interesse em mostrar.
A Globo, principalmente, deveria mostrar que Marina é a candidata das oligarquias: Banco Itaú, Natura Perfumes e  multinacionais. Mas isso ninguém mostra.
Preferem usar de mentiras,  maquiavelismo, armações com a presidenta Dilma, como na entrevista do JN ontem, quando Boner mostrou que é apenas um boneco da empresa a que serve. 
Que covardes! Por que não falam que o Bolsa Família Família é o maior programa de distribuição de rendas do país? Que milhões de famílias saíram da miséria no Brasil depois que o PT chegou ao poder?
Ah, não gostam de pobres? Quem recebe Bolsa Família é preguiçoso,  não trabalha? Como são pobres de Como se pode parar de trabalhar com 70 reais mensais?  São ridículos até para imaginar!
Falar mal e inventar coisas do PT é fácil. Difícil é falar a verdade sobre o Aécio e a Marina, que não tem nada, nada mesmo, de renovação. É o conservadorismo, o atraso, junto com o oportunismo.
É só esperar que a verdade sobre a Imprensa golpista virá à tona novamente. Dilma não vai entrar no jogo sujo deles.
Será sempre a Dilma ética, comportada e não cairá nas pegadinhas malandras deles. Está vacinada.
Mas o que eles não mostrarem do candidato oficial deles e da  Alfa 2, podem ter certeza que os que estão de olho, vão mostrar. Doa a quem doer.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Grupo do PSB não quer Marina

Em política, infelizmente, as coisas funcionem assim, portanto já começaram, desde ontem mesmo, as especulações sobre quem substituirá Eduardo Campos na disputa à presidência da República pelo PSB.
Pela lógica, a vaga pertence à Marina Silva, que é a atual candidata à vice na chapa de Eduardo. Porém, próceres socialistas são unanimes em deixar bem claro que a situação tem que ser bem discutida, bem delineada, pois a vaga é do PSB e Marina Silva está no partido somente "passando uma chuva", já que sua idéia fixa é fundar  Rede Sustentabilidade, seu partido.
Desde a entrada de Marina no PSB, logo após a negativa  da Justiça Eleitoral à criação da Rede Sustentabilidade, os marineros, como são chamados os membros do grupo político de Marina, nunca foram favoráveis ao acordo político da ex-senadora com os socialistas. Aceitaram, mas deixaram bem claro que assim que conseguirem validar a Rede, Marina deixará o PSB. 
Nos meios políticos, todos sabem que mesmo estando como vice de Eduardo Campos, Marina sempre esteve contrária a várias atitudes e tomadas de posição do candidato a presidente. Os acordos feitos com o PSDB de São Paulo e até com o PT do Rio, foram reprovados e até criticados publicamente por Marina, que na oportunidade mostrou sua grande insatisfação com a legenda.
Na realidade, o acordo entre Eduardo Campos e Marina Silva, realizado ano passado, após a negativa da Justiça Eleitoral para a criação da Rede, não passou de um oportunismo duplo: do PSB, que queria fortalecer a candidatura de Eduardo com um nome que teve quase 20 milhões de votos, alem da "ajuda financeira" para o caixa de campanha, que sempre vem para a ex-seringueira do Banco Itaú e da Natura;  e da parte de Marina, que sentiu que ficando fora da disputa, iria por um bom tempo ficar alijada da mídia.
O PSB tem 10 dias para apontar o nome que substituirá Eduardo Campos na chapa à presidência da República. No momento, com todos os políticos brasileiros em estado de comoção, ventila-se várias hipóteses. Mas já é certo que um grupo de socialistas prefere lançar um nome próprio do partido do que arriscar "dar de mão beijada" a chance á Marina Silva ser a candidata à presidência e depois ficar "chupando dedo"  com sua saída após o registro da Rede.
Seja qual for a fórmula que os socialistas encontrem para substituir o nome de Eduardo Campos, uma coisa é certa: Aécio Neves tem tudo para ser o mais prejudicado, pois se Marina for a candidata tem chances de tirar muitos votos dele e no máximo em duas semanas já poderá igualar ou até passar do tucano.
Noutra hipótese, do PSB lançar um nome original do partido, os nove ou 10% de Eduardo Campos certamente irão uma parte para o próprio Aécio. Em contrapartida, é certo que Dilma Roussef  herdará uma grande do "latifúndio" eleitoral do socialista, principalmente os votos de Pernambuco.