quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

A (in)segurança nossa de cada dia

Quando leio que o Pará é um dos estados mais violentos do mundo, fico me questionando: será mesmo isso?
Mas quando as coisas já começam a acontecer com alguém que é nosso conhecido ou conosco mesmo, ai é que paramos para pensar e chegamos à triste conclusão que o que as pesquisas mostram é mesmo real.
Isso, podem crer, não é motivo de orgulho para ninguém. É sim, motivo de muita vergonha e tristeza.
Não sou adepto à noticias policiais. Sou dos que lêem dois jornais por dias mas deixo de lado o caderno de classificados e o caderno de polícia.
Aliás, como as coisas mudaram;  como cresceu realmente a violência. Lembro que há pouco tempo os jornais tinham um página de polícia. Hoje já são cadernos. E respeite os cadernos!
Os bandidos agem livremente em todos o setores. Ninguém está seguro em lugar nenhum. Na casa,na rua, no trabalho. 
A advogada de Itaituba foi assassinada em sua própria loja, com sua filha e sua funcionária. O bandido agiu, ao que parece, tranquilamente, pois nem os gritos das vítimas ninguém ouviu. Três vidas ceifadas por um matador de encomenda.
Como pode um elemento de tamanha periculosidade estar solto? E o mandante, o ex-marido que ameaçava a ex-esposa já há alguns anos, por que nunca foi incomodado pela polícia?
É estranho, muito estranho tudo isso.
Na história dos clonadores de cartões de ontem à tarde, ninguém jamais iria imaginar que os dois camaradas que estavam chateadíssimos por ficarem "presos" no banco eram bandidos, que logo depois estariam presos de fato e de direito.
Amigo meu que mora em outro estado esteve aqui na semana atrasada e disse que estava afastado de Belém já há algum tempo e não entendia tanta violência na cidade.
"A cidade pouco mudou. Mas tem muito moleque na rua roubando, tentando furtar os outros", disse ele triste com a realidade de nossa cidade.
E o mais triste de tudo isso é que a maioria das vítimas, quando não são pais de famílias, são jovens, que matam e morrer, principalmente pelo grande problema que só aumenta em nossa cidade: o tráfico de drogas.
Continuo amando amando muito esta cidade e este estado e como os do bem, sonhando por um Pará mais seguro e uma Belém também mais segura e mais humana. Também ainda vou continuar resistindo às campanhas a favor da pena de morte e da redução da idade penal. Acho que isso não resolveria nada.
Mas algo tem que ser feito com determinada urgência para diminuir o caos da insegurança que predomina por aqui. Isto é fato!

8 comentários:

  1. Laerço Salustiano Bezerra26 de fevereiro de 2014 11:37

    Estou de acordo contigo, quando dizes que a pena de morte e a redução da idade penal não resolveria nada. Até porque sabemos que os destinatários desta penas não serão os "thors" da vida ou os "inocentes garotos" que queimaram o índio Galdino em Brasilia, mais sim os "diferentes" dos morros e das baixadas.

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  2. No dia que um menor de idade assaltar teu comercio, tocar o terror e ferir alguém da tua família aí sim vais dar razão de que a pena de morte tem que existir. O mais engraçado é que o Brasil adora (tenta) copiar os países de primeiro mundo. Agora, baixar e redução da idade penal, isso não faz.

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  3. Tem muita diferença do Brasil para outros países. Além de ser um país continental, é também super populoso. Pena de morte e redução de idade penal são coisas que não se pode decidir pela emoção ou por uma questão pessoal.
    Para o anônimo entender melhor como eu penso e como eu sou, meu comércio já foi assaltado N vezes e duas delas por menores.

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  4. Os Estados Unidos é maior que o Brasil e, além disso, mais populoso. Lá tem pena de morte (em alguns Estados) e a menor idade penal é abaixo dos 18 anos. Lá não tem sequestro e nem assalto com refém. Por que? Porque lá a polícia funciona. A justiça funciona. Diferentemente daqui (está séculos luz a frente do Brasil) os Estados Unidos é um país sério diferente deste bordel, casa de espetáculos ou circo chamado Brasil.

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  5. Então te muda para aquela m..., rapaz. E aproveita para sair do armário. O Brasil é tudo que tu estás dizendo, mas estás escapando da tua fome, da tua miséria aqui, mal agradecido. A ingratidão, juntamente com a inveja, é um dos males do mundo. Pensa no que falas, mesmo sendo anônimo.

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  6. ahahahhahahahahahahaha inveja do que infeliz?????? Dos aeroportos sucateados???? da inflação??? da recessão que isso aqui vai virar final do ano???? dos hospitais sem as mínimas condições?????? Pensa você alienado de m.... Bom é a Venezuela e Cuba não é??? Tão bom que todos querem sair de lá... porque será?????

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  7. Além de alienado és neonazista. Deves pertencer a algum grupo de reacionários que pintam a suástica nas partes íntimas, não é babaca. Sai fora, rapaz. Não quero gente da tua laia me seguindo, não. Vai procurar tua turma do DEM ou do PSDB, fascistóide!!!

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  8. Não atinjo ninguém, respeito os cometaristas, até os que são contrao que posto. Mas mais uma vez vou deixar o aviso, sem que seja necessário ser em letras em caixa alta: anônimo que criticar a Tuna, o Brasil, meu partido politico e a este escriba, pode ter certeza que eu excluo. Se quiser pode xingar, mas mostre a cara, seja homem. Enrustido que quer dar uma de homem aqui, não terá vez.

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