terça-feira, 30 de abril de 2013

Dida, assim você me mata!

Confesso que, como cruzmaltino, tenho lá minhas broncas com as atuações do goleiro Dida. A meu ver, Dida passa insegurança para os torcedores e, imagino, para a defesa do time. As últimas do Dida -perdoem-me- mas lamentavelmente não dá para ninguém entender. Ou ele treme nos jogos principais ou tem outro problema que não ouso afirmar qual é.
Dida tem um histórico de desconfiança.   Ele já foi goleiro do Independente e lembro bem que numa partida do ano de 2011, o técnico do time de Tucuruí o botou na "cerca", tirando sua titularidade devido a boatos de que ele havia se encontrado com próceres do Paysandu. Foi estranho, circulou na Imprensa, então a diretoria do Independente preferiu se prevenir, afastando o goleiro, que nem na reserva foi.
Na Tuna, desde que Alan foi embora, o goleiro Dida assumiu como titular mas sempre cometendo infantilidades. Particularmente, sempre fui contra o goleiro ser o titular, mas como Cacaio parece que só tinha ele, nada se podia fazer. Neste Blog, por várias vezes deixei claro minha desconfiança. Não digo com a dignidade do jogador, embora o passado no Independente esteja na lembrança de todos, mas principalmente no aspecto psicológico, já que Dida pegava bolas difíceis, fazia grandes defesas, mas sempre tinha deslizes horríveis, estranhos.
Quem não lembra do jogo com o Paysandu, quando o goleiro sofreu um gol do Pikachu do meio da rua? Aquela bola qualquer goleiro de pelada agarrava, porque não teve nem  montinho para atrapalhá-lo. Também o segundo gol que o goleiro tunante sofreu contra o mesmo Paysandu, foi uma vergonha.
Contra o Paragominas, pela Sétima Rodada do Parazão, a Tuna vencia por 2 a 0, de repente, no segundo tempo do jogo, Dida sofreu três gols, dois deles que deixaram os torcedores sem nada entender. Falhas feias.
No domingo a coisa foi muito parecida. A Tuna vencia por 1 a 0 e o Dida mais uma vez sofreu um gol de cabeça de Aleilson que ninguém entendeu. Ele pulou atrasado da bola, muito mal.
O segundo gol foi aquela brincadeira. O zagueiro da Tuna estava de costas, mesmo assim Dida deu a bola. Esperto, o atacante  Beá se antecipou do zagueiro, driblou Dida e fez o segundo gol do Jacaré. Vale lembrar, que  Dida fez a bobeira num momento crucial ara a Tuna, que estava necessitando fazer mais um gol, já que o Paragominas havia empatado e o resultado era bom para o time interiorano.
Pelo alerta que já havia dado aqui mesmo no Blog, não era para Cacaio ter levado o Dida. Na pior das hipóteses, Dida não é um goleiro para decisões. Suas últimas paridas mostram isso. .
Agora quando ando pelas ruas, nas minhas caminhadas, todos tiram sarro: "Marcão, onde a Tuna conseguiu aquele goleiro entregão?".
Só quem pode responder é o presidente. Mas que isto é muito complicado, isto é, não?

Marin foi porta-voz de críticas a Herzog

Marin: filhote da ditadura  tem que sair da CBF

Proferidos entre 1975 e 1976, dois discursos do então deputado estadual pela Arena José Maria Marin (foto abaixo), hoje presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), acirram a polêmica em torno da postura dele durante o regime militar. Os áudios foram descobertos nos arquivos da Assembleia Legislativa de São Paulo em pesquisa da Comissão da Verdade de São Paulo.
Em 9 de outubro de 1975, em um aparte ao discurso do deputado Wadih Helu, hoje falecido, Marin cobra providências para a apuração de denúncias de que a TV Cultura sofria um processo de “comunização”. O diretor de Jornalismo da emissora pública, na época, era Vladimir Herzog, torturado e morto 16 dias depois no prédio do DOI-Codi. Nessa época, o delegado Sergio Paranhos Fleury trabalhava no DOI-Codi. O delegado é o tema de outro discurso de Marin, em 1976, desta vez para elogiar sua atuação. (Tatiana Farah-, Blog do Noblat). 

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Morre Paulo Vanzolini, autor de "Ronda"

O compositor e cientista Paulo Vanzolini, falecido ontem
Morreu ontem, aos 89 anos, o compositor e cientista paulista Paulo Vanzolini.  O compositor estava hospitalizado desde quinta-feira, dia em que completou 89 anos. Considerado ao lado de  Adoniran Barbosa o grande nome do samba em São Paulo, ele ficou conhecido pela autoria de alguns clássicos da música brasileira como "Ronda" (De noite eu rondo a cidade / A te procurar sem encontrar / No meio de olhares espio em todos os bares / Você não está), e "Volta por Cima" (Reconhece a queda e não desanima / Levanta, sacode a poeira / E dá a volta por cima).
Imortalizada por grandes nomes de nossa MPB, "Ronda" gravada inicialmente por Márcia e depois por outros artistas, dentre as quais Maria Betânia, é cantada por frequentadores dos bares da vida, shows de artistas anônimos e ganhou inclusive versões regionais (Cena de sangue num bar, da Bernardo Sayão).
"Volta por cima" é também um clássico do samba, imortalizada principalmente pelos cantores  Elza Soares e Noite Ilustrada. Sobre esta canção, Vanzolini a considerava um fracasso "porque ninguém entendeu que o importante não é dar a volta por cima, é reconhecer a queda".
Apesar de ser autor de mais de 70 músicas, Paulo Vanzolini preferia ser reconhecido pelo seu trabalho como zoólogo. Como cientista, ele escreveu mais de 150 artigos acadêmicos. Trabalhou no Laboratório Butantã e foi diretor do Museu de Zoologia da USP, onde trabalhou por mais de 50 anos, e foi premiado pela Fundação Guggenheim, em Nova York, pela sua obra científica. Em 2008, ele doou ao museu o acervo de sua biblioteca particular de 25.000 livros, na qual colecionava inclusive obras raras, periódicos e mapas. Segundo o governo de São Paulo, o acervo tem valor estimado em 600.000 reais.
Considerado um "compositor bissexto", já que vivia na verdade da medicina, Vanzolini nunca estudou música e nem pensou em abandonar a biologia para ser compositor profissional. As músicas eram um complemento da saudade pela boêmia de tempos idos, além de um hobby para ele: as composições eram feitas nas horas vagas ou para ativar boas lembranças. Mas é inegável sua importância para a música brasileira e, principalmente, para o samba paulista, que tem nele e em Adoniram Barbosa os maiores expoentes..
A última composição de Paulo Vanzolini foi "Quando Eu For Eu Vou Sem Pena", gravada por Chico Buarque em 1997. Autodiagnosticado "duro de ouvido", Vanzolini dizia não saber distinguir ritmo, tom ou qualquer outra técnica musical. O que contava era sua paixão pela música e pelos versos das canções. Nos últimos anos, ele reunia os amigos em casa para um encontro que ele chamava de "Os Ignorantes do Samba".
Na coleção particular de LPs deste escriba, um disco valioso de Adoniram e Vanzolini, onde a história de vida e musical dos dois bambas de São Paulo é mostrada com detalhes.
Em 2009, Paulo Vanzolini foi homenageado pelo cineasta Ricardo Dias, que lançou o documentário "Um Homem de Moral", que permite conhecer o universo musical e também a vida profissional de Vanzolini   como zoólogo.

Tuna: sorte decidida em oito minutos

Por um momento, este escriba até pensou que a Tuna não mais cairia. Cheguei até mesmo a sonhar com uma possível vitória do Segundo Turno e até -quem não sonhou?- com um título, tão esperado por nós cruzmaltinos.
Mas tudo não passou de sonho. Na realidade, o time da Tuna assinou seu atestado de rebaixado quando não pontuou no Primeiro Turno, resumindo as sete partidas que disputou a um empate e somente um gol feito, ou seja, fez somente um pontinho dos 21 que disputou.
O desenho do jogo de ontem, apesar do lamaçal que foi o Estádio Arena Verde, foi interessante pelo que a Tuna mostrou: determinação. Uma Tuna aguerrida, voluntariosa e decidida a trazer a vitória de qualquer maneira de Paragominas. Por todo o primeiro tempo a Águia do Souza  foi  Guerreira, mandando no jogo, embora em alguns momentos tenha sofrido pressão, mas nessas horas se defendeu com muita garra. Mas no geral, atacou muito mais e com  competência, ao ponto de chutar bola na trave e desperdiçar lances que tranquilamente poderiam ser convertidos em gols.
O gol luso brasileiro aconteceu no rebote aproveitado por Fabrício, que cobrou uma penalidade máxima e o bom goleiro Mike Douglas espalmou. 
No intervalo  Charles fez uma modificação que alterou todo o jogo: colocou mais um atacante, o ex-cruzmaltino Adriano Miranda, que passou a ser mais um atacante do time do Paragominas. 
Com o ataque agora formado por três homens, o Jacaré passou a dominar o jogo e a forçar o meio de campo e a defesa cruzmaltina a se desdobrarem. A Tuna se defendia como podia e só ameaçava nos contra ataques. 
Como o estado do gramado era péssimo, a ordem de Cacaio ela levantar a bola, chutar mesmo,  não brincar com os ameaçadores Aleison e Adriano Miranda. 
De tanto insistir, o Paragominas chegou ao empate aos 38 minutos, numa cabeçada de Aleílson, que Dida pulou atrasado, inexplicavelmente. Os cruzmaltinos não queriam acreditar no resultado e principalmente no que ele decretava: a saída da final e o rebaixamento para o seletivo.
O goleiro tunante vem falhando em quase todos os jogos, mas ontem até que ele ia bem, fazendo boas defesas. Mas aos 47 minutos, ele resolveu voltar a ser o Dida das falhas, das tolices que fez, principalmente contra o Paysandu e contra o próprio Paragominas naúltima partida da Sétima Rodada: numa jogada em que a zaga estava de costas, o goleiro passou a bola à defesa, proporcionando que o rápido Beá (ex-Tuna) tomasse a frente do zagueiro e driblasse o infantil goleiro e fizesse o segundo do Paragominas. Foi o que faltava para que se "jogasse a toalha". Com o placar em 2 a 1 já não dava mais tempo para uma reação.
No espaço de oito minutos a Tuna selou seu destino no Parazão. De possível finalista, a um time rebaixado.
Agora é juntar o que sobrou e esperar o que a diretoria pensa fazer dentro de seu "planejamento" que é de dois zeros à esquerda.
A nós cruzmaltinos, resta a tristeza, a angústia, de vivermos momentos de tantas  incertezas, não somente no nosso futebol, mas em todos os setores do clube, do Social à Náutica, onde a campeoníssima Tuna, outrora chamada Rainha do Mar, vive uma de suas maiores crises.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Tuna Luso Brasileira. A ordem é vencer!

O centenário nome Tuna Luso Brasileira será a principal arma da Águia do Souza na partida de domingo, na Arena Verde, contra o Paragominas. A partida será decisiva para o futuro a Tuna, tanto para continuar viva para semifinal do Segundo Turno do Parazão, como para a permanência da equipe na elite do futebol paraense em 2014.
Para essa partida decisiva Cacaio terá à sua disposição todos os jogadores cru\maltino, ou seja, poderá usar a equipe titular que vem atuando em quase todo o Segundo Turno. Até mesmo o lateral Sinésio que vem de uma contusão que o afastou por várias partidas, poderá voltar, apesar de Cacaio achar que não é viável sua entrada por estar sem ritmo de jogo.
Uma grande parte de torcedores da Tuna já se prepara para ir á Paragominas prestigiar essa partida que este escriba reputa como a mais importante do ano, pois ganhando a Tuna está fora da degola.
O Paragominas, que foi a equipe que mais pontuou no Segundo Turno, jogará pelo empate. Portanto, só a vitória interessa  à Tuna. Pode ser até de meio a zero. O importante é vencer.
A Torcida cruzmaltina está preocupada com essa partida, mas está confiante na equipe. Todos sabem que vencer o Paragominas não é tarefa das mais fáceis. Principalmente dentro de seus domínios. Mas todos estão com muita fé na equipe. O ingrediente principal, como diz no início da matéria, é o nome da Tuna. Muito forte e com certeza a equipe dirigida por Cacaio saberá honrar essa marca centenária.
Rumo à vitória, Lusa querida!

quinta-feira, 25 de abril de 2013

A obra e a genialidade de Aleijadinho

"Cristo levando a Cruz", obra de Aleijadinho
Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, o maior nome da arte colonial, deixou uma vasta obra do período  barroco brasileiro espalhada por várias cidades mineiras, principalmente nas igrejas que fazem parte das cidades históricas como São João Del Rey, Sabará  e principalmente Ouro Preto.
Os apóstolos, santos, anjos e frontispícios que compõem a obra de Aleijadinho que estão espalhados nas várias cidades mineiras, infelizmente não são gerenciados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). A obra de Aleijadinho, que boa parte hoje está se deteriorando, é patrimônio, em sua maioria, da Igreja, que inclusive abriga até o túmulo do famoso escultor.
A Imprensa tem noticiado que muitas das obras de Aleijadinho estão necessitando de revitalização, inclusive algumas igrejas cujas fachadas foram feitas pelo fantástico artistas, que sofria de hanseníase, mas os padres preferem fechar as igrejas do que mandar revitalizar.
Proteger as obras do maior artista barroco brasileiro não deveria ser tarefa da Igreja, embora esta tenha sido o mecenas de Aleijadinho. Deveria, na verdade, ser  trabalho do IPHAN, nem que para isso o Governo tivesse que indenizar a Igreja.
Este escriba é um apaixonado pelas obras e pela vida de Antonio Francisco Lisboa, que ao final de sua vida, desgastado pela doença que o consumia, para concluir alguns trabalhos, teve que amarrar o martelo e o formão para entalhar verdadeiras obras primas.

...E Felipão vai enterrando a Seleção

Até quando a nova Seleção Brasileira vai brincar de jogar futebol? São cinco jogos que o pseudo técnico Luis Felipe Scolari está à  frente da equipe e é só vexame. Ontem, mais uma vez, o time dirigido pelo técnico que afundou o Palmeiras decepcionou e foi vaiado pela torcida mineira, que não teve como aceitar uma equipe que leva show, olé de um time que sabemos é bem inferior ao nosso, o selecionado do Chile.
A CBF a cada dia mostra que é um verdadeiro desastre. Com o presidente Marin e com a escolha de Felipão como técnico da Seleção Brasileira a tendência é fazermos uma das campanhas mais ridículas em Copa do Mundo. É só anotar e conferir depois.
Infelizmente a Imprensa é comprometida e não quer comprar confusão com o partícipe da ditadura José Maria Marin, que mesmo contra tudo e contra todos está à frente da CBF e ainda pagando salários altíssimos ao ex-presidente Ricardo Teixeira da madrasta, que vive nababescamente nos Estados Unidos.
Felipão desrespeita e debocha Imprensa
Ontem, a equipe que se apresentou no Mineirão contra o Chile não conseguiu convencer nem ao mais leigo dos torcedores. Não adianta querer "queimar" o Neymar ou qualquer outro jogador. Neymar não precisa mais provar nada a ninguém, é craque com C maiúsculo. O que necessitamos na verdade n]ao é somente de bons jogadores, mas de uma técnico que não seja um gauchão reacionário facistão, que grita cm todos como se fossem vaqueiros, que n]ao conhece nada de sistema tático, nem como marcar o adversário, tampouco como criar orientar um meio de capo e um ataque.
Ontem o time brasileiro esteve péssimo. Pior que a Seleção só a educação e o deboche de Felipão com os repórteres. A equipe brasileira fez uma de sus piores apresentações. Não adianta dizer que a equipe de ontem não é a seleção titular, que os melhores jogadores estão fora, virão da Europa.
Isso é conversa fiada. A Seleção que se apresentou ontem é uma das melhores formações que temos. Só que além de não ter tido tempo de treinar, Felipão só sabe entregar as camisas, e ai quando chegam em campo os jogadores não sabem em que posição devem atuar.
Felipão até que aprendeu a "disfarçar" sua incompetência, com palavras. Mas na realidade, nem ele nem o "sósia do Golias" conseguirão jamais formar um time competitivo, pois os dois não têm conhecimento para isso: um é burocrata e o outro não sabe nada de futebol.
Não adianta a história de dizer que os dois ganharam títulos.  As duas Copas que vencemos com eles -1994 e 2202- não servem de base, pois as equipes eram fracas e os adversários, piores ainda. Tanto que de 94 só Romário ficou na lembrança. Falam até que "ele sozinho ganhou a Copa". E em 2002 foi uma seleção que não teve adversários à altura.
Me preocupo com o futuro de nossa Seleção. Se não houver uma imediata mudança na Comissão Técnica  temos um grande perigo de repetir  o acontecido em 1950, quando dentro de casa, em pleno Maracanã, perdemos o título de campeão do mundo para o Uruguai

quarta-feira, 24 de abril de 2013

TJD não puniu o Santa Cruz. Eu já sabia!

Pelo resultado do julgamento do Santa Cruz de Cuiarana, ontem,  TJD do Pará deixou transparecer que as "cartas estavam marcadas", no que diz respeito à possível punição para o time do senador tucano Mário Couto. Uma multa de 5 mil reais foi o passaporte que o Santa Cruz pagou para permanecer na elite do futebol paraense e esquecer, de vez, a possibilidade de perder os 10 pontos, tão sonhados pelos adversários Águia de Marabá, Cametá e até a Tuna, que está em eminente perigo.
O esperto advogado do Santa Cruz, que imagina-se tenha exigido alguma coisa para retirar as ações contra a Federação, desqualificou dois dos três artigos que o clube estava sendo julgado e com isso o Santa Cruz escapou da perda dos 10 ponto e da degola.
Mas mesmo assim, a briga entre Santa Cruz e FPF continua. E com a briga também entre os dois senadores, o tucano e o peemedebista, a coisa ainda vai feder. E muito.

Tuna: obra na quadra de tênis gera polêmica

Inexplicável, a obra que a diretoria da Tuna está fazendo na quadra de tênis. Há pelo menos 15 dias, os adeptos do tênis, como os irmãos Relvas, que são associados, cruzmaltinos e todos os finais de semana estão jogando sua bola na quadra, que inclusive ajudam a preservar, foram surpreendidos com a inusitada obra.
Nas conversas que acontecem no clube, já surgiram boatos que a diretoria arrendou a quadra por cinco anos para que fosse explorada por uma empresa ou um pessoa comum, que procedeu o arrendamento. Segundo ainda conversas, que não podemos garantir sejam reais, o arrendatário exploraria a escolinha de tênis de segunda à sábado e somente nos finais de semana o associado teria a quadra liberada. Outras conversas falam até em um contrato de 10 anos, o que este escriba duvida, porque o presidente, como advogado, não faria  um tipo de contrato assim.
O fato é que para alugar ou arrendar qualquer espaço do clube por mais de um ano, é necessário que a autorização passe pelo Conselho Deliberativo. E, segundo alguns beneméritos e conselheiros que tenho conversado, não passou nada sobre arrendamento da quadra de tênis nas últimas reuniões do Condel.
O presidente do clube, já inventou uma situação semelhante, h´alguns anos no estacionamento. Um movimento que foi idealizado por este escriba e apoiado por associados, conselheiros, Beneméritos e Grandes Beneméritos fez com que a obra fosse paralisada, embora, por problemas jurídicos, até o presente o monstrengo não foi demolido.
É importante que conselheiros, Beneméritos e Grandes Beneméritos se movimentem no sentido de saber realmente qual acordo e o tipo de contrato que foi feito com a quadra de tênis. E é fundamental que se saiba também se a diretoria pode fazer um arrendamento destes sem o aval do Conselho.
O pior dessa situação é que os atletas e simpatizantes do tênis foram pegos de surpresa e estão revoltados com a situação porque não podem praticar seu esporte favorito.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Barcelona leva um surra do Bayern: 4 a o.

A severa goleada  de 4 a 0 aplicada pelo Bayern de Munique no Barcelona serve para que alguns tolinhos façam uma reflexão sobre realmente qual é a do time espanhol: se ele só joga com o Messi ou se é uma equipe de 11 jogadores.
Completa, com Messi e tudo, embora o argentino esteja meio capenga, o time espanhol mostrou que com o argentino em forma é um time e sem ele é outro. Mas o fenômeno é mais interessante porque a história de melhor time do mundo, como alguns tolinhos gostam de chamar, com certeza vai para o beleléu pois, digamos que Messi seja realmente o melhor jogador do mundo, mas o Barcelona não pode ser o melhor time porque prova que joga em função de Messi e vice versa. Hoje houve mais uma prova disso.
A goleada aplicada pelo Bayern, impiedosa por sinal, e que praticamente garante sua classificação no segundo jogo em Barcelona, deixou o time de Messi e Iniesta no desespero e praticamente fora da final da Liga dos Campeões. Não acredito que ele vença por goleada em casa.
Os 4 a 0 deixou o time catalão desesperado e humilhado, ao ponto do lateral esquerdo do time time espanhol Jordi Alaba perder a cabeça e jogar a bola  agressivamente no rosto de um jogador do Bayern.
O reinado do time catalão ainda deve demorar. Mas agora, que as boas equipes europeias já manjaram a sistemática de jogo e a deficiência da equipe  catalã sem Messi, a tendência é pouco a pouco o Barcelona passar a ser um time bem comum.

Livro mostra que a Princesa Isabel era racista

Quem pensa que a princesa a Isabel, considerada heroína nacional e que assinou a Lei Áurea, libertou os escravos, conforme os livros didáticos, em 1888, realmente foi um redentora e merece ser canonizada como existe um movimento com essa intenção, está muito enganado.
Na realidade,  a esposa do Conde D'Eu, filha do D. Pedro II, segundo mostra o livro da historiadora Mary Del Priore, não suportava os escravos e debochava da posição libertária de republicanos e dos abolicionistas, principalmente os mais combativos como o jornalista José do Patrocínio. 
Em seu livro "O Castelo de Papel", lançado pela Editora Rocco, Mary Del Priore desfaz o mito de redentora de Isabel, que na verdade era uma burguesona e jamais se indignou com os açoites recebidos pelos negros escravos. A princesa, segundo a historiadora, que para escrever seu livro pesquisou vários documentos no Instituo Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) e no Museu Imperial de Petrópolis, mostra um perfil completamento diferente do que a história do Brasil mostra (ou mostrou) em livros didáticos:  a princesa Isabel era uma mulher somente preocupada com sua família, com as benesses que vivia a realeza imperial.
A princesa teve um série de adversários antes de assinar a Lei Áurea, em 13 de maio e 1888. André Rebouças, político e intelectual baiano, que defendia a abolição dos escravos, e que comemorou quando a princesa aderiu à campanha abolicionista; o escritor e jurista baiano Ruy Barbosa, que chegou a cobrar em pleno Teatro Politeama, no Rio de Janeiro, uma posição mais voluntariosa da princesa em relação aos escravos; e o jornalista José do Patrocínio, que não refrescava, chamando a "redentora" até de débil em seus fortes artigos defendendo a abolição.
Os que pedem a canonização da princesa Isabel agora vão ter que repensar pois, segundo conta Mary Del Priore em seu livro, a filha de Pedro II procurava ignorar todas as vozes que clamavam pelo fim da escravidão no Brasil.
Isabel: na verdade odiava os negros
"Certa feita", diz um trecho do livro, "no ano de 1881, a princesa Isabel fingiu não ouvir os lamentos das senzalas e dos republicanos. Recém-chegada de uma viagem à Europa em companhia de seu marido, o Conde D'Eu,  Isabel evitou o clamor que já dominava as ruas do Rio de Janeiro e partiu para um refugio na residência imperial na região serrana de Petrópolis.
Em outra oportunidade, Isabel manifestou seu deboche com as cobranças de sua aia, a condessa de Barral, Luiza de Barros Portugal, que cuidou de sua educação na juventude e que era a favor do fim da escravidão:
"Que demônio pode ter lhe contado tantas coisas, querida? São os horríveis artigos do José do Patrocínio? Se você não pode ignorá-los, mostre que eles lhe são desagradáveis".
Alheia à política, nas cartas da princesa Isabel ela demonstrava que não gostava nem da palavra, a seu ver "entediante".  
Mary Del Priori mostra em "O Castelo de Papel" que até os sentimento de Isabel para com o Brasil eram poucos. Seu marido, o Conde D'Eu, mostrava um sentimento bem mais palpável de que a "redentora".
O livro-documento, que já se encontra  em livrarias, serve para desmitificar aquela que mesmo sendo a autora da lei que libertou os escravos no Brasil, tratava seus empregados escravos nominando-os discriminadamente: "Marta, negrinha do quarto; Francisco Cordeiro, preto do quarto; Minervina, lavadeira; José Luís, preto músico e Antonio Sant'Ana, preto que me serviu algum tempo".
Isabel era racista escancaradamente. Os negros não têm nada que comemorar com essa libertadora de araque, que assinou a Lei Áurea para se manter na riqueza exploradora e evitar a animosidade entre escravos e donos de terras que davam sustentação à Coroa.

José Dirceu: "a Justiça está do meu lado"

Teve grande repercussão nos meios políticos a excelente entrevista que o ex-ministro José Dirceu deu a um jornal de nossa capital no final de semana. Respondendo a todas as perguntas, José Dirceu em todos os mementos da entrevista mostrou sua grande personalidade, seu talento e sua vontade de lutar para mostrar realmente o grande equívoco do Supremo em condená-lo. O ex-ministro garante que a sociedade foi induzida a condená-lo.
O ex-ministro José Dirceu
O ex-ministro de Lula foi seguro e taxativo quando a repórter lhe inqueriu sobre o caso envolvendo o ministro Fux, que a Imprensa publicou que ele havia garantido que votaria por sua absolvição.
"O senhor esperava que ele votasse por sua absolvição?", perguntou a repórter. Dirceu respondeu: "Não. Eu não esperava que ele votasse, porque eu falei para ele que eu não queria que ele me absolvesse. Eu queria que ele votasse segundo os autos".
Na pergunta sobre se o ex-ministro estava preparado para ser preso, já que o Supremo o condenou por  10 anos, Dirceu respondeu com tranquilidade:
"Cada dia com sua agonia.  Se eu sofresse por antecipação não estaria vivo, pelo que eu já passei na vida. Eu tenho a consciência tranquila de um inocente, portanto eu tenho capacidade para lutar. Preso ou não eu vou lutar".
E demonstrando que está preparado para enfrentar com dignidade qualquer que seja o seu futuro, José Dirceu respondeu narrando um pouco de sua história o que acha de seu julgamento:
"Eu já fui preso. Eu já cumpri pena de prisão durante a ditadura, que não tinha a infâmia que tem essa condenação. É uma infâmia me acusar de corruptor, de chefe de quadrilha. Eu tenho biografia, eu não tenho folha corrida. Eu sempre prestei serviços ao País, eu abri mão de toda a minha vida, eu sempre servi ao meu País. Eu não temo nada, eu não tenho temor. Eu vou enfrentar qualquer situação da mesma maneira que eu enfrentei a cassação, que eu enfrentei o julgamento, que eu estou enfrentando a condenação. Eu tenho apoio, eu tenho respaldo, eu tenho solidariedade dos meus companheiros, das minhas companheiras, de amplos setores da sociedade. Lógico, que eu sei que eu tenho a condenação, porque a sociedade foi induzida ao erro. Não há uma prova de que foi comprado voto, não há uma testemunha. E o Roberto Jefferson que denunciou o mensalão, que diz que houve, foi cassado porque não provou. E eu fui cassado porque chefiei. Olha aí a contradição. É inacreditável que tenha acontecido esse julgamento como aconteceu".
O ex-ministro termina a entrevista dizendo que tem que lutar, porque não vai aceitar uma condenação por algo que não fez. Dirceu diz que a Justiça está do seu lado e que seu julgamento foi feito infringindo vários direitos de defesa, como presunção, processo legal. "Dá para escrever um livro", garante o ex-ministro.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Tunantes devem ajudar a salva nossa náutica!

O resultado negativo da equipe da Tuna na II Regata já era, lamentavelmente, esperado. Dos 11 páreos, o técnico José Wildemar, o Lindão, só conseguiu alinhar sete. Mas bravamente, a equipe luso brasileira ainda conseguiu três vitórias.
Para a quem tem uma tão perfeita história no esporte de remo paraense, é vergonhoso o que esta acontecendo na Tuna. Pela segunda vez consecutiva a Tuna não alinhou os 11 páreos, dando uma enorme vantagem aos dois adversários, Remo e Paysandu.
Sinceramente não acredito mais que a Tuna seja a campeã do ano. A diferença de pontos de Paysandu e Remo para a Tuna é muito grande e embora ainda faltem três regatas, as chances, penso, serão remotas para a virada da Águia do Souza.
Na segunda regata, que aconteceu ontem, o Paysandu saiu vitorioso com 20 pontos, vencendo quatro páreos. O Remo também venceu quatro páreos, e ficou em segundo lugar com 25. A Tuna venceu três e chegou aos 17 pontos. Dos males o menor, pois na regata passada não conseguiu vencer nem um páreo.
Valdoniton, um dos bons remadores da Tuna
O Paysandu continua na liderança do Campeonato Paraense, somando agora 61 pontos. Logo em seguida vem o Remo, com 56. A Tuna está apenas com 25 pontos, pois tinha somente oito pontos da primeira regata. Está complicado para a Águia do Souza.
Dirigentes da Tuna, que ficam pregando retratinhos de amigos seus não cruzmaltinos na parede do Ribatejo, com o objetivo único de paparicar, deveriam era trabalhar em prol de algum esporte amador do clube, como a náutica, que está sucumbindo e nenhum dirigente olha para a situação.
Ano passado, por esforço deste escriba e de alguns amigos, foi resolvida a situação do trapiche e da rampa da sede náutica. Nenhum dirigente teve a dignidade de agradecer o esforço dos que ajudaram a reerguer os anos de história da heróica Tuna. Ao contrário, abandonado estava, abandonada continua.
Por falta de apoio, atletas da náutica deixam a Tuna, cooptados que são pelos dois adversários, Remo e Paysandu, que oferecem alguma coisa material para os remadores e conseguem tirá-los da equipe luso brasileira. A luta dos que insistem com o esporte náutico na Tuna, é muito desigual. Quase sem apoio, técnico e atletas vão treinar diariamente somente por amor.  
Que os verdadeiros cruzmaltinos reflitam e vejam a melhor maneira de salvar o esporte onde a Tuna tem mais histórias, tem mais vitorias...

Em Paragominas, o fio de esperança

Vamos à Paragominas trazer a vitória da nossa Águia!
Depois do empate de ontem, de 0 a 0, só resta para os tunantes rezar e para a Tuna a sorte. Sim, muita sorte, pois vencer a boa equipe do Paragominas em seu campo não é impossível, mas é muito difícil.
A Tuna desperdiçou várias oportunidades ontem. Tanto no primeiro como no segundo tempo. Mas perder uma penalidade máxima não poderia ser em momento mais inoportuno.
Ontem, a Tuna vale lembrar, a Tuna cometeu os erros do primeiro turno. Trabalhou bem a bola em todo os setores, mas na hora de finalizar nada dava certo.
O grito ficou "entalado na garganta" como diria o compositor Geraldo Azevedo. Várias vezes tivemos o grito de gol paralisado. Parecia, como no poema de Drummond, que tinha sempre uma pedra no meio do caminho dos jogadores cruzmaltinos.
Nem mesmo o bom Lucas conseguiu finalizar legal ontem.
Ficou bem mais difícil agora para a Tuna. O Paragominas é um clube muito forte dentro de casa. Os comandados do Charles Guerreiro conhecem bem a Arena Verde, e com certeza a Tuna vai encontrar dificuldades com o campo e com a torcida do Jacaré.
Mas não adianta lamentações, procurar culpados, chorar os gols perdidos e a penalidade que Daniel chutou em cima do goleiro. É trabalhar para reverter a situação e conseguir a vitória lá dentro, em Paragominas.
À essa altura do Campeonato literalmente não é hora de baixar a cabeça. Sabemos das dificuldades. Somos conscientes de que a grande chance foi ontem, mas nada está perdido. O fio de esperança existe e vamos nos agarrar à ele e lutar com todas as forças para trazer a vitória.
Vai ser um jogo decisivo para as duas equipes, pois tanto Tuna como Paragominas necessitam da vitória. Aliás, o Paragominas chegará à classificação com um simples empate. Mas para a Tuna só a vitória interessa. Ela será duplamente comemorada: a classificação para as finais e a certeza da permanência na elite do futebol paraense.
Domingo, vamos arrumar nossas bandeiras e seguir rumo à vitória. Na paz, traremos a vitória cruzmaltina.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

A genialidade de George Harrison


George Harrison era sem dúvida o mais sensível e talvez o mais musical dos Beatles. Excelente guitarrista e compositor demasiadamente melódico sem ser popularesco, Harrison deixou obras primas. Infelizmente Paul e John, um dos com os melhores do grupo de Liverpool, trabalharam muito para ofuscar o talentoso Harrison.
Nessa música, que sempre me pego cantando,talvez por admirar muito a obra desse fantástico artista, é para relembrar o bom tempo de grandes guitarristas, excelentes letristas, e fantásticos cantores. Como George Harrison.
Presente do Blog. "Here comes the sun", esta obra prima de Harrison, aqui interpretada por ele e seu amigo, o baterista e ex-beatle Ringo Star,  recebeu versão em português de outro grande guitarrista, mestre Lulu Santos. Mas o melhor mesmo é no original de George Harrison. Curtam. E torçam pela Tuna domingo. 

Um jogo que poderá definir futuro da Tuna

A Tuna fará domingo no estádio do Souza, diante do Paragominas, uma partida que terá duplo significado no futuro da equipe: se vencer o Jacaré chegará aos 14 pontos, a quatro vitórias e com isso estará definitivamente fora do rebaixamento,  ainda terá a chance de jogar pelo empate no segundo jogo  e garantir a classificação para a final do Segundo Turno.
Não se pode pensar que será uma partida fácil. O Paragominas é uma das melhores equipes do Campeonato Paraense. É a que melhor pontuou no Segundo Turno e isso não aconteceu por acaso. Tem um bom banco de reserva e vem completa para jogar no Souza.
A Tuna sofre por não ter um com alguns jogadores no Departamento Médico, Cacaio ainda tem algumas chances de quem estará à sua disposição, como também com quem contará para a regra três.
Mas pelo que tenho acompanhado, os atletas cruzmaltinos estão focados na partida. Eles sabem da importância de vencer o jogo e ter uma oportunidade de mostrar o talento da equipe e até individualmente numa possível final com Remo ou Paysandu.
Ontem os jogadores receberam parte dos salários e isso é, inegavelmente, um incentivo para o f gru´po. A torcida cruzmaltina está embalada e tprce para que a arquibrancada principal esteja liberada. "Vamos tomar conta do Souza", diz Rogério, da MUC (Movimento Uniformizado Cruzmaltino), que torce por uma vitória tunante por um placar que garanta tranquilidade no segundo jogo, em Paragominas.

Seis brasileiros com chances na Libertadores

A classificação das seis equipes brasileiras na Copa Libertadores serviu de um grande  alento para o futebol brasileiro, ultimamente de cacife muito internacionalmente.
O título de Campeão do Mundo pelo Corinthians e agora a classificação do time mosqueteiro e mais de Grêmio, São Paulo, Palmeiras, Fluminense e Atlético Mineiro respaldaram o Brasil, dando mais moral, pois algumas das vitórias, como as de São Paulo na quarta-feira e a do Grêmio, ontem contra o Huachipato do Chile, trouxeram de volta a velha raça e o talento do jogador brasileiro.
Na partida de quarta-feira, contra o Atlético Mineiro, o São paulo mostrou que é time de chegada, que não teme adversário, mesmo que esse adversário seja um grande time e com uma grande cartel de vitórias como o Atlético Mineiro.Com um Morumbi com mais de 50 mil torcedores, o time de Ganso e Cia mostrou talento e garra, e botou água na farofa do churrasco de Ronaldinho Gaúcho, que falou tolices no intervalo do jogo, e terminou com duas pitombas dos sampaulinos.
Ontem foi a vez do Grêmio. Com garra e determinação de seus jogadores, o time gaúcho comandado por Wanderley Luxemburgo sofreu, mas garantiu a classificação. O gol do tricolor gaúcho foi assinalado por Zé Roberto. A novidade foi o atacante Barcos como o aitão da equipe. Seguindo Luxa, por falar espanhol, o atacante argentino numa situação poderia ser mais útil à equipe.
No final da partida o Huachipato empatou e a equipe foi toda para o ataque, pois para os chilenos só interessava a vitória. O desempate não veio, e aí o desespero tomou conta de todos os chilenos, inclusive técnico e jogadores, que partiram ara a briga.  Wanderley Luxemburgo foi agredido pelos membros da Comissão Técnica chilena. Agora, os desesperados chilenos vão ter que se ver com a Conmebol.
Este escriba acredita muito no ressurgimento do futebol brasileiro, até mesmo da Seleção, hoje em baixa mundialmente. Na realidade, a saída de jovens atletas para equipe européias durante anos fez com que o principal esporte nacional caísse ao ponto de não termos mais grandes ídolos nacionais. Mas penso que isso é passageiro., pois em nosso país de seis em seis meses nasce um grande jogador, já dizia João Saldanha.
Agora, com uma grande chance de novamente uma equipe brasileira ganhar a Libertadores (são seis nossos disputando!), e consequentemente de chegar como o campeão Corinthians ao topo do mundo, dá para sonhar novamente com uma grande futebol no Brasil.

Tristeza na Baía: Tuna fora do 8 gigantes

Para os verdadeiros cruzmaltinos, não os oportunistas, é triste, lamentável ver a situação em que se encontra a garagem e a equipe náutica da Tuna Luso Brasileira. Depois da triste participação na I Regata de 2013, quando a Tuna alinhou só seis páreos e não conseguiu ganhar nenhum, agora, a Águia participará da II Regata e novamente com apenas nove páreos inscritos e com a possibilidade de alinhar somente sete e no máximo oito páreos. Nessa conjuntura de sofrimento, o de fazer qualquer cruzmaltino chorar: a Tuna não vai alinhar  o Oito Gigante, o mais famoso e emocionante páreo do esporte náutico.
Lamentável,  triste e até vergonhoso, porque quem acompanha e conhece a história da Tuna em seus 110 anos, sabe que tudo começou no belo e importante esporte náutico, e é justamente na regata onde a Águia do Souza conseguiu suas maiores glórias, sendo a Tuna a maior campeã do Pará, com 40 títulos conseguidos com todas as honras na Baía do Guajará.
Numa situação vexatória, a  náutica da Tuna hoje sobrevive graças à ajuda de alguns torcedores abnegados, que mesmo apoiando,  lamentam a falta de comprometimento da diretoria, que é ciente do sofrimento dos que fazem o esporte náutico com muito esforço. Esse misto de muita garra, muito amor e respeito que os abnegados remadores e Comissão Técnica têm pela Tuna, infelizmente os entristece e decepciona, pois eles vêem que a diretoria nada faz para melhorar o desempenho da equipe. É visível a situação de desconforto que os atletas e Comissão Técnica passam,  assim como o próprio prédio da garagem, que está com sérios problemas, e ninguém da atual diretoria se esforça para mudar a situação da  "Rainha do Mar".
Recentemente a diretoria cruzmaltina fez um jornaleco onde dentre algumas inverdades, publica uma seleção de fotos de "grandes cruzmaltinos". Vergonhosamente, boa parte dos "grandes" homenageados não são sequer sócios do clube, tampouco cruzmaltinos e pior ainda: não frequentam o Clube e nunca fizeram nada pela Tuna. Seria importante que todo cruzmaltino verdadeiro, que conhece e ama o cube, procurasse ver o papelucho feito pela diretoria com excesso de baboseiras e cabotinices.
A Tuna Luso Brasileira vive hoje uma de suas piores gestões. O mote do trabalho da atual diretoria é o puxasaquismo, tipo de atuação de quem não tem competência nem comprometimento. Os atuais dirigentes   preferem mentir, criando factóides si, na tentativa de esconder a conivência de uns com os outros.
Na verdade, a palavra de ordem na Tuna hoje é bajular. Esqueceram que dirigir um clube centenário como a Tuna tem que ter além do natural amor, competência e capacidade administrativa, sem oba oba e babação, coisas típicas de alguns que estão por lá e que até se dizem pretensos candidatos à presidência.
A diretoria  atual já mostrou que não tem compromisso com o sócio e com os torcedores; só funciona para os amigos e convidados. Fora isso é tudo na base da babação, do bajulamento dos que interessam ao rei. Atuar de verdade, em todos os setores do clube é difícil, requer comprometimento não só do gestor, mas de uma equipe, o que na Tuna de cinco anos para cá não existe.
No futebol a Tuna está necessitando de uma vitória para não cair para o para o famigerado seletivo. Na náutica, a campeoníssima Tuna não está sendo nem de longe a "Rainha do Mar". 
Com certeza na náutica teremos a mera participação em mais uma regata de derrota, de tristeza, de vergonha. No futebol, ainda existe uma chama de esperança.  
Até quando isso vai permanecer?

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Ingenuidade fez o Remo cair por 3 a 0

Ingênuo. O Clube do Remo foi um time mais que ingênuo frente ao Flamengo, na derrota de ontem por 3 a 0. O velho pecado que vem assolando o time dirigido por Flávio Araújo continuou decomforça ontem: a falta de criatividade do meio de campo. Na verdade, faltam homens de meio de campo. Flávio Araújo, desde que aportou por aqui,  não conseguiu definir uma equipe que tenha qualidade suficiente para defender, atacar e fazer os gols necessários para as vitórias. 
Araújo nunca consegue repetir o mesmo time ou o mesmo sistema tático e quase todos os jogadores até o presente testados no meio de capo são uma decepção para os torcedores azulinos.
Engraçado é que Flávio mesmo que não tenha nunca apresentado um time que proporcionasse espetáculo,  quando chegou em Belém ganhou várias partidas e chegou a agradar à torcida. Um de seus jogadores mais elogiados, e que mostrou uma característica moderna de jogar, que foi Galhardo, hoje decepciona. O  jogador carioca, que alguns cronistas chegaram a comparar ao meia do Paysandu Eduardo Ramos, nunca mais conseguiu se firmar como o organizador do setor de criação remista.
É bom que se diga, que se o setor de criação de uma equipe não funciona, como no caso do Remo, onde jogadores como Galhardo, Clebson e Jhonnatan não conseguem lançar bolas para o ataque, é claro que não vai adiantar ter homens na frente. Eles vão sempre continuar a não fazer gols. É simples: atacante não precisa ser craque. Só saber chutar e fazer gols. Rafael Oliveira é um exemplo: mal sabe dar o um drible, mas é o artilheiro. Por que? Porque o meio de capo bicolor é bem organizado.
Sobre a derrota remista de ontem, incialmente o time azulino até que resistiu (eu falei resistiu!) e por um bom tempo. Mas depois que tomou o primeiro gol, aos 35 do primeiro tempo,  foi presa fácil para um regular time do Flamengo. 
Torcedores azulinos se perguntam: onde estão Capela e Ramon, jogadores que foram trazidos mas que não são nunca escalados pelo técnico Flávio Araújo?
O Flamengo é um time de qualidade regular para baixo. Não conseguiu classificação para as finais do Segundo Turno do Campeonato Carioca. Mas uma coisa tem que ser muito bem avaliada. Um time fraco num campeonato do Sudeste não pode ser comparado com um time considerado de qualidade por aqui. A
diferença é muito grande. O Flamengo pode estar muito ruim para o Campeonato Carioca ou Brasileiro. Mas  dentre os times que disputam a Copa do Brasil, em sua maioria, ele ainda é, sem dúvida alguma, um time que pode ser chamado de grande.

São Paulo para Atlético com show de Ganso

A vitória por 2 a 0 do São Paulo, ontem, sobre o Atlético Mineiro, pela Libertadores, no estádio do Morumbi,  foi tipo assim um abafa para a eufórica onda de vitórias do time mineiro, que frente ao time de Paulo Henrique Ganso pareceu uma equipe assustada, pressionada por todos os flancos, dominada no meio de campo, onde Ronaldinho Gaúcho, ultimamente meio "garganta", pouco apareceu, limitando-se a querer ser o "gênio da lâmpada", tipo o conselheiro, o experiente. Mas nem isso ele conseguiu fazer bem feito.
Os nomes da partida foram Paulo Henrique Ganso, que aos poucos vai mostrando seu belo e produtivo futebol, e o atacante Osvaldo, que em todos os jogos é o grande nome do time tricolor. 
Com lançamentos precisos, conseguindo comandar o meio de campo, prendendo a bola com tranquilidade e objetividade, o paraense ex-cruzmaltino Ganso mostrou que chegar ao melhor de sua forma física e técnica é uma questão de tempo, e pouco tempo. Paulo Henrique ontem pagou o ingresso dos sampaulinos.
Mais uma vez a equipe tricolor atuou sem seu centro avante titular, Luiz Fabiano, mas com o veloz Osvaldo e Aloísio, no ataque, o São Paulo desde o início do jogo mostrou que queria acabar com o bafo do Atlético. Com todos os jogadores se superando e com Ganso, que substituiu Jadson, fazendo talvez sua melhor partida desde que chegou ao Morumbi, o tricolor paulista atacava muito pelas laterais, aproveitando a velocidade de Osvaldo pela direita e as infiltrações de Aloísio pelo meio. A zaga tricolor tinha pouco trabalho com Ronaldinho e Jô, que não estavam muito inspirados.
O primeiro tempo terminou 0 a 0, mas o São Paulo demonstrava que queria porque precisava, vencer o jogo.
O primeiro gol veio logo aos 11 minutos do segundo tempo. Com um toque de primeira Paulo Henrique Ganso tocou  para Osvaldo que, em profundidade, lançou para o atacante Aloísio. Este sofreu um puxão do zagueiro atleticano e o árbitro assinalou pênalti.  Rogério Ceni bateu a penalidade com frieza e muita precisão. Ele mesmo quase foi à loucura de tanto vibrar.
Ney Franco substituiu Aloísio que estava se queixando de muitas dores. O jovem Adenilson entrou em seu lugar e com aproximadamente cinco minutos em campo ganhou um presentão de Osvaldo, que havia recebido lançamento de Ganso em profundidade, e fez o segundo gol para o São Paulo.
O técnico Cuca ainda fez algumas substituições para nada ava certo para o time alvinegro. 
Depois do jogo o goleiro Rogério Ceni, muito emocionado, falou que para de jogar até o final do ano "se possível com o título de campeão da Libertadores". Estranhamente humilde, deu sua camisa de presente à Paulo Henrique Ganso, dizendo que era para o melhor jogador em campo. "Você merece. Numa partida como a de hoje um craque diferenciado, como Ganso,  vale muito", disse o goleiro à Imprensa.
São Paulo e Atlético voltam a se enfrentar pela mesma Libertadores  em partidas de ida e volta, pelas oitavas de final, em datas que serão confirmadas.  

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Rochinha está vivo! Morte foi "barrigada"

O ex-pugilista Rochinha com os filhos Cassius Clay e Joy Louis
A "barrigada" de uma emissora de rádio paraense de que ex-pugilista José Geraldo da Rocha, o Rochinha, havia morrido foi desmentida pelo seu filho, o também pugilista, Joy Louis Gerald, conhecido também como "Rochinha Júnior". 
"Quase matam foi a vovó com notícia da morte do papai", disse revoltado o jovem pugilista, que visitou este escriba ontem e fez questão de passar o celular para que eu conversasse com Rochinha, que se encontra já há seis meses em uma casa de recuperação de dependentes químicos e de álcool em Mosqueiro.
Joy Louis e seu irmão Cassius Clay são lutadores de Boxe e motivo de orgulho do pai Rochinha, que foi campeão sul americano mas que hoje, lamentavelmente,  faz tratamento para se recuperar de dependência química. Rochinha, que é conhecido pelas amizades que fez durante seu período áureo como lutador, de repente desapareceu de circulação e uma emissora noticiou sua morte. Direto da clínica em que faz tratamento em Mosqueiro, o ex-pugilista conversou alguns minutos com este escriba quando disse que está curado e dentro de aproximadamente quatro meses estará de volta, em forma "para nunca mais entrar para essa coisa de otário que é droga", garantiu.
Enquanto Rochinha está se tratando, seu filho Cassius Clay ou Rochinha Júnior disse que está entrando firme no MMA, e que breve todos estarão ouvindo seu nome como vencedor.
Joy Louis tem 20 anos. Apesar de jovem o boxer tem um cartel de respeito. Das 15 lutas que disputou perdeu apenas uma, por pontos. Agora ele se prepara para entrar firme no MMA. Ele sonha e trabalha para isso e espera a volta do pai para ajudá-lo na preparação e no incentivo. 

A primeira tolice do ano

Não sei se pode ser considerado piada, mas o que a Imprensa publicou ontem tem sim jeito de piada. Se acontecer do Payssandu perder seu excelente meia Eduardo Ramos, imediatamente o time bicolor  investirá alto para levar o atacante Fumagali para a Curuzu.
Não acredito muito na saída de Eduardo Ramos do Paysandu. Para quem não sabe, o salário do excelente jogador é pago por um afortunado empresário torcedor do Paysandu e se o jogador tiver contrato até o final do ano ou da Série B, não vai querer trocar o certo pelo duvidoso, ou seja, deixar uma equipe onde  é titular e ídolo, por uma onde vai ter várias sobras para ultrapassar até chegar à titularidade.
Mas digamos que saia, vá cuidar de sua vida em outra equipe, da Série A, e até ganhando mais do que o que recebe mensalmente no Paysandu (em torno de 150 mil mensais). 
Será mesmo que valerá a pena o Paysandu levar o veterano Fumagali para a Curuzu?  Acredito que se realmente tiver fundamento a tal notícia, será a primeira grande tolice do ano que o time bicolor fará, pois Eduardo Ramos é jovem (28 anos) e tem talento de sobra.  Já Fumagali é veteraníssimo,  já beira os 40 anos e seu talento é parecido com o do meia Galhardo: joga uma partida boa, duas ruins e três mais ou menos.
Em termos de talento, não dá para comparar Eduardo Ramos com Fumagali, apesar do salário que dizem Fumagali recebe no Santa Cruz seja de 400 mil reais. Égua!

Domingo a ordem na Tuna é vencer e vencer!

Uma vitória, pura e simples. Este é o resultado que a Tuna precisa fazer domingo para garantir a primeira parte de seu dever de casa: evitar a degola. Vencer é então o primeiro passo e o mais importante. Se conseguir vencer e por um placar que lhe proporcione vantagem de classificação no próximo jogo, que será em Paragominas, a Tuna chegará à glória, realizando o sonho que sua torcida, sofrida, tanto espera.
Para a partida de domingo, que se realizará no Estádio Francisco Vasques, o Souza, a Tuna ainda não contará com seu lateral Sinésio, que continua contundido. Na lateral direita entrará o volante Maranhão, a improvisação que o técnico achou melhor para a defesa cruzmaltina.
Cacaio sabe da importância de vencer a partida. Mas também é consciente dos problemas que  tem contra si, sendo um dos maiores o atraso salarial, que atinge funcionários e atletas profissionais luso brasileiros. O técnico tenta contornar, mas existem os mais insatisfeitos, inclusive chateados com a postura do presidente, que deixa transparecer à Imprensa que está tudo às mil maravilhas. Nas conversas que mantém com os jogadores, Cacaio deixa bem claro aos atletas a responsabilidade de vencer, esquecendo pelo menos por ora, a questão monetária.
"Às vezes a gente tem que esquecer um pouco a questão dos salários, embora todos necessitem de dinheiro. Mas no momento a Tuna tem que pensar somente em vencer, pois ganhando a primeira partida domingo conseguiremos garantir a permanência da equipe na elite do Parazão. Depois é pensar na próxima partida e se possível até chegar ao título", diz um Cacaio que mostra  um grande profissionalismo.
A torcida cruzmaltina está radiante à espera de uma vitória domingo. O Souza com certeza vai lotar, de tunantes e dos amantes de um bom futebol que certamente Tuna e Paragominas mostrarão. Se vencer domingo e pelo menos empatar a próxima partida, que será em Paragominas, a Tuna disputará o Segundo Turno com Remo ou Paysandu. "O mais importante é vencer a primeira partida. Se conseguirmos, vamos à luta para disputar a final", diz Cacaio.
Nossa obrigação de cruzmaltinos é prestigiar a equipe. Vamos todos ao Souza incentivar à Tuna à uma vitória.  

terça-feira, 16 de abril de 2013

Puxão de orelha e outros papos

Depois do puxão de orelha que levou do atrapalhado senador tucano Mário Couto, por próceres da FPF resolveram chamar as quatro equipes interessadas para discutir o dia e horário dos jogos das semifinais, o que na na verdade  não merecia a discussão nenhuma, pois o correto era o que ficou determinado: Remo e Paysandu, no sábado e Tuna e Paragominas no domingo. Mas valeu a reunião, pelo mesmo serviu para o coronel e seus diretores se mancarem e passarem a respeitar as outras agremiações, o que não aconteceu quando ele chamou só os dois para reunir e decidir a vida de oito.
Algumas histórias que acontecem no nosso futebol precisam mudar. Não é mais possível primeiro um dirigente passar anos e anos à frente da entidade que administra o futebol paraense. As gestões precisam ser democráticas. Se o gestor é bom, presta contas dos seus atos, administra com respeito a todos, acho que tem todo o direito de ser reeleito, seja o mandato de dois ou três anos. Mas como acontece no futebol paraense e brasileiro  é um desrespeito. Existem dirigentes que já são chamados de vitalícios, como o de Roraima, onde futebol praticamente não existe, mas o presidente, um tal Zeca Xaud, está no poder há quase 30 anos.
Penso que em dezembro, quando acontecem as eleições para presidente da FPF, o coronel Nunes não mais irá disputar, como também seu fiel escudeiro, Paulo Romano. 
Mas não acho nada saudável dois ex-presidentes do Paysandu disputarem a presidência da casa. É preciso uma renovação, com pessoas que sejam desportistas, mas não obrigatoriamente de Paysandu ou Remo. Por que não fazer uma chapa democrática, com desportistas de várias matizes? No momento o presidente é Paysandu até a medula; seu vice, idem. Agora dois "Paysandu" estão brigando pela presidência. Por que tanta vontade de dirigir a FPF? Será que a grana é tanta que vale a pena tanta briga? Acho que isso é ruim. Muito ruim para nosso futebol. 

segunda-feira, 15 de abril de 2013

O brilho da Estrela Solitária

Que belo futebol vem jogando o Botafogo! Muitos parentes deste escriba, principalmente os cunhados Emanuel, Gabriel, sobrinhos Bruno e Rafael e muitos outros amigos, estão rindo para as paredes, com o sucesso do time alvinegro.
Surinamês vem "acabando" no Botafogo
Atribuo o sucesso do Botafogo principalmente à competência, talento e à humildade do grande técnico Osvaldo Oliveira. Lembro de Osvaldo quando começou como auxiliar de Wanderley Luxemburgo. Seu nível intelectual, sua firmeza e o bom diálogo com os jogadores o fizeram um vencedor. Primeiro no Brasil, depois no exterior e, agora de volta ao Brasil, Osvaldo está mostrando que só evoluiu.
Também as contratações acertadas que o time de General Severiano fez, inclusive as internacionais -que este escriba dá a mão à palmatória pois não acreditava muito-  como Lodeiro e o craque Seedorf, foram de fundamental importância para o sucesso do time de Mané Garrincha.
O Fogão -de Nilton Santos, Didi e Garrincha-, como os torcedores lhe chamam carinhosamente, com a expressiva vitória de ontem sobre o Nova Iguaçu por 4 a 1, assumiu a liderança do Grupo A com 18 pontos, e é forte candidato a levar a Taça Rio. Como foi o vencedor da Taça Guanabara, o time da Estrela Solitária pode ser, de repente, até  campeão arrastão para alegria de sua vibrante torcida.

Bicolores se entronizam na FPF

Aviso aso navegantes: Por que será que só ex-dirigentes do Paysandu brigam e realmente chegam à presidência da FPF? O coronel Antonio Carlos Nunes, que já foi diretor de futebol do Paysandu e é declaradamente um ferrenho torcedor bicolor, está entronizado na Casa do Futebol paraense. Seu vice, José Ângelo Miranda (que é filho do grande Miranda Sobrinho, histórico tunante), é também outro fanático bicolor, tendo ajudado muito o Paysandu quando esteve à frente da SEEL e depois tornou-se um grande baluarte na construção das arquibancadas do time bicolor; e Artur Tourinho (mesmo estando lado a lado com o atual presidente da Tuna -credo!) é também alvi-celeste de sete costados, quer dizer, todo bicolor corre para a "mina" que é a FPF.
Pior que tudo acontece e ninguém -mas ninguém mesmo!- chia, reclamando de  nada. Não daria para dividir o bolo com pelo menos um pedacinho para a Tuna?

Maduro vence e Venezuela revive Chávez

Maduro com o povo venezuelano na comemoração da vitória
O candidato da Revolução Bolivariana Nicolá Maduro venceu o pleito de ontem contra o direitista Henrique Capriles por 50,6 6% a 49,07%. A diferença, considerada pequena, é de cerca de 200 mil votos. O comparecimento às urnas foi de 78,71%. Os dados foram divulgados apenas com 99,12% das urnas apuradas, quando o resultado é irreversível, pela presidenta do Conselho Nacional Eleitoral (CNE), Tibissay Lucena.
“Com a morte de Hugo Chávez, acharam que era o fim da história. Temos um triunfo legal, Constitucional, popular. São mais de 200 mil votos de diferença. Se tivesse perdido por um voto estaria aqui para assumir minha responsabilidade e entregar o cargo. Mas estou aqui para assumir a vontade do povo”, disse Maduro em seu discurso de vitória.
O presidente eleito pediu respeito, tolerância e disse que ele mesmo faz questão de que haja uma auditoria para que não sobre dúvidas sobre este processo eleitoral. O CNE anunciou que será realizada uma auditoria cidadã. Desta forma, a orientação é os comandos de campanha solicitem a auditoria de 100% dos comprovantes de votação.
O órgão eleitoral também sugeriu que os acompanhantes internacionais estendam sua estadia no país para acompanhar este novo processo. (Com informe do site Vermelho)

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Briga agora vai ser pela presidência da FPF

Aviso aos navegantes (e seguidores):
Circula à boca miúda (e graúda), que o senador Mário Couto já tem um dossiê em mãos sobre todas as irregularidades acontecidas na FPF.  O político tucano pretende apresentar aos seus colegas senadores que chegarão semana que vem  a Belém.
Ao correr da bola, o senador Mário Couto já tem no bolso de de seu colete o nome do possível sucessor do coronel Nunes na FPF. Seu amigo do peito Luizomar Pinheiro, ex-presidente do Paysandu, que tem passado boas temporadas em Salinas. Ele e seu amigo de fé camarada Louro, que pode ser o candidato a vice de Luizomar.
Se for verdade o que está circulando, a briga vai ser boa, porque Tourinho, outro ex-presidente do Paysandu, promete ser candidato também à presidência da FPF.
Pelo visto o negócio na FPF é bom: o coronel não quer largar; Luizomar e Tourinho querem pegar....

Couto, agora famoso, liberou para a bola rolar

Para quem declarou que iria até as últimas consequências ou seja, até à FIFA, o senador Mário Couto desistiu muito cedo. Deixou todos de queixo caído, sem entender quem na verdade era o alvo: se o Campeonato, o coronel Nunes ou o estrelato do próprio senador tucano. É, porque se poucos conheciam Mário Couto, o senador Tucano agora é a bola da vez, o homem que no espaço de uma semana paralisou e deu continuidade ao Parazão 2013 em suas semifinais. Está muito mais famoso do que era.
A decisão de Mário Couto, repito, surpreendeu, principalmente a este escriba, já que o político é conhecido por gostar de polêmicas e arengar, como faz quase que diariamente com seu "colega" de Senado Jader Barbalho, talvez seu maior desafeto.
Mas a decisão foi sensata, pensada. Não duvido que o senador Couto tenha até programado todo esse imbróglio, tipo começo, meio e o fim. Esperto e inteligente como é, deve ter bolado tudo e conseguiu o que queria.
Uma coisa que está me martelando e que eu queria saber era se realmente tem fundamento o que estão espalhando por aí. Que foi combinado para ele decidir por "liberar" o Parazão a permanência do Santa Cruz de Cuiarana no Campeonato de 2014. Se ele deixou isso fechado, documentado, foi de qualquer maneira uma vitória, porque ele não atrapalhou nenhum clube que estava nas semifinais, e não vai perder os pontos conquistados no primeiro e no Segundo Turno, como pelo estatuto do Campeonato Paraense ele por ter perdido por WO estaria sujeito.
A bola não vai rolar este final de semana porque não deu tempo para as 72 horas exigidas. Mas na próxima, com certeza teremos futebol. Talvez nos dias 20 e 21, sábado e domingo, respectivamente.
Mas é importante que navegantes e seguidores saibam de uma coisa. O senador tucano já declarou que a perlenga com a FPF apenas começou.

Cresce sites com assuntos nazistas no Brasil

O crescimento do número de simpatizantes neonazistas tem se tornado uma tendência internacional. É o que aponta um monitoramento da internet realizado pela antropóloga e pesquisadora da Unicamp, Adriana Dias. De 2002 a 2009, o número de sites que veiculam informações de interesse neonazistas subiu 170%, saltando de 7.600 para 20.502. No mesmo período, os comentários em fóruns sobre o tema cresceram 42.585%.
Nas redes sociais, os dados são igualmente alarmantes. Existem comunidades neonazistas, antissemitas e negacionistas em 91% das 250 redes sociais analisadas pela antropóloga. E nos últimos 9 anos, o número de blogs sobre o assunto cresceu mais de 550%.
Adriana Dias trabalha há 11 anos mapeando grupos neonazistas que atuam na internet e também no mundo não virtual. Devido ao conhecimento construído, a pesquisadora já prestou consultoria para a Polícia Federal e para serviços de inteligência de Portugal, Espanha e outros países.

Brasil

Segundo Adriana, os grupos neonazistas eram predominantes no sul do país, mas nos últimos anos têm crescido vertiginosamente no Distrito Federal, em Minas Gerais e em São Paulo. Ela vem mapeando o número de internautas que baixam arquivos de sites neonazistas e considera simpatizantes aqueles que já fizeram mais de 100 downloads. Por esse critério, seus dados de 2013 apontam que há aproximadamente 105 mil neonazistas na região Sul.
No caso de Minas Gerais, os movimentos parecem ter ganhado fôlego em 2009, como forma de responder ao assassinato de Bernardo Dayrell Pedroso. Fundador da revista digital "O Martelo", ele era uma referência do movimento neonazista na cidade. Acabou morto em um evento no município de Rio Branco do Sul (PR), por uma outra gangue de "skinheads" neonazistas que via em Bernardo uma barreira para sua ascensão.

Organização

Não é possível descrever um único percurso para ingresso no movimento neonazista. Mas há uma trajetória mais comum: "Geralmente, eles atendem ao proselitismo na juventude. O jovem em busca de uma causa acaba recebido pelo grupo, que o convence de que o negro ou o judeu tomou seu espaço no mercado de trabalho, na universidade, etc", explica Adriana Dias.
Os líderes dos grupos geralmente não participam das ações violentas. "São pessoas que já possuem uma condição financeira melhor e geralmente possuem curso superior. Eles conduzem o movimento e lêem muito material antissemita. Possuem um alto grau de instrução e buscam se resguardar de eventuais ações judiciais", descreve a pesquisadora. (Leo Rodrigues, do Site da EBC)

quinta-feira, 11 de abril de 2013

O dia especial de Romarinho

Tem dias que são diferentes em nossas vidas, na vida das pessoas. Ontem foi um dia assim para o jogador corinthiano Romarinho. Sempre se destacando como atacante do Corinthians, ontem Romarinho, contra o San José, da Bolívia,  pela Libertadores, estava num dia desses, especial. O jogador, de 22 anos, aloprou de jogar bem. Com dribles desconcertantes, deixando sempre os jogadores adversários  em situação de vexame, Romarinho mostrou que tem muito futuro no Corinthians e sonha até com uma chance na Seleção Brasileira.
De tanto fuçar na defesa adversária, com jogadas individuais, arrancadas, batendo escanteio,  faltas, Romarinho foi premiado com um gol na bonita vitória de ontem do Corinthians sobre a equipe boliviana do San José por 3 a 0.
Romarinho, cujo nome não é uma homenagem ao ex-jogador Romário, passou por várias equipes do interior paulista antes de chegar ao Corínthians. Natural da pequena Palestina, cidade paulista de 11 mil habitantes, Romarinho lutou muito para chegar ao estrelato no futebol. Foi o amigo Lincoln quem o levou para o Bragantino, depois de uma passagem pelo São Bernardo, em 2011, onde ganhava muito pouco, mas mesmo assim o suficiente para ajudar sua família, muito simples em Palestina.
Romarinho é a sensação do ataque do Timão
Com humildade, jeito tímido mas sempre lutando para mostrar seu talento dentro de campo, Romarinho conseguiu a confiança do técnico Tite e da Fiel Corinthiana. Hoje ele é titular da equipe, deixando na reserva nomes como Alexandre Pato e Jorge Henrique. Sabe que não pode medir seu salário com o de Pato, tampouco com o de Jorge Henrique, mas tem certeza que o torcedor corinthiano e brasileiro está vendo seu futebol e torcendo sempre por ele.
Um sonho Romarinho já realizou: comprou uma casa para os pais em Palestina. Mas tem muitos outros, um deles é continuar no Corinthians, ganhar títulos e ser observado pelos homens da Seleção.
Quem fica feliz com o sucesso do jovem atacante é a torcida do Corinthians, pois com craques como Emerson, Pato, Jorge Henrique e um Romarinho que está sendo a sensação do ataque, tudo leva a crer que o Timão tem tudo para bisar o feito da Libertadores e até do Mundial.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Pará é tetra brasileiro de judô da Região 1


                                Foto: Beth Von
                                Victória Letícia, Jade e a judoca maranhense que ganhou o ouro

Uma medalha de ouro apenas fez a diferença em favor dos judocas paraenses (campeões) sobre os amapaenses (vice campeões) do Campeonato Brasileiro de Judô da Região I, disputado n o último final de semana (07 e 08/04) no Ginásio da Polícia militar do Estado do Amapá, em Macapá. Com 24 medalhas de ouro conquistadas contra 25 do Pará, o Amapá foi o vice-campeão mas quase chegou lá! Maranhão (12 de ouro), Piauí (10 de ouro) e Ceará (8 de ouro) seguiram em 3º/4º/5º colocados, respectivamente.
O título do tetra campeonato ficou com o Pará em função do excelente desempenho de seus judocas. Os paraenses conquistaram 12 medalhas de ouro contra dez dos amapaenses. No feminino, o Amapá ficou na frente com 14 ouros contra 13 das paraenses. No sábado (06/04) aconteceram as disputas das classes sub 13, sub 15, sub 18 e sub 21. A decisão do campeonato aconteceu no domingo, durante a categoria Sênior. 
A judoca paraense Victória Letícia, indicada ao Troféu Rômulo Maiorana, conquistou medalha de prata em sua primeira participação na categoria sub 18 (-63kg), acompanhada por sua colega Jade, também do Pará, que ficou com o bronze. A judoca maranhense ganhou a medalha de ouro. 
A competição reuniu quase 400 judocas dos estados do Amapá (131), Pará (115), Maranhão (67), Piauí (37) e Ceará (42). 
Todos os judocas da delegação paraense foram importantes para essa conquista e deram tudo de si para o bom desempenho do estado na competição. Tivemos, porém, alguns destaques que contribuíram decisivamente para a conquista do estado. Pelo masculino, o judoca Luis Augusto Nogueira Filho (Luisinho) que conquistou dois ouros, sendo um no Sênior leve e outro no sub 21 leve, ambas na categoria -73 kg. Pelo feminino, coube a Louise Maxiene a conquista de um ouro no sub 18 ligeiro e um bronze no sub 21 ligeiro, ambas na categoria -44kg. 
Além das 25 medalhas de ouro, o Pará ganhou 23 de prata, 36 de bronze, 04 quartoslugares, 18 quintos lugares e 05 sétimos lugares, totalizando 84 medalhas, conquistadas nas categorias sub 13, sub 15, sub 18, sub 21 e Sênior.
Todos que de alguma forma contribuíram para essa importante conquista estão de parabéns pois elevaram mais uma vez o nome do estado do Pará no pódium mais alto da categoria regional. 
Os medalhistas podem ser conferidos no final da matéria. Caso seja cadastrado, pode conferir as chaves na plataforma Zempo (www.zempo.com.br). 


QUADRO DE MEDALHAS POR ENTIDADE


Classificação Estado O P B 4º 5º 6º 7º Medalhas Participantes
1º Pará 25 23 36 4 18 0 5 84 112
2º Amapá 24 23 33 8 22 0 8 80 119
3º Maranhão 12 12 12 6 10 0 12 36 66
4º Piauí 10 8 5 1 5 0 2 23 35
5º Ceará 8 9 7 3 8 0 4 24 41


Classificação Masculino O P B 4º 5º 6º 7º Medalhas Participantes
1º Pará 12 15 21 2 12 0 4 48 67
2º Amapá 10 8 18 3 17 0 7 36 64
3º Piauí 8 5 3 0 4 0 2 16 26
4º Maranhão 7 6 9 4 6 0 8 22 41
5º Ceará 3 5 4 1 4 0 2 12 21
Total 40 39 55 10 43 0 23 134 219


Classificação Feminino O P B 4º 5º 6º 7º Medalhas Participantes

1º Amapá 14 15 15 5 5 0 1 44 55
2º Pará 13 8 15 2 6 0 1 36 45
3º Maranhão 5 6 3 2 4 0 4 14 25
4º Ceará 5 4 3 2 4 0 2 12 20
5º Piauí 2 3 2 1 1 0 0 7 9

Total 39 36 38 12 20 0 8 113 154
(Fonte: Blog tunante)

Zenaldo, o 4º mês e seu proeminente nariz

Atendimento zero no Posto Médico, mas Zenaldo assim mesmo sorri
O prefeito de Belém deve estar preocupado com seu nariz, cuja tendência é crescer e crescer. No seu quarto mês de mandato, Zenaldo não conseguiu sair do lugar. Os "S" prometidos na campanha continuam fora do alfabeto tucano, com a Segurança e a Saúde, principalmente, numa situação que nos coloca a cada dia entre as piores capitais do país.
Mesmo com os números mostrando a realidade da violência no Pará, principalmente em Belém e Ananindeua, onde governam Zenaldo e Pioneiro, os dois que seriam os principais "parceiros" de Jatene na união pelo Pará no combate à criminalidade e ao caos da Saúde, o prefeito diz que "melhorou muito". Mas a realidade é outra. Ao que parece  o trio não está se entendendo. Ou melhor: está é se desentendendo.
Belém hoje está entre as cidades mas violentas do país, juntamente com Maceió, capital de Alagoas. Os criminosos não estão mais respeitando nem a Polícia, já que somente este ano assassinaram oito policiais. Os meliantes não têm hora para "trabalhar", agem a qualquer momento seja dia, seja noite, em residências, estabelecimentos comerciais, nas ruas e nos sinais de trânsito, onde abordam as pessoas com armas em punho e cometem assaltos e os chamados "sequestros relâmpagos". 
O tráfico de drogas em Belém é cada vez maior, atuando nos bairros periféricos, nos subúrbios, com todos os dias jovens sendo assassinados sempre "por acerto de contas". Belém está entre as capitais onde mais jovens morrem, vítimas do tráfico.
Na área de Saúde o caos é igual ou pior do que na época de Duciomar. Zenaldo diz que encontrou a situação caótica: sem médicos, os postos sem material, sem medicamentos. Os prédios quase caindo.
Pois é, nestes quase quatro meses nada melhorou. E se não melhorou, piorou. Diariamente as reclamações são as mesmas: falta de atendimento geral nos postos e nos dois PSMs. Nos postos, falta de médicos, poucas fichas e as que são distribuídas não são atendidas. As famílias, principalmente as mães, se desesperam pois as crianças chegam doentes e saem sem atendimento. Os livros de pontos nos postos não têm sequer assinatura dos médicos, o que significa dizer que eles nunca vão e quando vão não assinam ponto para não deixar evidente quantas horas dão de trabalho.
O prefeito, hoje na TV diz que a situação melhorou, contrariando o óbvio que é a voz do povo carente. Diz que os postos distribuem de 60 a 80 fichas diárias. Uma mãe, com o filho nos braços, quase chorando, contradiz o prefeito: "cheguei aqui às 4 horas da madrugada, peguei uma ficha, já são 11 horas e até o presente não fui atendida".
Um senhor já idoso diz que tem ido diariamente a Posto e sempre é a mesma resposta: "o médico não veio".
A situação é dramática. Nos postos que ainda funcionam, embora  precariamente, só existem clínico geral. "As crianças aqui morrem à míngua, porque não existem pediatras", diz uma mãe chorosa.
Mesmo assim, Zenaldo garante que está tudo bem, pois melhorou muito do que era. "Se os médicos não estão vindo, vamos averiguar e punir", diz o prefeito. As mães com seus filhos doentes respondem: "mas quando!" Ao vivo, Zenaldo deveria saber, é muito pior. Que o digam os que sofrem com seus filhos à espera de atendimento. Em Belém, em Ananindeua, em Mosqueiro.
Depois, o nariz cresce e ele vai dizer que não sabe o porquê.

Fascista Feliciano vai "faturando" a mídia

Mesmo execrado, Feliciano ganha mídia e permanece. Um perigo!
O fascista pastor Feliciano, está gostando do que a mídia está fazendo por ele: lhe promovendo. Diz a máxima que quanto mais falam, mais o ego do falado infla. Ou, traduzindo: falem mal, mas falem de mim. 
Usando estes artifícios junto a outros, como o seu "endeusamento" por parte dos conservadores protestantes, Marco Feliciano vai vivendo sua vidinha cada vez mais tranquila, pois embora execrado por uma grande parte da população, pelo seu comportamento homofóbico, racista, preconceituoso, por outro lado, infelizmente, é idolatrado por uma parte talvez até maior, que são os conservadores que se auto-denominam evangélicos, principalmente a bancada de seu partido no Congresso que é formada por reacionários que atiram pedras, agridem com palavras, mas na realidade em sua maioria são oportunistas.
Todos os dias Feliciano faz declarações polêmicas, afim de chamar para si a mídia. Quer, de qualquer maneira, aparecer. Já o lançaram até candidato a presidente e ele, um político sem notoriedade alguma, sem trabalho nenhum que lhe desse qualquer visibilidade no Congresso, de repente virou "estrela" e está  várias vezes por dia nas emissoras de TV, nos jornais e nas rádios. É a glória para ele.
Além de homossexuais, Feliciano já "condenou" John Lennon e os africanos. Tudo para gerar polêmica e trazer a mídia para si. 
O pastor continuar como presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara é um acinte, um verdadeiro contracenso. Como também é inconcebível que um elemento fascista como o tal Feliciano, execrado todos os dias pelos movimentos sociais, grupos organizados, ainda tenha a cara de pau de fazer exigências para deixar o cargo que não tem identificação com sua ideologia,  que é homofóbica, preconceituosa, de extrema direita, sem nada a ver com direitos humanos.
Pelo que fez, no mínimo Feliciano já merecia ser processado pelo STF. Se o STF não se manifestou, o Ministério Público idem, então que haja uma ação urgentíssima de seus pares na Câmara pois, com as últimas declarações, o pastor colocou seu cargo acima da própria instituição Congresso Nacional. 
A saída está nas mãos do Congresso. Ou sai Feliciano ou a Casa se desmoraliza cada vez mais.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Esqueceram as sandálias da humildade

O Campeonato Paraense empacou. Parou e ninguém sabe (ninguém, mesmo!) quando ele voltará, se voltará e como voltará. É uma situação no mínimo inusitada. Foi -como diz a gíria policial- "parada dada".  Todos sabiam que o Parazão poderia chegar onde chegou, pois a briga é pessoal entre o coronel Antonio Carlos Nunes e o senador do PSDB Mário Couto.
Com o campeonato parado, a Imprensa começa a especular a saída para o imbróglio. Em quase todas apresentadas, aparece como saída a realização do jogo entre Santa Cruz e Paysandu, já que esse foi o problema  da paralisação, uma vez que havia sido marcado para o Parque do Bacurau e, na calada da noite, FPF, Paysandu e Remo  transferiram de Cametá para o Mangueirão, além de desmembrarem os jogos para dias diferentes.
Na realidade, eles estão certos. O x do problema é o jogo entre Santa Cruz e Paysandu. Só que é praticamente impossível que  tanto TJD como STJD, se decidirem por alguma mudança no quadro que ora se apresenta, resolvam por realizar só o jogo entre Santa Cruz e Paysandu.
Com certeza, eles chegarão à conclusão que a melhor saída  será (ou seria) a realização de todos os jogos das semifinais, no mesmo horário e em locais previamente decidido. Isso após uma reunião com a presença dos oito clubes participantes, não como acconteceu com só dois convidados, Remo e Paysandu. 
Federação e o senador tucano deveriam calçar as sandálias da humildade, cada um reconhecendo sua parcela de culpa, fazendo uma "mea culpa" e liberando para a bola voltar a rolar. 
A questão pessoal dos dois -senador tucano e coronel Nunes- ele resolveriam após o Campeonato, quando através da justiça desportiva ou pela justiça comum poderiam decidir suas pendências. 
Se isso não for feito, existe um sério perigo do Campeonato 2013 não acabar e o Remo ser o maior beneficiado, pois poderá "ganhar", sem comprar, cono no ano passado, a Série D.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Wilson das Neves lança novo CD de sambas

Baterista, compositor e cantor, Wilson das Neves é daqueles artistas cuja história se confunde com a da moderna Música Popular Brasileira. Nascido em 1936, portanto aos 76 anos, Das Neves, músico incansável do primeiro time nacional, está lançando mais um CD solo, como os anteriores, recheado de canções próprias e de renomados compositores brasileiros com quem tem parceria, como Nelson Sargento, Paulo César Pinheiro, mestre Délcio Carvalho e de seu amigo pessoal Chico Buarque de Hollanda, de quem ganhou uma composição inédita neste novo trabalho.
Wilson das Neves tem mais de 50 anos de careira mas é um artista que continua vibrando quando se apresenta em seus shows, sempre lotados de jovens, músicos, e  principalmente de amantes da boa música. 
Os parceiros Wilson das Neves e Chico Buarque
"Se me chamar, ô sorte",  é o quarto disco solo de sua carreira, e já ele já está sendo trabalhado em emissoras de rádio e em shows que o veterano e querido baterista e cantor faz pelo país.
Das Neves sempre foi referência como músico. Desde a época da Bossa Nova, passando por outros movimentos musicais, sempre foi requisitado por estúdios e shows, antes de se iniciar como cantor, mas como grande baterista que é.  Acompanhou artistas como Elis Regina, Egberto Gismonti, Wilson Simonal, Elizeth Cardoso, Roberto Carlos, Francis Hime, Taiguara e Sérgio Sampaio para citar alguns. É figura carimbada na MPB e, principalmente, no samba, tendo tocado ao lado cantores e compositores históricos do gênero como João Nogueira, Beth Carvalho, Cartola, Nelson Cavaquinho, Clara Nunes, Roberto. No gênero, é parceiro de grandes nomes como os já citados acima que estão no CD "Se me chamar, ô sorte"  e mais Aldir Blanc, Nei Lopes e Moacyr Luz.
Seu terceiro disco solo, de 2011, "Pra Gente fazer mais um Samba", lançado no Brasil e Europa, foi indicado Melhor Cantor pelo Premio da Música Brasileira 2011 e vencedor como Melhor Álbum de Samba.
Wilson das Neves é certeza de música brasileira de qualidade. Desde 1982 toca com Chico Buarque, com quem se apresenta como baterista e como cantor.  Reconhecido internacionalmente, o músico já gravou com grandes nomes internacionais como Sarah Vaughan e Sean Lennon.