quinta-feira, 8 de abril de 2010

SOPRADORES DE APITO (OU PROTETORES DE REMO E PAYSANDU

Vergonha, é a palavra que me entalou ontem, quando ví o juiz (ou soprador de apito) Joel Silva dos Santos cair como um patinho na armação de Marlon e marcar uma penalidade máxima inexistente ao final do jogo. E de quebra, ainda expulsou o segundo jogador do Santa Rosa. Realmente uma vergonha.
O chato é que vem sendo assim. Desde o primeiro turno que os juízes abusam de cometer erros ou patriotadas, já que os beneficiados são sempre Remo ou Paysandu. Quem não lembra as investidas de Zé Augusto quando entrava nos finais de partida e começava a se jogar dentro da área? e sempre era pênalte!
O comentário que se ouve na cidade é unânime sobre essa falta de respeito com quem faz futebol com seriedade. Os dirigentes investem, contratam jogadores, mesmo com baixos salários, técnicos e aí não conseguem nada, porque parece existe um "castigo" (para não usar a palavra correta, que é armação) e os times que têm condições de peitar Remo e Paysandu com talento, com disciplina e com qualidade, têm que se contentar com o que os sopradores de apito decidem.
Aconselho que os seis times que disputam o Parasão entrem com um protesto por escrito na FPF e na CBF, denunciem a sujeira que se tornou a arbitragem local, que só prejudica os chamados "pequenos". Que forcem o coronel, que parece fecha os olhos para este descalabro que é a arbitragem de nosso futebol, a trocar os vinte que sopram apito por pelo menos seis menos piores. Não escapa um. São fracos ou comprometidos.
O Águia tem razão. Se quiser sonhar com alguma coisa, tem que trazer apitador de fora. Os daqui não apitam nada. Sopram muito mal.

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