quarta-feira, 31 de julho de 2013

Luxa chega empolgado ao Fluminense

O vencedor Luxemburgo conversa com o elenco do Fluminense. 
Vanderley Luxemburgo chegou motivado de malas e bagagens ao Fluminense. É, com certeza, uma grande aquisição do tricolor, pois Luxa é sem dúvidas o técnico mais conceituado do futebol brasileiro. Não somente pela infinidade de títulos que conseguiu em sua carreira, mas pelo estilo de trabalho, sério, dedicado, comprometido. Mesmo ainda jovem, é um técnico que pode ser considerado já veterano. Começou muito cedo, com pouco mais de 30 anos.
Embora tenha passado por alguns equipes como técnico-assistente no início dos anos 80, coincidentemente, sua carreira de técnico profissional foi iniciada no Fluminense, no Sub-20, em 1986. Permaneceu nas Laranjeiras por quase dois anos.
Passou por várias equipes de menor expressão até chegar no Bragantino, de São Paulo, onde conseguiu seu primeiro grande feito como técnico profissional: Campeão Brasileiro da Série B.
Polêmico, Luxemburgo passou pela Seleção Brasileira e pelo Real Madri. No time espanhol não teve muito sucesso, talvez devido a muitos pormenores, como preconceito, difícil comunicação. Enfim, não foi muito feliz na Espanha.
Na Seleção Luxemburgo foi escancaradamente perseguido pela Imprensa. Talvez por pura inveja do sucesso do na época jovem técnico, Luxa foi perseguido até em sua vida pessoal. Mesmo assim, ganhou um título importante: A Copa América. Deixou a Seleção, conseguiu superar a fase e voltou a ser o grande comandante que é.
Ganhou cinco títulos brasileiros da Série A e um da Série B. Conquistou vários títulos regionais por equipes de grande porte do país como Flamengo, Palmeiras, Santos, etc.
É, indiscutivelmente, o técnico com maior número de títulos do futebol brasileiro e um dos maiores vencedores do mundo. 
Aos 61 anos, Vanderley Luxemburgo chega ao Fluminense cheio de idéias para o tricolor, e motivado, com vontade mesmo de vencer. Quis fazer um contrato curto, de apenas cinco meses. Segundo ele, a cultura do futebol brasileiro não comporta mais que um técnico faça contratos longos. "Para evitar problemas para o técnico ou para o clube. Infelizmente, nossa cultura futebolística diz que na vitória quem vence sempre são os jogadores e os dirigentes. Mas nas derrotas, os técnicos é que são os culpados".
Boa sorte ao mestre Vanderley Luxemburgo.  Que tenha sucesso no Fluminense de meu compadre.

Paysandu vence. Mas não convence

A mudança de técnico, pelo menos por um jogo, funcionou para o Paysandu. A vitória, apertadíssima, de virada, mostrou empenho da equipe, motivação, coisa que não vinha acontecendo com Givanildo.
Os torcedores e dirigentes mais fanáticos ou mais otimistas acreditam muito nessa história de que mudando o técnico pode mudar tudo. Este escriba pede desculpas mas não crê muito nessa lenda. A mudança do técnico pode motivar no primeiro, até no segundo jogo, mas não vai ter um resultado definitivo como os mais otimistas esperam.
Na partida de ontem contra a boa equipe do Figueirense, é importante que se diga que o Paysandu ganhou por um simples acaso. Assim como ganhou, poderia tranquilamente ter perdido, porque o time bicolor não foi uma equipe que demonstrou superioridade ao ponto de merecer a vitória. Ao contrário, o Figueirense mostrou ser um time muito mais organizado, com princípio, meio e fim, ou seja, é competente do goleiro aos atacantes.
Mas, no geral essa vitória do Paysandu foi muito importante.  Ela, além de tirar o  time da famigerada zona de rebaixamento, fez com que a torcida, motivada e no ápice da emoção pela vitória, até sonhasse com a possibilidade de ter um técnico prata da casa, que seria Rogerinho Gameleira, que por sinal, nas duas vezes que conduziu o time venceu. Será coincidência? Acho que não. Sou daqueles que acreditam muito nos mais jovens, nas mudanças lógicas. E Rogerinho, como seu amigo Lecheva, jogou profissionalmente até pouco tempo, tem uma enorme experiência como jogador, de ter convivido com vários e importantes técnicos. Com certeza, como sempre foi um jogador de qualidade, até diferenciado, inclusive intelectualmente, tranquilamente aprendeu e pode ter futuro como técnico, embora com certeza, muitos devem achar que ele não é indicado "para um time de Série B", pois não tem experiência. Não concordo com estes preconceitos. Mas isso é outro assunto.
Acredito que, depois dessa vitória, dessa sacudida, com Rogerinho, Lecheva, Arturzinho ou quem quer que seja, o Paysandu tem que pensar em melhorar sua situação na Série B. É de fundamental importância que qualquer técnico que venha a ser efetivado, vai necessitar algumas contratações, como um lateral, dois zagueiros, dois bons meias  e mais um goleiro. Acho que os goleiros que estão hoje no time bicolor não são suficientementes bons para a titularidade e, principalmente, para a reserva.
Mas é muito importante que os jogadores sejam jovens. Não dá para uma equipe que disputa a segunda divisão ficar sofrendo com uns "velhinhos" sentindo cãibras todas as partidas.

terça-feira, 30 de julho de 2013

IDH aumenta no Brasil. E agora urubus?

A uruburóloga Mírian Leitão (ou Porquinha, para os mais íntimos) falou sobre o IDH brasileiro que teve um uma grande evolução (aumentou 56%) principalmente de 10 anos para cá, justamente o período em que o Partido dos Trabalhadores começou a governar o país. Mostrando o quanto é tendenciosa e que continua  militante do PSDB de carteirinha -apesar do partido do playboy Aécio Neves está mais pra lá do que pra cá- a Leitão (ou Porquinha) elogiou o mais que pode o governo de FHC, segundo ela, onde tudo começou.
Leitão não citou nem uma vez o nome de Lula, que foi na realidade, segundo os órgãos internacionais, o artificie da melhora de vida do povo brasileiro, preferiu jogar lantejoulas nos 8 anos de caos que o país viveu na era FHC.
Não é nenhuma novidade essa tendência conservadora da Globo e de Mírian Leitão.
Igual ou um pouco pior que ela na empresa dos Marinhos estão a serviço da mais reacionária direita o "Homem nu", o cineasta pornô frustrado, o gordo mal amado e outros menos votados, que continuam na torcida para que o país não dê certo.
Uma notícia dessas que mostra que o Brasil saiu de um patamar  muito baixo para alto, na realidade não deixa os urubus, os inimigos do povo felizes. Não existe alegria para eles em noticiar que parte do povo que vivia na miséria no Brasil hoje já tem casa, comida e aparelhos de eletrodomésticos em casa.

Feminino da Tuna corre atrás de patrocínio para disputar I Campeonato Brasileiro

A Tuna campeã de futebol feminino quer brilhar no Brasileiro
Será divulgada na tarde de hoje a tabela do I Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino. Este escriba postou em primeira mão na semana passada a notícia, que para alegria nossa terá a Tuna Luso Brasileira e o Pinheirense como convidados por possuírem ranking no futebol feminino na CBF.
Vinte clubes participarão do torneio chancelado pela CBF e patrocinado pela Caixa Econômica Federal. 
A competição será iniciada no próximo dia 14 de agosto e com a data de encerramento prevista para o dia 24 de novembro.
As disputas serão regionalizada, com os clubes divididos em quatro grupos de cinco times. 
O campeonato terá cobertura de diversos canais de comunicação, com transmissão direta dos jogos ao vivo pela Band Sports.
A técnica Aline Costa da Tuna Luso Brasileira corre atrás de patrocinadores no sentido de ajudar nas custas de viagens. Como este escriba já colocou em matéria anterior, a Tuna, inicialmente jogará com equipes da Região Norte e Nordeste e conseguindo a classificação passará a enfrentar as equipes do Sul e Sudeste.
Eis a relação de times participantes do I Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino, de acordo com ranking nacional de clubes do futebol feminino /temporada 2013:

01 São Francisco do Conde - BA
02 Foz Cataratas - PR
03 Vitória de Santo Antão - PE
04 São José - SP
05 Duque de Caxias - RJ
06 Pinheirense - PA
07 Kindermann - SC
08 Iranduba - AM
09 Vasco da Gama - RJ
10 Viana - MA
11 Caucaia - CE
12 Atlético Mineiro MG
13 Centro Olímpico - SP
14 Mixto - MT
15 Botafogo - PB
16 Rio Preto - SP
17 Asscop - DF
18 Francana - SP
19 Tiradentes - PI
20 TUNA LUSO BRASILEIRA - PA

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Paysandu: a luz vermelha acendeu faz tempo

Na matéria que postei na quinta-feira passada expliquei que a situação do Paysandu era das mais complicadas. Algumas pessoas criticaram minha postura, alegando até -imaginem!- que eu era contra o Paysandu. Claro que não sou contra time nenhum, embora seja de carteirinha apaixonado pela Tuna.
É que qualquer ser que entenda um pouco de futebol sabe que o time do Paysandu é bastante limitado, e além do mais, um tanto quanto "idoso" para aguentar o repuxo que é a Série B, com uma média de dois jogos por semana e em lugares muitas vezes bem distantes uns dos outros, o que atrapalha a questão do treinamento técnico, tático e, principalmente, afeta a parte física de qualquer equipe que não seja tão jovem e não esteja preparada 100 por cento.
E o Paysandu não está.
Sempre coloquei que um dos principais erros do Paysandu foi sacar, até desrespeitosamente, o técnico Lecheva da equipe. Lecheva é um profissional novo mas tem a experiência de ter atuado como jogador até recentemente e isso para um técnico é importante. Está atualizado e tem tudo para acertar.
É importante que os conservadores que são contra os jogadores e técnicos prata da casa, entendam que na primeira ou segunda  derrota  mandar o técnico embora, é algo que tem que mudar, tem-se que erradicar isso do nosso futebol. Essa cultura discriminatória, acaba "queimando" um grande jogador ou um grande técnico, como aconteceu com Lecheva.
A derrota por 3 a 0 para o fraco ABC, o lanterna da competição, pelo menos para este escriba era esperada. E não adianta vir dizer que torço contra, porque não sou ignorante pois, faço questão de repetir, mesmo sendo tunante, a partir do momento que uma equipe paraense joga com outra de fora, eu sempre torcerei pela de casa. Pode ser Remo, Paysandu, Águia, etc. Isso faz parte de minha visão de desportista.
Agora como vejo as equipes sem paixão, dá para enxergar o que venho dizendo desdo o princípio da Série B: o Paysandu não vai muito longe, não.
Com a chegada do novo técnico, que não sei ainda quem é, mas acho deveria ser mesmo o Lecheva, que já conhece a equipe e que a diretoria lhe dando condição de trazer três ou quatro novos jogadores e dispensar pelo menos uns 10, ainda dá para salvar a equipe e evitar o pior, que é a queda e a volta para a Série C. E não adianta ser apaixonado e dizer que ainda tem muita água a rolar. 
Numa hora dessas, a velha máxima que diz que "de grão em grão a galinha enche o papo", pode ser bem interessante:  Eram 38 jogos na Série B e agora só restam 28. 10 já se foram e o representante paraense não fez sequer um ponto por partida.
Para o Paysandu, sejamos sensatos, a  luz verrmelha acendeu já faz um bom tempo.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

O emprego nos governos Dilma e FHC

Existem diversos problemas no Brasil. A cada problema que se resolve, outros surgem. Isso faz parte da dialética da vida real. As demandas surgem a partir das situações concretas. De dez, onze anos para trás, a grande pauta reivindicatória era o emprego. A questão da qualidade e das garantias por vezes eram secundarizadas. Afinal, não se tinha nem emprego, então como cobrar qualidade e direitos? A partir de 2003 essa lógica começou a mudar
Com uma política econômica de viés desenvolvimentista, o gráfico do desemprego caiu consideravelmente na última década. Para o desespero da direita, da grande mídia, dos especuladores e dos “mamãe eu sou reaça” em geral, no governo Dilma atingimos o chamado pleno emprego. Claro que pleno emprego nos marcos do capitalismo. Nossa taxa de desemprego gira em torno dos 5%.
Os últimos dados revelados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) mostram uma elevação da taxa de emprego, para o ambiente de crise do capital, especialmente na Europa, excepcional. De maio para junho foram criados 123.836 empregos formais, com carteira assinada. Aumento de 0,31%. A soma do primeiro semestre de 2013 é de 826.168. E nos últimos 12 meses 1.016.432.
Ao todo o governo Dilma, segundo dados do Caged, criou 4.428.220 empregos. Se compararmos com o terceiro ano do primeiro governo Lula, foram criados, de janeiro de 2003 até maio de 2006, 4.191.033. O número de empregos criados até maio de 2006 eram mais de cinco vezes maior que o registrado nos oito anos do governo anterior. E adivinhem quem era o presidente!
O saldo real dos oito anos do governo Fernando Henrique Cardoso (FHC) ficou em 770.936. Portanto, abaixo do semestre de 2013 de Dilma que gerou mais de 800 mil. Vale lembrar que os dados de Lula são ainda do início da implantação da política econômica desenvolvimentista no Brasil.
Outro destaque do Caged é que o salário inicial teve aumento real, acima da inflação, de 1,70%. Passou de um valor médio de R$ 1.072,33 em 2012 para R$ 1. 090,52 em 2013. Infelizmente ainda é presente a diferença salarial entre homens e mulheres. O aumento de salário de admissão obteve aumento real de 1,94% e 1,50%, respectivamente.
Segundo Francisco Lafaiete Lopes, PhD por Harvard, sócio da consultoria Macrométrica e ex-presidente do Banco Central (BC), em artigo publicado no Valor Econômico, o Brasil cresce a uma média de 4% ao ano. Ele utiliza dados do Índice de Atividade do Banco Central, o IBC-BR. O Valor online permite a leitura completa apenas para assinante, mas ele pode ser acessado aqui.
E você que é pautado pela Miriam Leitão – aquela que não acerta uma – ou em qualquer outro “analista” da nossa inescrupulosa “grande imprensa”, que defende na rua e vocifera as distorções de realidade que ela propaga por aí, deve estar com vontade de cortar os pulsos. Não faça. A cada dia o Brasil é um lugar melhor para se viver. Apenas pare de assistir a Globo, ler a Veja, Estadão e Folha. Você vai perceber a diferença. (Por Cadu Amaral em seu Blog).

Fafá: o Pará cantando para o Papa Francisco


Ontem o  Brasil, o mundo, o norte e principalmente Belém do Pará, presenciaram  um dos momentos mais lindos da JMJ, quando nossa cantora maior, Fafá de Belém, ao vivo, na Acolhida ao Papa, em Copacabana, interpretou a belíssima canção "Eu sou de lá", do padre Fábio de Melo, onde expressou a força do Círio de Nazaré e a fé do povo paraense.
Fafá estava divina, em uma sóbria roupa amarela e um véu que resplandecia sua beleza que, junto com sua força interpretativa foram pontos altos da Jornada Mundial da Juventude.
Fafá cantou pela terceira vez para um Papa: primeiro para João Paulo II, depois para Bento XVI e agora para o Papa Francisco na grande festa da Igreja que acontece no Rio.
Este registro que o escriba faz é uma maneira singela de homenagear Fafá e ao povo paraense, presenteado com o prestígio, além do privilégio, de ver nossa cantora representando nosso estado e a nossa festa maior, o Círio de Nazaré.
O escriba confessa que se emocionou. Primeiro pela interpretação de Fafá e também pela beleza da letra  
que a cantora escolheu para o importante evento, além da interpretação teatral de cenas do Círio. O Papa Francisco, com certeza, deve ter adorado a música e a interpretação de nossa Fafá.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Galo leva Libertadores. Eu já sabia!

Deu Galo na Libertadores: a mística de azar de Cuca chegou ao fim
O Atlético é o campeão da Libertadores. Confesso que, podem acreditar, esperava essa bela e super valorizada vitória do Galo mineiro.
Foi um jogo bem disputado, com as duas equipes muito bem preparadas. O Atlético começou querendo decidir logo, pois a derrota em Assunção por 2 a 0 dava direito ao time do Olímpia de perder até por 1 a 0 e levar o caneco sul americano.
O primeiro gol só saiu no segundo tempo, através do artilheiro Jô, que mesmo caído chutou sem chances para o excelente goleiro Silva
Para o Atlético só interessava a vitória por 3 a 0 ou mais ou, no mínimo, 2 a 0, que  deixava o escore empatado com o resultado de Assunção e levaria a decisão para a prorrogação. 
O Olímpia se defendia como podia, e  o cansaço visível chegava aos atletas dos dois times. 
A torcida atleticana aos gritos de "eu acredito" realmente estava com fé no time, que jogava quase já sem esquema tático, só na base do "vale tudo, tem que se agora ou nunca".
Aos 39 minutos da segunda etapa o zagueiro Manzur foi expulso, e com um homem a menos, o time paraguaio se fechou ainda mais na defesa, na esperança de aguentar o placar favorável. Mas dois minutos depois, aos 41, o zagueiro atleticano Leonardo Silva fez o segundo gol do Atlético, empatando e que deu a grande esperança de conquistar o troféu ao time brasileiro.
Com o empate de 2 a 2 e com um jogador a menos, restava aos paraguaios suportar a pressão atleticana na prorrogação. Os dois times estavam nas últimas em termos de cansaço. O Olímpia fazia sua parte: o atacante Ferreyra mesmo com um cartão amarelo fazia "cera" e provocava o time brasileiro.
Pelo lado atleticano, também era notório o desgaste e nervosismo da equipe. Tinha que sair, nos 30 minutos da prorrogação, o gol do título. Bernard, um dos melhores em campo, não suportava mais as cãibras. O jovem bom de bola e valente jogador estava se arrastando em campo.
Mas o resultado de 2 a 2 estava selado. Não teve outra saída se não as penalidades. Cuca rezava e tremia. 
E foi aí que  mais uma vez o goleiro Victor, o São Victor, salvou a pátria atleticana. O Olímpia perdeu dois pênaltis e não foi necessário nem a cobrança do quinto penal que seria batido por Ronaldinho Gaúcho.
O grito "Eu acredito" tinha valido a pena.Os mais de 60 mil atleticanos gritaram ainda mais fortes, choraram e comemoraram até as primeiro horas da manhã de hoje o primeiro título da Libertadores pelo time mineiro.
Agora, o Brasil já possui 17 títulos de Libertadores. E, pela quarta vez consecutiva, uma equipe brasileira leva o importante título.
O Galo Mineiro, o novo campeão das Américas, se prepara para chegar ao topo do mundo. Cuca desabafou: "não tenho azar. Ao contrário: tenho muita sorte e, modéstia à parte, competência"

Paysandu: futuro é uma incógnita

O pênalti de ontem que o árbitro carioca Grazianni Maciel Rocha marcou contra o Paysandu, e que foi decisivo para eliminar o clube paraense da Copa do Brasil, na realidade não existiu. O árbitro foi bastante rigoroso com o time e com o próprio zagueiro bicolor e têm razão os jogadores e Comissão Técnica da equipe paraense em reclamar erro tão crasso.
Por outro lado, se formos analisar o time do Paysandu no Brasileiro da Série B e na Copa do Brasil, chegaremos à conclusão que o time paraense vem mostrando ser um dos mais fracos, uma das equipes menos competitiva. 
Para se ter uma idéia, até o presente, Givanildo não conseguiu montar uma equipe pelo menos agrade ao torcedor e à Imprensa. Todas as partidas, por um problema ou outro, o Paysandu entra modificado.
Tanto é, que em todas as partidas que o Paysandu joga em casa ou fora o torcedor mais fanático vai ver o jogo desconfiado, sem dar palpites, porque quando não é um problema no gol é na zaga; quando não,  é no meio de campo, e quando não é no meio, é no ataque.
Ontem, contra o Atlético Paranaense, o empate beneficiaria o Paysandu. Tudo bem. Mas seria interessante que o time paraense se impusesse em campo logo no início, que partisse para o ataque, pois se faz logo um gol, inibiria a equipe paranaense, que por sinal ontem não jogou muito bem.
Mas não. Givanildo entrou erradamente com três zagueiros e, com todo respeito, cada qual o mais fraco. Até o Fábio Sanches parece que desaprendeu, pois ainda não conseguiu atuar como no ano passado. Jean não marca nem sabe sair jogando, enquanto Raúl é aquele velho conhecido: só joga na base da força, não tem técnica nenhuma.
Nas laterais, Givanildo ressuscitou Rodrigo Alvim, que nem na reserva estava indo.  E Pikachu  há tempos é só esforço. Ontem, para completar, perdeu um gol debaixo da trave.
O meio de campo do Paysandu é sempre uma incógnita. Ontem ele colocou Ricardo Capanema, Zé Antonio e Eduardo Ramos, que não foi mal, mas também não conseguiu jogar muito bem. Capanema marca bem, destrói, mas não é um homem de criar jogadas, é um volante de contenção, tipo Vanderson. E Zé Antonio, apesar do gol que fez, não conseguiu criar jogadas com o "Maestro", que tentava resolver tudo só e o resultado é que o ataque mais uma vez não funcionou.
Aliás, o ataque do Paysandu é uma tristeza. Porque fez três gols numa partida, Careca virou logo ídolo e homem de confiança de Givanildo. Coitado. Conta-se as vezes em que chutou alguma boa ontem. Iarley é outro. Muita vontade, muita garra, mas pouco rendimento. Também, aos 40 anos, o que se pode esperar?
E o pior do ataque bicolor é que Givanildo põe Careca, tira Nicácio; bota Nicácio, tira Iarley; Tira Iarley e põe João Neto. Quer dizer, o time, do goleiro ao ataque, está completamente indefinido. E isso já na 10ª rodada do campeonato. 
Penso que está na hora de repensar o elenco e o próprio técnico e tentar corrigir os erros enquanto é tempo.
Com todos estes problemas, vejo que a situação do Paysandu é crítica, muito complicada. Vandick, que vem fazendo uma boa gestão, pecou quando tirou Lecheva e trouxe Givanildo. Com Lecheva, que conhecia o elenco e tinha como base de trabalho a humildade, o Paysandu ainda poderia fazer uma campanha regular e tranquilamente teria tudo para se livrar da queda. Com o veterano Giva, me perdoem os bicolores, mas vejo que se não houver uma sacudida, uma tendência de formação de time base, o futuro pode ser muito nebuloso. 

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Papa é tunante ou vascaino

Aviso aos navegantes:

Popular como é, o santo Papa nunca negou também ser torcedor fanático de futebol, mesmo que raramente demonstre. Seu time do coração é o San Lorenzo de Almagro, da Argentina, uma equipe modesta, mas que, como o Ibis, tem seus torcedores e até alguns ilustres.
Atenção para os detalhes da Cruz de Malta
Ocorre, que os apressadinho do Fluminense, na chegada de Sua Santidade levaram bandeira e camisa tricolor para ele, talvez no sentido de ofuscar a derrota de domingo, por 3 a 1, para o Vasco.
Mas, sinceramente, pela cruz de malta que ostenta em todas as suas vestimentas o pontífice não deve ser nem um pouco simpatizante do Pó de Arroz.
Se for para torcer por algum time do Brasil, o papa deve ser, com certeza, tunante ou, no mínimo, vascaíno.

Galo mineiro vai hoje para "o tudo ou nada"

O jogo entre Atlético Mineiro e Olímpia do Paraguai, que decide hoje a Copa Libertadores da América, sem dúvida é uma partida que está mais para o time paraguaio. Vencedor da partida anterior, em Assunção, por 2 a 0, o time paraguaio pode até perder a partida de hoje, que acontece no Mineirão, às 21h50, que anda assim sairá do Brasil com o troféu.
Só que jogando em casa o Atlético Mineiro é outro time. Serão mais de 60 mil torcedores gritando pelo Galo a partir do primeiro minuto de jogo. Os atleticanos e brasileiros que foram à Belo Horizonte presenciar essa bela final sabem que o Atlético em casa tem tudo para ganhar, embora respeitem o adversário.
Torcida do Galo quer sair do Mineirão hoje com o título da Libertadores
Na partida anterior, o Olímpia conseguiu praticamente anular o meia Ronaldinho Gaúcho. E sem o atacante Bernard, que estava cumprindo suspensão, o time teve que improvisar Luan, que não conseguiu fazer o papel do atacante.
Hoje, a situação é bem diferente. Na luta para conseguir seu primeiro titulo da Libertadores, o time mineiro mesmo entrando em campo sem os laterais Richarlyson e Marcos Rocha, terá a preocupação principal em marcar gols, pois sabe que a tática do adversário será se defender, recuar para se proteger. 
Cuca, assim, entrará em campo com um time bem diferente do anterior. Ronaldinho vai trabalhar de uma maneira para se livrar de seu marcador, ou na pior das hipóteses arrastá-lo para os lados e com isso abrir os flancos para a penetração de Bernard e Jô, que serão os principais responsáveis, juntamente com Diego Tardelli, de fazer os gols que o Atlético necessita. 
O técnico atleticano trabalha para que seu time entre forte e consiga fazer os dois gols para empatar a partida já no primeiro tempo. "Vamos para o tudo ou nada assim que o árbitro apitar o inpício do jogo. atleticano.
Se conseguirmos isso teremos todo o segundo tempo para fazer mais gols", disse ontem a uma emissora mineira, o técnico
Confio que o Atlético vai conseguir vencer. E mais: nos 90 minutos do jogo. Não necessitará de penalidades.

Lateral Djalma Santos morre aos 84 anos

Djalma com a camisa da Seleção Brasileira...
... e com uma réplica da "Taça Jules Rimet"
Que dia, ontem, hein? Além de Dominguinhos, perdemos também o grande lateral brasileiro Djalma Santos.
Na Copa do Mundo de 1958, o lateral era o reserva do seu amigo De Sordi, titular que havia jogado todas as partidas, mas, lesionado, não  teve condições de atuar no último jogo do Brasil contra a Suécia. Djalma foi chamado, entrou  e no final o Brasil saiu vencedor por 5 a 2. Djalma Santos foi um dos melhores em campo nessa partida e já na próxima Copa, a de 1962, foi o titular absoluto da lateral direita, sendo campeão, aliás, bi-campeão mundial.
Participou no total de quatro Copas do Mundo, e era sempre lembrado pela seriedade com que entrava em campo.
O lateral direito era grande marcador e excelente apoiador, fazendo sempre lançamentos para o muolo da área. 
Djalma estava com 84 anos. Jogou até os 42. Brilhou primeiro na Portuguesa, de onde foi para a Seleção, Depois jogou no palmeiras e encerrou no Atlético Paranaense.
Passou mal no dia da final da Copa das Confederações. Ontem não resistiu e se foi.  Era considerado o melhor lateral de todos os tempos, inclusive dito pelo próprio Leandro, que muitos consideram o melhor.
Dentro de campo foi além de uma grande jogador, um atleta exemplar, tendo ganho o famoso prêmio "Belfort Duarte", lhe outorgado por nunca ter sido expulso de campo, mesmo tendo atuado profissionalmente por mais de 25 anos.

O adeus ao Mestre Dominguinhos




Dominguinhos se foi. Só quem conhece e ama a música de Luiz Gonzaga, de quem Dominguinhos foi um fiel seguidor, sabe o valor do cantor e compositor pernambucano para a MPB.
Músico desde criança nas feiras nordestinas, Dominguinhos chegou no Rio de Janeiro na adolescência, convidado que foi pelo "Seu Luis", como chamava Luiz Gonzaga. Inicialmente participou do grupo de Gonzaga. Depois seguiu carreira solo, incentivado pelo Rei do Baião, que viu em Dominguinhos uma sensibilidade para tocar a velha sanfona como ninguém. 
Casou com Anastácia, compositora de verve poética maravilhosa. Com ela fez mais de 20 canções. Luiz Gonzaga e outros famosos da nossa música gravaram as músicas de Dominguinhos. Gilberto Gil imortalizou "Só quero um xodó", catada em prosa e verso por todos os brasileiros, de Norte a Sul do país.
Dominguinhos sempre tratou Luiz como a um pai. Na despedida inesperada dos palcos do Rei do Baião, Dominguinhos estava lá com sua outra companheira, Guadalupe. Cantou, tocou e dançou. "Seu Luis" riu, brincou e mostrou o quanto tinha carinho pelo seu conterrâneo e também grande sanfoneiro Dominguinhos.
Dominguinhos vinha sofrendo desde o princípio do ano. Seu filho já havia dito que a situação do pai era quase irreversível. "Mas temos fé de que ele escapará".
Não deu. Dominguinhos se foi ontem, aos 72 anos. Quase 60 deles dedicados à música.
Nossa modesta homenagem ao grande Dominguinhos é postando ele cantando "Só quero um xodó", uma de suas mais belas canções, em que o vaqueiro Dominguinhos explora toda sua verve poética de grande músico, de grande brasileiro com sua nordestinidade aflorada em todos os acordes desta música.
Vai com Deus, Dominguinhos. Gonzaga te espera para juntos fazerem uma bela festa no céu!

terça-feira, 23 de julho de 2013

Guerreiro trocou o certo pelo duvidoso. Aí...

Muitos se perguntam se Charles Guerreiro, que trocou o Paragominas que está disputando a Série D, pelo Clube do Remo, que não estava e nem conseguiu disputar nada, fez um bom negócio. Claro que Guerreiro queria vir para a capital, treinar uma grande equipe, que tem uma grande torcida e onde o técnico tem a família e negócios. Mas e o profissionalismo como fica?  Sem disputar nada, longe dos holofotes, dos estádios, um profissional futuroso e competente, com todas as chances de ganhar mais um título em sua jovem carreira de técnico, Charles Guerreiro poderia muito bem somar a conquista do vice campeonato pelo Paragominas, com um possível título de campeão da Série D, ou, quem sabe, pelo menos a ascensão do clube interiorano à Série C do Brasileiro.
Por isso que é bom sempre ouvir o velho ditado popular: "Nunca troque o certo pelo duvidoso".

Tuna futebol feminino disputará Brasileirão

Campeã paraense, a Tuna futebol feminino quer brilhar no Brasil
A Tuna Luso Brasileira, através de sua equipe de futebol feminino, foi convidada para participar do I Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino, promovido pela CBF. O campeonato, que reunirá as 20 equipes brasileiras melhores ranqueadas, terá início no próximo dia 14 de Agosto, e contará com duas equipes do Pará: a Tuna e a segunda o time feminino do Pinheirense que como a Águia do Souza, está entre as melhores do país.
A Tuna recebeu o convite através de ofício da CBF, onde a equipe luso brasileira aparece cacifada como a 10ª melhor do Brasil, e com isso ganhando o direito de participar do I Brasileirão Feminino.
Já foi divulgado o nome das 20 equipes e as chaves, estando a Tuna na Chave B, que está formada por Tiradentes (PI), Iranduba (AM), Viana (MA), Pinheirense (PA) e Tuna Luso Brasileira.
A Tuna, segundo a técnica Aline Costa, vem treinando desde Junho para o Campeonato Paraense, que está previsto para começar no 3º domingo de Agosto. "O time j[a está pronto, as meninas estão treinando, e esperamos a decisão da FPF no sentido de rever a possibilidade do adiamento do Paraense ou então vamos trabalhar para disputar os dois campeonatos simutâneamente", declarou Aline entusiasmada pela chance de disputar um Brasileiro.
No Brasileiro Feminino, classificarão duas equipes de cada Chave, que disputarão as vagas de finalistas nos mesmos critérios de  outros campeonatos.

Prefeitos do Pará aderiram ao "Mais Médicos"

Parece que gorou o pedido do PSDB e do DEM para que os prefeitos dos dois partidos não aderissem ao programa "Mais Médicos", instituído pelo Governo Federal e que pretende colocar mais profissionais de saúde nos rincões mais distantes do país.
No lançamento ontem em Belém, o médico e ministro da Saúde Alexandre Padilha, mesmo com a claquete que foi armada e posta logo nas primeiras filas pelo Sindicato dos Médicos, a adesão dos municípios foi quase 100 por cento. A começar pelo secretário de Saúde do estado, que deu total apoio ao programa, foi grande o número de prefeitos, inclusive de municípios importantes e de partidos de oposição, além de vários secretários de saúde municipais, que aderiram e aplaudiram a iniciativa da presidenta Dilma e as explicações dadas por Padilha aos presentes.
Apesar dos chiliques de alguns médicos e estudantes de medicina presentes, que fizeram discursos e quase agrediram aos seguranças do ministro, alguns prefeitos elogiaram e se manifestaram mostrando o grande problema que passa a saúde em vários municípios paraenses, principalmente pela ausência de médicos, que além de cobrarem muito alto, não querem sair da capital..
Um dos mais eufóricos, além de mais críticos, era o prefeito de Marabá, João Salame, que mostrou até um pouco de sua revolta com alguns médicos e estudantes de medicina da platéia, principalmente contra os mais nervosos. "Em Marabá temos Hospital-materno infantil, Hospital Regional, Hospital Municipal, postos de saúde e em alguns postos, como o da localidade de Morada Nova,  que está todo equipado, com infra estrutura, mas que não funciona porque não há médicos interessados em trabalhar no interior", disse Salame. E foi mais fundo: "por isso que precisamos de mais medidas de coragem, como essa da presidenta Dilma que enfrenta uma elite médica que não quer levantar a bunda da cadeira e ir para o interior". 

Deselegante, Barbosa quis ofuscar o Papa

O midiático presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, cometeu mais uma de suas grosserias ontem (22), na cerimônia de recepção ao papa Francisco, no Rio de Janeiro. Arrogante e metido a todo-poderoso, querendo ser inclusive superior ao próprio Papa,  ele não cumprimentou a presidenta Dilma Rousseff num gesto escancarado de desfeita e de desrespeito às instituições democráticas. Até a apresentadora da Rede Globo - emissora que tanto bajula o "Batman" do STF - estranhou a conduta "deselegante", autoritária e arrogante do presidente do STF.
Nos últimos dias, Joaquim Barbosa tem sido alvo de várias denúncias de irregularidades - como a compra de um apartamento em Miami (EUA), avaliado pela própria imprensa em US$ 1 milhão, e a montagem de uma empresa de fachada para ludibriar a Receita Federal. A sua aura de "paladino da ética" está definhando e, segundo notícias de bastidores, ele anda cada vez mais irritadiço. Isto talvez explique a sua grosseria na recepção ao papa. Ele ainda conta com seus bajuladores midiáticos, que apostam na sua candidatura presidencial em 2014 como expressão do novo udenismo moralista.
A Folha de hoje, por exemplo, até tentou salvar a imagem do presidente do STF. Segundo a coluna Painel, "quem acompanhou a solenidade de recepção ao papa classificou como 'pura distração' Joaquim Barbosa não ter apertado a mão de Dilma após cumprimentar o pontífice". Já Merval Pereira, o "imortal" da Globo, evitou criticar à desfeita do seu ídolo. Preferiu criticar o "proselitismo religioso" de Dilma na recepção ao papa no Palácio Guanabara. A imagem, porém, é mais forte do que os textos dos bajuladores oportunistas. (Altamiro Borges -Blog do Miro).

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Paragominas vence Nacional e lidera na "D"

Com a base prata da casa, o Paragominas vai conseguindo fazer o que o Paysandu e o Águia, os outros representantes do Pará em campeonatos brasileiros, até o presente não conseguiram: vencer. Ontem o Jacaré venceu de virada o Nacional do Amazonas pelo escore de 3 a 1. O Paragominas começou perdendo, mas graças ao talento de Aleilson, virou o placar com o meia paragominense fazendo dois gols.
Aleilson continua o dono da bola
O Paragominas é o líder do Grupo A1 da Série D com 10 pontos, e se continuar com o mesmo nível, tem tudo para no próximo ano ser mais um representante de nosso estado na Série C do Brasileiro, já que a campanha que está fazendo, com um time quase todo paraense, não será novidade sua classificação entre os primeiros de seu grupo.
O técnico Cacaio, que pegou o grupo já formado por Charles Guerreiro, vem mostrando competência e sensibilidade, porque chegou no município verde, analisou o elenco e pouco mudou do time que vinha sendo titular com Guerreiro. Acertou algumas peças e o Paragominas está aí.
O próximo jogo será fora de casa, quando enfrentará o Náutico-RR, em Boa Vista, no próximo domingo.
A boa campanha do Paragominas reflete bem o diferencial que faz uma gestão. A base é local, o técnico pode-se dizer também é local, o time não tem salários exorbitantes e o mais importante: vem dando certo, fazendo o dever de casa e até tendo sucesso nas partidas fora da Arena Verde.
Aleilson, o craque do time, renovou contrato recentemente, na ´partida anterior não havia jogado. Ontem voltou e, com fome de gols, fez logo dois. Tem tudo para dar a classificação ao Jacaré e de quebra ainda ser o artilheiro.

Vovôs do futebol brilham no Brasileirão

O futebol brasileiro, de uns tempos pra cá, habituou-se a repatriar alguns jogadores que brilharam na Europa. Alguns chegam, se aboletam num grande clube, depois penduram as chuteiras ou então vão acabar em um pequeno time do norte ou nordeste, quando não numa pequena equipe da segunda divisão dos campeonatos paulistas, mineiro, carioca, etc.
Mas existem aqueles que no retorno ao Brasil reencontram o verdadeiro futebol que, parece estava dormitando com a chegada da idade da experiência, e acabam dando certo. Daí, mesmo que retornem ao Brasil já com vontade de parar, com o sucesso e o consequente apoio das torcidas, vão gostando e com isso vão demorando ao ponto de nem pensarem em parar.
É o que está acontecendo com jogadores como Seedorf, Zé Roberto, Juninho Paulista, Alex, Ronaldinho Gaúcho além de outros. Todos vieram da Europa, brilharam em várias equipes, enriqueceram e agora de volta à terra natal, desfilam talento, preparo físico e profissionalismo em equipes que outrora marcaram sus vidas, como é o caso de Alex e Juninho.
Seedorf não é brasileiro, é surinamês, mas tem uma enorme afinidade com  o Brasil, pois casou com uma brasileira, e além de outros idiomas como inglês, francês, italiano e holandês, fala fluentemente o português. Aos 37 anos, reencontrou o melhor de sua forma física e técnica no Botafogo, sendo hoje uma espécie de maestro do time da Estrela Solitária, jogando de meia, mas deslocando para os lados e fazendo às vezes de um terceiro atacante, sempre fazendo seus golzinhos de fora da área. É um líder dentro de campo e surpreendeu até este escriba, que acreditava ele estivesse acabado. Um ser humano exemplar, bom companheiro de todos, incentivando os mais novos e mostrando que não é à toa que foi ídolo em várias equipes como Inter de Ajax, Inter de Milão e Milan. Seedorf é hoje o maior ídolo do Botafogo.
Zé Roberto é o mais velho grande jogador em atividades do futebol brasileiro.  Aos 39 anos, completados recentemente, o meia do Grêmio já atuou por várias equipes brasileiras e europeias. Jogou por quase 15 anos na Europa em equipes como Real Madri, Baier Leverkusen, Baiern de Munich, Hamburg SV e já brilha no Grêmio há dois anos.
Além de maestro do meio de campo onde desfila talento com lançamentos longos, é decisivo na cobrança de faltas, escanteios e nos chutes de fora da área. É titular absolut e em cada partida do time gaúcho é tido como um dos melhores se não o melhor em campo.
Alex quando voltou ao Brasil namorou com várias equipes, principalmente o Palmeiras, onde já havia brilhado. Talvez pelo momento que vivia o time periquito, em uma de suas piores fases, resolveu voltar para seu time de coração, o Coritiba. Aos 35 anos e beirando os 36, é um craque com letras maiúsculas. Joga fácil, faz lançamentos, chuta forte e está sempre livre para receber bolas e chutar de fora da área, uma de suas especialidades. É a grande sensação do Coritiba, que no Brasileirão está disparado.
Juninho Pernambucano já havia decidido, há pelo menos um ano, parar com o futebol. Rico, famoso, o maestro que começou no Sport Recife não renovou com o Vasco  no começo do ano, preferindo uma boa proposta do New York Red Bul, dos EUA, para onde partiu pensando em só retornar já aposentado.
Juninho com Dinamite: amizade e respeito
Mas o coração falou mais alto. Jogou pouco, não se aclimatou com a equipe e resolveu voltar. Não sabia, a princípio se encerraria a carreira no Sport, que o lançou, ou no Vasco, onde brilhou, foi ídolo e Rei. Ou melhor, Reizinho. Preferiu o Clube da Colina, onde reestreou ontem, com uma exibição de gala, com um belo gol e o passe para outro. Jogou quase toda a partida, foi o melhor em campo, parecendo um garoto, embora tenha 38 anos. A vitória voltou para os cruzmaltinos, o Reizinho brilhou, sorriu, recebeu e deu abraços. O Vasco agora tem novamente um maestro.Os jogadores já podem cavar faltas. Dinamite sabe que tem um amigo, um excelente jogador e um grande ser humano. E tudo isso a custo zero: Juninho não quer salário até o final da temporada. Um presentão ara o Vascão!
Outros veteranos como Ronaldinho, que aos 33 anos continua brilhando no Atlético Mineiro; Gilberto Silva, que joga como volante ou zagueiro no Grêmio; Paulo Baier, aos 38 anos, que continua fazendo gols pelo Atlético Paranaense; Leo, aos 37 ainda joga na lateral do Santos; Marcelinho Paraiba, aos 38, e que foi o maestro do Boa Esporte no sábado contra o Paysandu ainda têm muita caldo a dar, segundo eles próprios afirmam. São jogadores que se cuidam, que não entram em "barcas", que respeitam a condição física da idade e preferem encerrar a carreira de boa, com a experiência, o talento e o respeito pelo torcedor e pelo time que os recebeu. Porque mesmo sendo chamados de "vovôs", querem continuar brilhando e deixando os netinhos, na maioria das vezes, a ver navios.

Marina Silva, a Natura, o Itaú e a Ambev

Aviso aos navegantes:

Certo, certíssimo. A presidenta Dilma Rousseff, diz uma certa pesquisa (?)  perdeu uma parcela de votos do eleitorado da classe mais rica. Isso é até óbvio ululante, como diria mestre Nelson Rodrigues. Mais óbvio ainda foi o crescimento da possível candidata do possível partido Rede, Marina Silva, ter sido a mais beneficiada com os possíveis votos perdidos por Dilma. Marina foi, é e sempre será a candidata feminina da elite mais atrasada do país, da burguesia que tem certeza que se um dia a "seringueira de araque" chegar ao poder, será a grande beneficiada. Para quem não sabe, aqui vai um remédio para a memória: 
Marina e o milionário dono da Natura
Marina foi a principal candidata da burguesia nas eleições passadas, usando como pano de fundo de campanha a história de defensora do verde, da natureza e outros balangandãs. Com isso pegou o apoio financeiro de vários conglomerados, os mais ricos do país, liderados principalmente pelo seu candidato a vice, nada mais nada menos do que o dono da Natura, o mega empresário Guilherme Peirão Leal. Peirão, que deve ser Leal só no nome, levou a tiracolo já no lançamento de Marina a presidente a também trilionária banqueira Maria Alice Setúbal, "apenas" a herdeira de Olavo Setúbal, dono do Banco Itaú, que ficou encarregada de "correr a sacolinha entre seus pares" e que logo de primeira levou para a campanha da "militante da natureza", Marina Silva a Ambev. É mole ou querem mais?
Assim fica muito fácil para dona Marina Silva criticar quem trabalha pelos pobres, quem ajuda desde a comida até a moradia os que são desprovidos do mínimo para viver. E, também, fica bem fácil ter o apoio da classe média alta, já que com o total apoio da burguesia fétida, que usa a velha máxima "é dando que se recebe", o comprometimento com os mais humildes vai para o beleléu. 
Para Marina, que só tem a cara de santa (e do pau oco!) na realidade, o que lhe interessa é o vil metal que vem dos mega empresários, dos banqueiros e dos vendedores de bebida da Ambev.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Melodia e Gal Costa cantam "Pérola negra"


Felizmente Luiz Melodia existe para felicidade dos amantes da música brasileira. Uma das melhores vozes do país, um dos grandes e modernos compositores  de sua geração, com uma sensibilidade musical à flor da pele, Melodia, que na verdade chama-se Luis Carlos, é carioca do Estácio e´quem o conhece sabe que ele muito se orgulha disso.
Melodia começou a cantar e compor muito cedo, na faixa dos 15 anos, quando já tocava na noite carioca. Mas foi no festival Abertura, da Rede Tupi, em 1973, que ele com a música "Ébano", deu as caras para todo o país e para o mundo. Foi neste mesmo festival que despontaram nomes como Djavan, Alceu Valença,  Ednardo, Walter Franco, artistas que ficaram na MPB graças ao talento e criatividade.
Luiz Melodia além de poeta é excelente músico. Com sua voz de cantor de jazz e blue, já apresentou-se em vários países do mundo. Já se apresentou no Festival de Jazz de Montreux, na França, onde foi uma das grandes atrações e um dos mais aplaudidos. Graças a seu grande talento e a um trabalho dos mais sérios vem atravessando décadas fazendo sucesso onde se apresenta. "Magrelinha", "Ébano", "Estácio, Holly Estácio", "Codinome beija flor", Farrapo humano", são algumas canções que Melodia imortalizou.
O Blog nesta sexta ensolarada de Julho, presenteia duplamente seguidores e navegantes com a dupla Luiz Melodia e Gal Costa, interpretando a belíssima "Pérola negra". É para arrasar. Um show especial para os amantes da boa e maravilhosa musica brasileira. Curtam!

Givanildo e os ETs

Aviso aos navegantes:

Em todo jogos os jogos do Paysandu, com resultados de vitórias apertadas ou empate, o técnico Givanildo Oliveira tem sempre uma desculpa. Algumas são até por demais engraçadas, como no último jogo, quando empatou de 0 a 0 cm o Atlético do Paraná, quando ele respondeu a uma pergunta de um repórter sobre o por quê de o time não ter vencido em casa:  "o Paysandu não venceu porque não fez gol". 
No jogo que terá com o Boa Esporte, amanhã à tarde, no município de Varginha (MG), já se imagina a possível resposta do folclórico técnico bicolor:
- Se já é difícil ganhar dos times daqui da terra. Imagine jogar com um time que tem todas as chances de ser formada por ETs?

Remo "cai" pela quarta vez em 2013

O Remo sofreu ontem, sua quarta derrota na luta desesperada para entrar na Série D do Campeonato Brasileiro. Desta feita foi a "madrasta" CBF quem deu o veredicto que, parece, ser o final da agonia da agremiação paraense.
A primeira derrota do Clube do Remo, na visão deste escriba a equipe com maior número de torcedores do estado, foi em campo, quando fez homéricas contratações trouxe um técnico que havia sido o campeão invicto da Série D, mas em campo não vingou, não sendo campeão tampouco vice, o que lhe daria de fato e de direito a vaga para disputar a sonhada Série D.
A segunda derrota foi para o Paragominas e para a FPF. Segundo a direção remista, o Paragominas não tinha direito à vaga, pois o clube azulino foi o que mais pontuou. Dançou, também, Segundo o coronel Nunes, a vaga é do vice campeão que foi o Paragominas.
A diretoria desesperada para dar uma satisfação à torcida, correu para a terceira opção. Incompetente, que tinha à frente Sérgio Cabeça, começou a se mexer, no sentido de ganhar uma vaga na marra, gastando para isso a quantia que fosse necessária. Só que, ao contrário do ano passado, quando comprou a vaga do Cametá, este ano a coisa não vingou. Os visados eram s clubes do Acre e Rondônia. Segundo cometários de pessoas que são vivinhas dentro do clube azulino, a diretoria teve um prejuízo que pode ter chegado a 300 mil reais, cm a desistência dos dois times rondonienses. Só que os próceres remistas não esperavam que o presidente da Federação de Futebol de lá arranjasse uma maneira de colocar um dos piores time do estado, o Genus, que não tem torcida nem time, mas pelo que manda a CBF, tinha o direito de disputar a Série D. A explicação do presidente da federal Rondoniense é que a  vaga é da Federação e não do clube. "Quem tinha direito e desistiu, abriu precedentes para o segundo, o terceiro e até o quarto colocado se candidatar à vaga", disse o presidente e ainda foi mais além: "aqui ninguém negocia vaga, não. Somos honestos".
Sem chances e com um possível prejuízo, quando praticamente havia jogado a toalha, um torcedor remista entrou na justiça comum. De "presente"  o Remo ganhou da CBF  uma multa de 20 mil reais e mais um castigo de dois anos fora as competições da CBF. Isso é o castigo para quem entra na justiça comum.
O coronel Nunes estava tranquilo, na dele. De repente uma conversa vazou de que o Remo iria votar no ex-presidente do Paysandu,. Luiz Omar Pinheiro, nas próximas eleições da FPF. Nunes então entrou em campo e ajeitou um encontro  de diretores remistas com o presidente em exercício da CBF, Marco Polo Del Nero.
Na volta do encontro, os dirigentes remistas resolveram mais uma vez enganar a torcida, pois sabiam que era muito difícil "sair um coelho da cartola CBF".
Ontem saiu o veredicto. Mais uma derrota do Remo. A quarta na perlenga pela Série D. Desta feita definitiva. O Remo não disputará o Campeonato Brasileiro da Série D este ano.
Confesso a seguidores e navegantes que eu já sabia!

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Conservadorismo de branco é a vanguarda do atraso

Por Breno Altman

As manifestações de médicos, nessa última terça-feira, revelam um núcleo duro e mobilizado das elites brasileiras. Sua influência nos meios de comunicação, na sociedade e nas instituições já ameaça o programa de saúde recentemente lançado pelo governo. A julgar pelas emendas apresentadas na Câmara dos Deputados, a desfiguração desse projeto será inevitável.
O Palácio do Planalto pode estar pagando um preço por ter agido de forma atabalhoada, sem consultar e articular as correntes mais progressistas da medicina, o que seria obrigatório para batalha dessa envergadura. Mas a reação não é contra eventuais falhas de interlocução: sua natureza reside em defender privilégios corporativos, contrapostos aos interesses do país e aos direitos da cidadania.
As três principais bandeiras nas marchas dos jalecos brancos são elucidativas. São contra a extensão da residência em dois anos, com obrigatoriedade de servir o Sistema Único de Saúde. Não concordam com a vinda de doutores estrangeiros para cobrir déficit de profissionais, especialmente nos rincões do país. Reivindicam a derrubada do veto presidencial sobre o chamado Ato Médico, que fixava supremacia da categoria em relação a outros trabalhadores do universo sanitário.
São reivindicações de quem olha para o próprio umbigo. Insuflada pelos extratos mais ricos e articulados com o conservadorismo, a mobilização médica não entra na briga para a melhoria da saúde pública. Seus maiores aliados são os que comandaram campanha para eliminar a CPMF e retiraram cerca de 40 bilhões de reais anuais para o financiamento do setor.
Não passa de deslavada hipocrisia quando se afirma que o problema não é a falta de médicos, mas a carência de estrutura nos hospitais e centros de atendimento. As dificuldades são inegáveis, isso é fato. No contexto deste embate, porém, não passam de álibi para que o andar de cima possa fazer sua vida sem reciprocidade com os milhões de brasileiros que suaram a camisa e pagaram impostos para garantir a existência de boas faculdades públicas de medicina.
O Brasil tem um número pífio de médicos, na proporção de 1,8 para cada mil habitantes. Na Inglaterra, esse índice é de 2,7. Em Cuba, de 6. Nos últimos dez anos, surgiram 147 mil novas vagas no mercado de trabalho, mas apenas 93 mil profissionais foram formados. Há 1,9 mil municípios com menos de um médico por 3 mil habitantes. Em outras 700 cidades, não há doutores com residência fixa. Nem é preciso dizer que esses 2,6 mil municípios sem assistência adequada estão entre os mais pobres e distantes dos grandes centros.
O governo criou o Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (Provab), para levar médicos ao interior e aos subúrbios. A demanda era de 13 mil trabalhadores, mas apenas 3,8 mil postos foram preenchidos, apesar do salário de 8 mil reais que é oferecido, agora aumentado para 10 mil no Programa Mais Médicos. Até mesmo bairro periféricos de cidades importantes, como Porto Alegre e São Paulo, não conseguem atrair interessados.
Parte expressiva da categoria, diplomada em instituições do Estado, não está nem aí para a hora do Brasil. Não quer sair de sua zona de conforto e se acha no direito de pensar apenas em carreira pessoal e montar um rentável consultório privado em alguma metrópole.
Entidades da área, especialmente o Conselho Federal de Medicina, fazem de tudo para impedir a ampliação do número de faculdades (em nome da qualidade de ensino, é claro) e a contratação de médicos estrangeiros ou formados no exterior. A reserva de mercado, para essa gente, está acima da saúde pública.
E essa gente é muito diferenciada. Enquanto 40% do total de alunos da Universidade de São Paulo frequentaram colégios públicos, na Faculdade de Medicina essa origem restringe-se a 2% dos matriculados. Na turma de 2013, nenhum deles era negro. Médicos ricos querem ficar mais ricos atendendo os ricos. Como os pobres têm bem menos chances de ganhar o canudo, esses que se lasquem.
O governo tentou resolver o problema apenas por métodos de atração. Não encontrou auditório. Resolveu, então, adotar um modelo semelhante àquele adotado, há décadas, por países tão distintos quanto Israel e Cuba, instituindo uma variante de serviço civil obrigatório, ainda que bem remunerado.
A formação de um médico, na universidade pública, custa ao redor de 800 mil reais para o tesouro da União e dos estados. Nada mais justo que haja alguma forma de retribuição pelo aporte realizado por toda a sociedade para cada indivíduo que virou doutor. Dois anos de reembolso, com um razoável contracheque, é uma bagatela. Vale lembrar que o dever do Estado é com o povo, não com os médicos.
Talvez os estudantes das faculdades privadas pudessem estar isentos dessa medida, mas todo o cuidado é pouco para evitar que os endinheirados aproveitem brechas para escapar de sua obrigação social, trocando de curso. Uma ou outra correção cabe ser feita, mas o ministro da Saúde e a presidente Dilma Rousseff estão cumprindo sua tarefa constitucional.
O que falta, além de mobilizar os setores da saúde favoráveis às providências adotadas, é travar uma batalha de valores mais firme sobre o programa em discussão. Por enquanto, parece que a preocupação principal é acalmar a ira de médicos ensandecidos pelo egoísmo de classe. O objetivo principal deveria ser debater os deveres de solidariedade dos que recebem privilégios e os direitos de todos a receber assistência médica de qualidade.
Não se pode dar moleza a porta-vozes da ignorância e má fé. Quando personagens como Cláudio Lottenberg e Miguel Srougi se voltam contra a vinda de médicos cubanos, há pouco o que acrescentar. Mentem descaradamente sobre a qualidade desses especialistas, cuja proficiência é atestada pela Organização Mundial da Saúde e pelas 65 nações nas quais trabalham para suprir deficiências locais.
Afinal, seria um horror para o reacionarismo de branco assistir médicos da ilha de Fidel, muitos entre eles negros, pegando no batente em locais para os quais seus colegas brasileiros viram as costas e tapam o nariz. A nudez de seu comportamento lhes seria insuportável. (Do Blog Conversa afiada)

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Galo vencendo já quase garante Libertadores

O Atlético Mineiro faz hoje o grande jogo de sua vida, na primeira partida da final da Libertadores da América contra o Olímpia do Paraguai. A partida acontecerá no Estádio Defensores del Chaco, em Assunção, às 21h50.
Por ser um jogo decisivo, o Atlético nem pensa em jogar defensivamente, pois não quer correr o risco que correu no jogo anterior, quando rebolou na Argentina para empatar, já nos minutos finais da partida com o Newell's Old Boys, e decidir a vaga de finalista nas penalidades.
Hoje o Galo mineiro quer entrar firme, não com ansiedade de partir para o ataque e vencer logo, mas tentar jogar de uma maneira um pouco mais fechada para não tomar gols no início do jogo e, dependendo do comportamento do adversário, nos contra ataques, tentar marcar. 
A estratégia principal do técnico Cuca, que em sua carreira vencedora chega à primeira final de uma Libertadores, é voltar no segundo tempo disposto a marcar e garantir a vitória ou, na pior das hipóteses, o empate. Um resultado assim seria quase a certeza de garantir o título em casa.
A partida de volta o Atlético vai decidir não no seu campo tradicional, o Independência, mas no Mineirão.
O Galo vai com um único desfalque o atacante Bernardo, que recebeu cartão amarelo e não foi relacionado. Mas terá Luan, também um atacante perigoso que poderá ser a arma do time mineiro, já que os paraguaios têm em sua mente uma grande preocupação com Ronaldinho Gaúcho, e isso poderá facilitar tanto Luan como Diego Tardelli.
Hoje o Atlético é mais uma vez o Brasil. Será o jogo mais importante da noite, com a torcida brasileira toda em branco e preto torcendo pelo Galo Mineiro-Brasileiro.

Mandela será homenageado em seus 95 anos

Mandela,terá homenagens dignas do grande estadista que é
Nelson Mandela, um dos maiores líderes da humanidade vivos, completa amanhã 95 anos. Ex-presidente da África do Sul, Mandela permanece hospitalizado em Pretória, em estado considerado critico, mas mesmo assim o governo sul-africano prepara uma série de atividades sociais, com ações simbólicas, caridades e inaugurações. Em comunicado, o governo pediu à população que mantenha suas orações pela melhora da saúde de Mandela, que está internado devido a uma infecção pulmonar, há um mês e meio.
Como parte das celebrações de aniversário de Mandela, que passou 27 anos preso e quando saiu foi alçado à presidente da África do Sul, e que ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 1993, o atual presidente da África do Sul, Jacob Zuma, entregará na oportunidade, casas populares na comunidade de Danville, em Pretória. O projeto Danville/Elandspoort é identificado como proposta para a erradicação dos assentamentos informais em Pretória, e o local foi ocupado por várias famílias.
O diretor interino do Gabinete de Comunicação de Governo e Informação da África do Sul, Nebo Legoabe, disse que os cidadãos devem lembrar-se do aniversário de Mandela como forma de manter a defesa e a preservação da liberdade e democracia no país.
"Alguns dos serviços que vamos prestar neste dia (do aniversário de Mandela) incluem limpeza geral, lavanderia, jardinagem e manutenção, além de doações de itens para as necessidades diárias das casas, assim como livros para as crianças”, ressaltou Legoabe.
Também está previsto o lançamento de uma campanha do Departamento de Educação Básica para reformas de 94 escolas. A campanha nacional “Agir, inspirar a mudança - Faça de cada dia um Dia de Mandela" tem como focos a segurança alimentar, o abrigo e a alfabetização.
Personalidades da África do Sul, lideranças mundiais e principalmente o povo sul africanos estarão nas manifestações pelo aniversário de Nelson Mandela. Parentes do grande líder também  participarão das comemorações. (Com informações de alguns sites).

Nunes pensou e... resolveu ajudar o Remo

Aviso aos navegantes:

Fontes fidedignas (como diriam os antigos repórteres) garantem que o presidente da FPF, coronel Antonio Carlos Nunes, só se manifestou a favor e inclusive de intermediar o encontro entre o presidente remista Zeca Pirão e o presidente em exercício da CBF, Marco Polo Del Nero, depois que o ex-presidente do Paysandu, Luiz Omar Pinheiro, recebeu a certeza de Pirão que ganharia o voto do Remo nas próximas eleições da FPF.
Como é do conhecimento geral, Luiz Omar é candidato à sucessão do coronel Nunes na FPF, e com a situação que o Remo vive hoje e sem o coronel Nunes mexer um dedo para ajudar o clube azulino, existe um forte movimento nas hostes remistas que sob hipótese alguma o coronel Nunes seja apoiado e consequente reeleito mais uma vez.
Resta saber o que pensam Pirão e seus diretores depois da ajudinha de Nunes, que teve que se mexer para conseguir o encontro dele (Pirão) com Del Nero. 
Em eleição tudo é válido e a possível anulação da multa e do castigo do Remo de ficar de fora de competições por dois anos, poderá ser a garantia da "volta do voto" dos remistas à Nunes nas próximas eleições da FPF.
Porém, só o tempo dirá se a ajuda do coronel Nunes ao Remo será revertida em voto...

É real: Barbosa ganhou 700 mil sem trabalhar

Depois de revelar documentos que indicam tentativa de sonegação fiscal das Organizações Globo, o blog O Cafezinho apresenta agora documentos que indicam que o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, recebeu R$700 mil da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Uerj) desde 2008 sem trabalhar. Leia: Barbosa recebeu R$ 700 mil da UERJ sem trabalhar Primeiro ele pagou, com dinheiro público, as passagens de avião da repórter da Globo que foi à Costa Rica cobrir a sua palestra. Depois pagou, de novo com verba pública, passagens para vir ao Rio assistir o jogo entre Brasil e Inglaterra. Não precisou pagar ingresso porque ficou no camarote do Luciano Huck. Logo em seguida descobriu-se que seu filho arrumou um emprego na Globo, no programa de Luciano Huck.
Para provar o tratamento diferenciado ao ministro Barbosa, Henrique Alves e Renan Calheiros, apanhados usando jatinho da FAB pra ver jogo de futebol, devolveram o dinheiro usado, no caso de Barbosa, a imprensa continua quieta. Ninguém quer decepcionar o "gigante" que, segundo o Datafolha, idolatra o Barbosão. Ninguém quer arranhar a imagem do "menino que mudou o Brasil", criada pela grande mídia para endeusar o homem que se vendeu ao sistema, que rasgou a Constituição para acusar e condenar, mesmo sem provas, os réus da Ação Penal 470.
O ex-pobre Joaquim Barbosa
A coisa não pára por aí. O laudo 2424, que investiga a relação entre o fundo Visanet, funcionários do Banco do Brasil e as empresas de Marcos Valério, traz uma denúncia séria: o filho de Barbosa teria trabalhado numa empresa que recebeu milhões da DNA Propaganda. Barbosa manteve o laudo em sigilo absoluto, apesar do mesmo trazer documentos que poderiam provar a inocência de Pizzolato – e prejudicar toda a denúncia do mensalão. E agora, uma outra novidade: desde 2008, Barbosa usufrui de uma bela sinecura da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ): ganha sem trabalhar. O Estado do Rio já gastou mais de R$ 700 mil em salários para um cidadão que ganha muito bem no Supremo Tribunal Federal. O Cafezinho, como de praxe, mata a cobra e mostra o pau. Estão aí os documentos que comprovam a situação de Barbosa. Ele deu aula na Uerj normalmente de 1998 a 2002. Em 2003, pede licença-prêmio e permanece até 2008 em licença não-remunerada. A partir desta data, porém, a vida sorri para Joaquim. Além do empregão no STF, da paixão súbita da mídia por sua pessoa, o reitor da UERJ lhe oferece uma invejável situação: passar a receber salários e benefícios mesmo sem dar aulas ou fazer pesquisas. Consta ainda que Barbosa estaria brigando para receber reatroativamente pelos anos que permaneceu de licença não remunerada, de 2003 a 2008.
Para quem acabou de receber R$ 580 mil em benefícios atrasados, não seria nada surpreendente se também conseguisse isso. Ah, que vida boa! Os meninos do Movimento Passe Livre estão certos: definitivamente, não são apenas 20 centavos! (Do Blog Cafézinho).

terça-feira, 16 de julho de 2013

Barata faz denúncias da Tuna ao GB Alírio

Pelo fio,  o Benemérito Raimundo Barata me detalha que teve,  no final de semana, uma demorada conversa com o presidente do Conselho Deliberativo da Tuna Luso Brasileira, GB Alírio Gonçalves, quando relatou a este toda sua insatisfação pelo que está acontecendo no clube.
Segundo Barata, ele alertou ao GB Alírio sobre vários problemas, a seu ver ilegais, que estão acontecendo no clube, como a construção de um campo de futebol, renovação da quadra de esportes, sem que tenha passado pelo Conselho Deliberativo.
Alírio ouviu atentamente Barata
De acordo com Raimundo Barata, ele mostrou ao presidente do Conselho que estas obras estão sendo feitas por uma empresa particular, graças a um contrato que, segundo o denunciante, foi feito entre a empresa e o presidente do clube, ou seja, algo ilegal, pois está sendo feito à revelia do Conselho, que é quem tem autoridade levar à votação e autorizar ou não qualquer negócio no clube.
Barata falou também sobre o abandono em que se encontra o clube, já que o presidente e o vice estão ausentes e quem responde pela presidência é a sub-diretora, social o que, segundo ainda Raimundo Barata, mostra que o clube está acéfalo.
O Benemérito Barata aproveitou também para reclamar ao presidente Alírio Gonçalves da situação em que está o Conselho. "Nas reuniões são poucos os que estão presentes, existindo conselheiro que nunca participou de uma reunião, mas mesmo assim permanece como efetivo. "Como pode isso?", perguntou Barata a Alírio.
O Benemérito Raimundo Barata disse que Alírio Gonçalves lhe garantiu que iria convocar uma reunião especial com algumas pessoas para que fosse detalhado o que realmente está se passando na Tuna. Na oportunidade, Alírio se comprometeu a resolver a situação dos conselheiros que estão faltosos e se for o caso imediatamente substituí-los por outros e que sejam cruzmaltinos e comprometidos.
Alírio garantiu que iria conversar com o GB João Rito, um dos baluartes na luta pela moralização e comprometimento com a Tuna,  sobre a possibilidade de ter a sua participação e de fazer essa reunião especial ainda este mês.

Zaga nova é a aposta de Givanildo

Paysandu tem a grande chance de testar um miolo de zaga que, segundo o técnico Givanildo Oliveira, tem tudo para  dar certo. Também, se não der  a vida de Givanildo pode se complicar. Primeiro porque ele testou, erroneamente, Fábio Sanches e Jean na zaga do time titular certo que estava fazendo o melhor para o time. Mas aí este escriba pergunta: como o poderia estar certo se tirava a camisa de titular do zagueiro Raúl, que mesmo não sendo lá essas coisas todas, estava bem na defesa, inclusive marcando gols e gols importantes para o time bicolor? Segundo, porque Fábio Sanches estava parado, desentrosado e, principalmente, fora de forma física.
Deu no que deu. Os gols tomados nos dois jogos dentro de casa, principalmente no último jogo quando tomou dois gols em falhas clamorosas da defesa, fizeram o pernambucano mudar.
Giva sacou Jean e agora testa o que para ele deverá ser a zaga titular na Copa do Brasil e na Série B: Fábio Sanches e Raúl.
Amanhã pode ser o dia D da nova zaga. Fábio Sanches é um bom jogador. Provou isso ano passado, quando foi um dos melhores do time classificado para a Série B. Mas Raúl continua, a meu ver, uma incógnita. Tem boa estatura, excelente impulsão, é muito esforçado, mas não marca bem. Já deu alguns vexames na zaga bicolor.
Mas, como coloquei acima: é a cartada de Givanildo. E do Paysandu. 

segunda-feira, 15 de julho de 2013

O fraco jogo dos ex-titãs Vasco e Flamengo

Bote má qualidade no jogo de ontem entre Vasco e Flamengo. O resultado mostra bem o quanto os dois estão de mal a pior.
O time cruzmaltino não é nem de longe aquela grande agremiação que foi noutras épocas. Credita-se ao fraco time que Dinamite vem lutando para formar, à perseguição do vampiro Eurico Miranda, este um rato ditador, realmente inimigo do Vasco e dos vascaínos, que no período em que ficou no Clube da Colina fez todo tipo de patifaria, se locupletou, até ganhou mandato de deputado federal, e ainda hoje, por ser presidente do Conselho de Beneméritos,  tem muita influência e sempre dá um jeito de atrapalhar o trabalho sério que Roberto Dinamite faz no clube.
Isso é torcer pelo clube? Roberto é acara do Vasco e deveria ser respeitado pelo dinossauro vampiro.
Mas mesmo assim, os esforços da diretoria vascaína podem ainda dar bons resultados este ano. Pelo menos é o que esperam os que torcem pelo esquadrão luso brasileiro. 
Talvez com o acordo que o presidente conseguiu com Juninho Pernambucano, que jogará todo o restante do ano de 2013 de graça, por conta do que tem a receber do passado, e com as contratações que o clube pretende ainda fazer, aliada à chegada do novo técnico, pode ser que o Vasco escape da degola e até consiga chegar 2014 melhor.
O Flamengo ontem foi um pouco menos ruim que o Vasco. Jogou um feijãozinho com arroz que não engana ninguém. Ambos estão com sérios problemas de qualidade técnica e pelo nome e a história que possuem, têm que melhorar muito.
Aos flamenguistas: técnico só não resolve nada, não. Se não chegarem bons jogadores para o Flamengo (e para o Vasco também), ambos poderão ir para o beleléu.

Lineker é da Tuna ou do Paysandu?

Lineker: será que o Paysandu levou de graça?
Lineker, que está de volta aos treinos, depois de uma longa paralisação por causa de uma cirurgia, parece que é definitivamente do Paysandu. O jogador, revelado pelo time principal da Tuna e que o presidente do clube luso brasileiro disse ano passado que pertencia ao clube,  nem fala mais no seu vínculo com a Águia, como também os dirigentes bicolores e muito pior os cruzmaltinos, que mesmo sendo em número de 15, nesse julho estão dispersos por várias parte do país e do mundo.
Nesse "jogo" de ninguém sabe de nada, o tempo passou e parece que Lineker foi mais uma promessa cruzmaltina que saiu "de grátis" para o clube cujo presidente da Tuna é torcedor.
O jogador tem apenas 21 anos, jogou na Tuna, onde foi revelado, e sua situação com o Paysandu, segundo a Imprensa falou na época, era por empréstimo de seis meses. Não se sabe se o empréstimo foi ampliado ou se aconteceu alguma coisa "estranha" ou impublicável que ninguém até o presente falou.
Como o presidente da Tuna tem toda a diretoria, ao que parece, nas mãos, ninguém -mas ninguém mesmo!- trata do assunto, assim como de outros, nas reuniões que teriam que acontecer semanalmente, tampouco nas do Conselho Deliberativo.
Pobre Tuna!

Muita calma, nessa hora!

Aviso aos navegantes:

Ansioso como demonstra ser, espera-se (pelo menos a torcida remista) que o presidente do Clube, Zeca Pirão, no almoço que deve estar acontecendo agora com o presidente em exercício da CBF,  Marco Polo Del Nero, trate principalmente do possível perdão do Remo no que concerne à suspensão que "ganhou" da madrasta por dois anos. É importante que Pirão só passe a tratar do assunto Serie D se houver, claramente, um brecha, ou se o próprio Del Nero puxar conversa sobre o que parece ser o grande sonho remista. Como se sabe, Pirão está tratando o Remo mais como torcedor do que como gestor, demonstrando pouca habilidade e uma grande ansiedade para que o time azulino dispute a Série D.
Recomenda-se nessas horas o apoio de uma assessoria jurídica de nível, para  que o tiro não saia pela culatra, ou seja, em vez do time paraense ser ajudado, se enrolar ainda mais. Os mais ferrenhos azulinos dizem que já não suportam mais tanto sofrimento em um só ano.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

STJD suspende e multa Clube do Remo

Aviso aso navegantes:

Como já era previsto, a Quarta Comissão Disciplinar do STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) condenou o Clube do Remo a pagar uma multa de R$ 20 mil reais, além de suspender o time azulino de competições oficiais da CBF. A suspensão é sem prazo definido. O clube é acusado de ir contra o regulamento da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), na ação na justiça comum impetrada pelo torcedor Wendell de Souza Figueiredo, que foi representado pelos advogados Valber Motta e Vanessa Egla. Osvaldo Sestário, que defendeu o clube na sessão, cantou a pedra ontem, dizendo que ia defender o time azulino, mas tinha quase certeza que o Remo seria suspenso.
No meio de tantos problemas que está vivendo, foi tolice da diretoria remista aceitar que torcedor se manifestasse na justiça comum. Não é a primeira vez que um clube paga um grande mico por tentar ir contra  o que a "madrasta" e o STJD têm em seu regulamento.
Na verdade o Clube do Remo pela sua história, sua trdução, pela sua torcida, merece muito mais que uma Série D. Mas a meu ver tem que conquistar é no campo. E isso só pode acontecer quando tiver uma diretoria formada por pessoas que antes de fazer contrações tolas, faça um planejamento.

Victor é aquilo mesmo e não surpreendeu

Não foi nenhuma novidade para este escriba o goleiro Victor, do Atlético Mineiro, defender o quinto pênalti proporcionando ao Galo a chance de disputar a partida final e até conquistar a Libertadores.
O Brasil, no momento, é um dos maiores celeiros de goleiros e bons goleiros.  Além do excelente Victor, temos Diego Cavalieiri, do Fluminense; Jefferson, do Botafogo; Cássio, do Corinthians; Fernando Prass, do Palmeiras; Felipe, do Flamengo, e até os veterano Dida, do Grêmio e Rogério Ceni, que, em que pese as falhas que vem cometendo e a sua boçalidade, ainda dá conta do recado.
Goleiro no Brasil é questão de safra, que às vezes está muito ruim, mas no momento está muito boa. Já tivemos períodos em que o técnico da Seleção ficou se coçando para saber quem seria o goleiro titular da seleção e isso numa Copa do Mundo. Foi em 1970, quando os goleiros convocados foram Félix, do Fluminense; Leão, do Palmeiras e Ado, do Corinthians. Os três estavam em excelente fase, mas o técnico da época, Zagalo, preferiu usar como titular o que a torcida brasileira menos confiava, o goleiro do Fluminense, Félix. Terminou dando certo e ganhando o tri.
A verdade é que hoje se o técnico da Seleção Brasileira quiser levar um goleiro de fora e continuar a fazer o seu "arroz", que faça, mas os que jogam aqui são muitos furos acima de Júlio César. Isso nem se discute.

Venda de Ganso, salários, sede náutica, etc....

O Paysandu já recebeu, segundo noticiou a Imprensa, o pagamento da parte de formação do jogador do São paulo Paulo Henrique Ganso. Da venda, sobrou para o time bicolor a quantia de 492 mil reais, já nos cofres bicolores. E a Tuna, que foi quem lançou o jogador no futebol desde os 9 anos de idade, no Futsal, e trabalhou na formação do atleta até os 14 anos, vai receber sua parte? E quando?
A pergunta se faz pertinente porque na Tuna não se sabe de nada. A diretoria, ao contrário da do Paysandu que disse que já recebeu o dinheiro e vai usar na construção de um Centro de Treinamento, na Tuna, não se sabe qual a quantia que cabe ai Clube, se já recebeu, se vai receber, quando será, enfim, nada se sabe sobre o assunto Ganso na Tuna.
A diretoria cruzmaltina deveria falar à Imprensa ou pelo menos noticiar no Blog ou Site do clube como está a situação do pagamento dos direitos do clube luso brasileiro na venda de Ganso.
Não se pode é ficar sem saber nada do que acontece no clube, como por exemplo, o caso do jogador Lineker, que o presidente falou que pertencia à Tuna, mas que foi emprestado ao Paysandu, e de repente o jogador já está no time bicolor há dois anos e não volta à Águia, o que supõe-se que foi vendido. Mas se foi vendido, onde está o dinheiro?, por quanto foi?  São perguntas que martelam o associado e o torcedor cruzmaltino, mas que ninguém responde.
Na verdade ninguém sabe de nada na Tuna. Como disse o GB César Mattar, o presidente da Tuna é centralizador, não divide a gestão com seus diretores, e assim a situação do clube vai piorando a cada dia.
Outra prova do que está ocorrendo na Tuna, é a questão da presidência atual. São 15 diretores e como o presidente está fora, o vice também está viajando, quem está respondendo pela presidência hoje é a sra. Graciete Maués, que de fato e de direito nem diretora é, já que mesmo sendo chamada de "diretora social", o diretor social é na verdade José Pantoja.
Os problemas na Tuna são muitos. Vão desde gestão a não prestação de contas, chegando ao cúmulo da falta de informação, pois o jornal que fizeram e poderia mostrar lgo positivo, é só "oba-oba", puxa-saquismo barato, feito por amadores que tentam engabelar os incautos.
Está chegando o período da eleição da diretoria. Os problemas crescem, os salários dos funcionários continuam atrasados; a sede náutica abandonada; o clube está sem presidente, ninguém presta contas de nada, o futebol profissional parado, mas mesmo assim os dois principais candidatos, Charles e Eduardo, ambos diretores do atual, vivem a  criticar o presidente mas estão lado a lado com ele. É a história de não querer soltar o osso, continuar roendo até quando der. É importante que o associado saiba bem quem são eles, quem  está com a atual diretoria, uma barca furada, gente que não tem história, nem passado nem futuro, e só  quer ser mais um vaidoso aventureiro, torcedor de Paysandu ou Remo a dirigir as cores cruzmaltinas.

Táxis farão propaganda dos tucanos. Pode?

Parece graça, mas não é. A idéia de padronizar os táxis de Belém com faixas, brasão do município, uma foto do mercado do Ver-o-Peso e mais os dízeres "Belém do Pará 400 anos", determinada pela Amub (Autarquia de Mobilidade Urbana), pode gorar, se os táxistas não aceitarem como tudo foi idealizado e fechado, por vários motivos, um deles é uma propaganda escancarada do partido do governador Jatene e do prefeito Zenaldo.
O dirigentes do Sindicato dos Taxistas de Belém, Francisco Neto, achou a atitude do órgão da prefeitura estranha e diz que ficou surpreso com a  determinação da Amub, que inclusive já publicou a resolução no Diário Oficial do dia 9 do corrente.
"Não houve nenhuma discussão com a categoria de taxistas. A Amub tomou a decisão, já foi publicado no Diário Oficial e agora somos obrigados a fazer o que eles querem. Fomos todos pegos de surpresa. Temos uma categoria com quase 5.500 taxistas que terão que fazer as mudanças e pagar as despesas do seu próprio bolso. Isso é errado", diz o dirigente, que acredita que a categoria vai chiar com a determinação tomada pela Amub, decidida, segundo ele,  na calada da noite.
Outro fato que está gerando reclamação dos que já tomaram conhecimento da determinação, são as cores das listas que entrarão nas laterais do veículo. Segundo a resolução nº 006/2013 da Amub, as cores das listas serão azul e amarela, justamente as cores do partido do prefeito Zenaldo e do governador Jatene.
Jatene e Zenaldo tiveram a idéia de usar as cores do PSDB nos veículos, que são de propriedade particular e, com certeza,  estarão, através dos taxistas, fazendo propaganda do desgastado partido tucano.
Mesmo que tenha sido tudo feito na calada da noite, sem que o Sindicato e a categoria de taxistas tenha tido conhecimento da determinação, principalmente de que seria o próprio profissional que teria que bancar as despesas, alguns taxitas acreditam que muita coisa ainda poderá acontecer. "Foi um ato anti-democrático, não houve discussão, eles fizeram a bel prazer e jogaram para nós sem que nem o Sindicato e nenhuma associação tivesse tido alguma informação. Vou trabalhar para isso não valer", diz um taxista da Presidente Vargas, que preferiu não divulgar seu nome com medo de qualquer retaliação.

Sindpol afirma: dois mil homicídios em 2013

Para quem afirmou que iria acabar com a insegurança que ronda nossas vidas em Belém e em todo o Pará, como garantiu o governador Simão Jatene, podemos dizer que há muito ele perdeu o bonde da história.
Com a denúncia -segundo o dirigente sindical com provas- do presidente do Sindpol -Sindicato dos Servidores Públicos da Polícia Civil do Estado-, Rubens Teixeira,  que somente até o dia 8 deste mês já haviam acontecido 1980 homicídios no Pará, fica evidente que a Segurança tão sonhada pelos paraenses nos últimos anos só fez piorar. Aliás, vem piorando de ano para ano, Belém já chegando ao nada lisonjeiro título de capital mais violenta do mundo.
Segundo Teixeira, do total de 1980 assassinatos,  1893 foram homicídios e 87 latrocínios, que é roubo seguido de assassinato. Os números, segundo o dirigente sindical, são corretos e foram obtidos no SISP -Sistema Integrado de Segurança Pública.
Rubens Teixeira atribui o alto índice de criminalidade no Estado, a maioria na capital, pela falta de policiais em delegacias, principalmente em Belém, onde na periferia, segundo ele, o número de policiais é bem menor do que o necessário.
O dirigente apresenta números que em todo o Estado do Pará hoje existem apenas 2.400 policiais civis, quando na realidade a necessidade é bem maior.
"Necessitamos no mínimo 3.800 policiais para cobrir os municípios de todo o Estado. E o pior é que ate o final do ano, com a aposentadoria de pelo menos 300 companheiros, teremos esse número ainda menor", disse Teixeira, preocupado com o que poderá acontecer até o final de 2013.
Outro dirigente do Sindpol, Pablo Farah, aproveitou para lembrar que por falta de policiais, o sistema que é usado no interior ainda é bem pior do que na capital.
Segundo Farah, em 34 municípios do Pará não existe delegado e em pelo menos 10 não existe nem delegacia. "Na verdade, existe uma grande carência de policiais em todo Estado, o que consideramos inadmissível, porque sem polícia a bandidagem age à vontade".
O presidente do Sindpol, Rubens Teixeira, completa afirmando que em alguns municípios  "alguns colegas trabalham sete dias ininterruptos e folgam sete. Em outras localidades, trabalham 15 dias direto e folgam 15. Quer dizer, além do policial, que tem uma vida agitada ficar estourado, o município passa um grande período sem a cobertura policial. Para os dois dirigentes sindicais, o que está acontecendo com a categoria de policias  é uma verdadeira "Escravidão branca".
Mesmo com os números apresentados pelos dirigentes do Sindpol, o delegado geral da Polícia Civil,  Rilmar Firmino diz que existe exagero por parte do que apresenta o SISP. E se defende -e defende o governador-afirmando que até o final do ano pelo 600 novos policiais estarão nas fileiras da Polícia Civil.
A promessa de novos policiais, aumento salarial e melhor qualidade de vida da categoria é antiga. Os policiais já grevaram mas até o momento o "coelho não saiu da cartola". Rubens Teixeira diz que enquanto não houver uma mudança radical no sistema, a partir do aumento real do número de policiais, "os bandidos continuarão agindo, matando inocentes, não respeitando nem aos policiais, já que alguns agem na frente das delegacias".